Hosted by www.Geocities.ws

 
 

Saga de Santo Strapazzon

e

Filhos

 

Itália & Brasil

 
               

 
VERSIONE ITALIANA


IMIGRAÇÃO PARA O BRASIL


A VIAGEM

O casal Santo Strapazzon e esposa Giustina Grando inscreveram-se para emigrar ao Brasil aproveitando que o Governo Brasileiro oferecia : Um lote de terra a ser pago a longo prazo e mais os utensílios, ferramentas e sementes que seriam ressarcidos com as futuras colheitas.
Embarcaram juntamente com os filhos: Giuseppe,21 anos; Maria,15 anos, Matteo,11 anos,Ângela,7 anos, Domenico,5 anos,Antonio,1 ano
Procedentes de Gênova, chegaram no Rio de Janeiro, no dia 17/10/1876, procedentes de Lombardia, no vapor "Saint Martin".
OBS: Não consta nessa relação os nomes de Ângelo,19 anos; Giovanni,17 anos; também filhos de Santo e Giustina Grando. Portanto, não sabemos se vieram juntos, antes ou depois...
Em caravana de carroções, viajarm inicialmente até a estação ferroviária de Milão, onde tomaram o trem para Gênova. Ali embarcaram em transatlântico de segunda linha.

Começa a aventura a bordo, lutava-se contra a falta de espaço. Em cada beliche improvisado e nos compartimentos de carga dormiam cinco pessoas, juntas e encolhidas. O ar era viciado porque não havia escotilhas; a escuridão, permanente, porque o perigo de incêndio impedia velas acesas.
A comida, um pouco melhor que a cama: biscoitos, toucinho, legumes, peixe, cereais, pão chá, carne salgada, massas de quando em quando e um pouco de aguardente ou vinho, usados para fins terapêuticos.

A Chegada - O Ano era 1876. Início da Grande Imigração. Após a difícil travessia do Atlântico a família chegou ao Brasil no porto do Rio de Janeiro, no dia 17/10/1876 e então, embarcaram num navio costeiro chegando ao Porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul.
Depois, o grupo seguiu de trem até Porto Alegre, onde foi abrigado na hospedaria de imigrantes no Cristal.
As autoridades de imigração e colonização indicaram para os imigrantes o destino da Colônia Dona Isabel (atual Bento Gonçalves).
A Família Strapazzon entre outras rumaram, numa barcaça, com capacidade de transportar mais de cem pessoas, pelo rio Caí até a Vila de Monte Negro.
Dai em diante começou a grande e penosa caminhada: Não existiam trens, de maneira que as bagagens, assim como as crianças pequenas, as pessoas mais idosas e as que estavam muito fracas eram acomodadas no lombo de mulas e em carretas. Os demais seguiam a pé. A subida da serra, através da floresta densa e envolta em neblina, foi cansativa e perigosa. Levaram dias para vencer o aclive íngreme, ladeado de abismos, percorrendo léguas e léguas, em uma estrada mal feita, cheia de altos e baixos, muitas pedras e buracos, comendo onde era possível e dormindo em tendas improvisadas a beira da estrada.
Após vários dias de sofrimento, finalmente chegaram a tão sonhada Dona Isabel, mais precisamente a um local denominado Linha Palmeiro, onde era feita a distribuição dos lotes, já demarcados.
Coube a Família Strapazzon o Lote 71, próximo a Linha São Pedro, hoje município de Bento Gonçalves. O casal Santo Strapazzon e Giustina Grando ajudados pelos filhos maiores, Giuseppe, Ângelo, e Giovanni, estabeleceram-se, construíram casa rústica, plantaram as sementes levando a vida de pioneiros com enorme dificuldade.
Aos poucos, foram se adaptando e sobrevivendo.

No dia 18/11/1877, Giuseppe,o filho mais velho, casa-se com Ângela Maddalozzo, italiana, filha de Mosé Madalozzo e Catterina Secco e moradora, no lote 77. Giuseppe faleceu a 07/03/1893, com 38 anos, deixando quatro filhos menores e a viúva que posteriormente a os 23/04/1905, casa-se com Pedro Crestani, solteiro de 37 anos, filho de Giovanni Battista Crestani e Isabel Bonatto.

Passados dois anos, aos 18/05/1878, Ângelo casa-se com Maria Domênica Madalozzo, nascida aos 18/10/1856 em Rocca di Arsié- Belluno, também filha de Mosé Madalozzo e Catterina Secco.

Dois anos depois, aos 08/04/1780, Giovanni casa-se com Enela Crestani, (Nos documentos brasileiros Elena, pois não gostava do nome), nascida aos 17/09/1858, em Fontanelle - PD – It.; filha de Pietro e Angela Crestani e moradora do lote 6. Chegou ao Brasil em 1878.

Mais tarde, aos 18/06/1884, foi a vez de Maria, nascida aos 22/06/1868, casa-se com o italiano Giacomo Stefanon, nascido aos 25/11/1859, em Arten Belluno, filho de Gio Battista Stefanon e Giacoma Lira, residentes na Linha Palmeiro, 72. Local onde moram até hoje os descendentes da Família Strapazzon. Conservam a mesma casa transformada em cantina, onde foi filmado cenas do Filme “O Qu4trilho”, de Fábio Barreto. Hoje tranformada, em local para turismo.
Maria Strapazzon, (viúva de Giácomo Stefenon), casou-se com Antonio Strapazzon, filho de Prosdócimo e Felicita Trevisan.(Antonio era viúvo de Maria Ragoso). Não tiveram filhos.

Um mês depois, Matteo também casa-se, aos 01/07/1884, com uma italiana de nome Marina Bernardi, nascida aos 16/08/1869 em Trichiana – Belluno,IT, residente na linha Palmeiro 63, na mesma região de Bento Gonçalves RS

Ângela casa-se aos 19/04/1887, com Giovanni Zanivan, filho de Tiago e Domenica Pagnuassatti. Ambos com 17 anos

Domenico Strapazzon, 18 anos, casou-se aos 02/06/1890, com Vitória Isotton, filha de Giuseppe e Maria Fabris,

Luisa Strapazzon, nasceu no Brasil em 1880, casou-se a 23/09/1908 com Fortunatto Barp, 1880 e falecido aos 15/08/1954 em Bento Gonçalves, filho de Giovanni e Luisa Fiori.

Domenica Strapazzon, nasceu 1883, em Bento Gonçalves – RS, c.a 22/06/1904 com João Merlin, 22 anos, filho de Pedro e Lúcia Barachini


É por tudo isso que hoje, gostaria de unir cada um dos descendentes da Família Strapazzon e irmanados, nos preparar para comemorarmos juntos os 130 anos de vida no Brasil, com muito orgulho, pois continua correndo em nossas veias o mesmo sangue de bravura, fé, garra e determinação dos nossos ancestrais e como eles, dispostos a vencermos qualquer desafio na conquista dos nossos sonhos e objetivos.
Que Deus nos proteja e abençõe a todos!

Clara Strapazzon

 
 
IL VIAGGIO
 
Le coppie Santo Strapazzon e la moglie Giustina Grando
si erano iscritte per emigrare nel Brasile usando al vantaggio che il governo brasiliano ha offerto: Un lotto di terra da pagare a lungo termine e più gli utensili, attrezzi e semi che sarebbero rimborsati con le raccolte future.
Si erano imbarcati insieme ai bambini: Giuseppe, 21 anno; Maria, 15 anni, Matteo, 11 anno, Ângela, 7 anni, Domenico, 5 anni, Antonio, 1 anno
che produce Genova, erano arrivato a Rio De Janeiro, nel giorno 17/10/1876, producendo Lombardia, nel vapore “San Martin" .
 
OBS: Non è costituito in questo rapporto i nomi di Ângelo, 19 anni; Giovanni, 17 anni; anche bambini di Santo e di Giustina Grando. Di conseguenza, non sappiamo se fossero venuto insieme, prima o più successivamente…
In caravan dei carrozones, viajaram inizialmente fino alla stazione della ferrovia di Milano, dove avevano preso il treno per Genova. Là si erano imbarcati in transatlantico della seconda linea.
L'avventura inizia a bordo, è stato combattuto contro la mancanza dello spazio. In ogni cuccetta improvvisata e negli scompartimenti del carico cinque persone hanno dormito, imsieme, ristrette e L'aria era viziata perché non ha avuta nessuno finestrino; el buio permanent, perché il pericolo del fuoco ostacolava la illuminato le candele.
L'alimento, poco un migliore che la base: biscotti, lardo, verdure, pesci, cereali, tè del pane, carne salata, masse di quando in quando e un piccolo di aguardente o di vino, usato per le estremità terapeutiche.

L'arrivo - l'anno era 1876. Inizio della grande immigrazione . Dopo il passaggio difficile dell'Atlantico la famiglia è arrivato al Brasile nel porto di Rio De Janeiro, nel giorno 17/10/1876 ed allora, si erano imbarcati in una nave litoranea che arriva all'orificio del Rio Grande, a Rio Grande del Sul.
Più successivamente, il gruppo è seguito del treno fino a Porto Alegre, dove è stato riparato nella locanda degli immigranti nel cristallo.
Le autorità dell'immigrazione e di sedimentazione avevano indicato per gli immigranti la destinazione della colonia del Dona Isabel (Bento Gonçalves -RS) .
La famiglia di Strapazzon ha avuta tra altre dirette, in una chiatta, con capacità di trasportare cento persone più di, per il fiume sono caduto fino al villaggio  del Monte Nero
Là avanti dal grande e penosa camminata era cominciato: I treni non hanno esistito, così il bagaglio, così come i piccoli bambini, la gente più è invecchiato e quelle che fossero molto deboli sono state accomodate in lombo dei muli e dei carrelli. Eccessivamente hanno seguito il piede. L'ascesa della gamma della montagna, con la foresta e il envolta densi in nebbia, era noiosa e pericolosa. Avevano occorr i giorni alla vittoria aclive bagnano, capovolto dei abissi, léguas e léguas, in una strada fatta male, in pieno di alti e di bassos, molti pietras e bucas, mangiando dove era possibile ed addormentato in tende improvvisate il lato della strada.
Dopo determinati giorni di sofferenza, infine erano arrivati a la sognata Dona  Isabel, più necessariamente ad una linea denominata di Palmeiro del posto, dove la distribuzione dei lotti è stata fatta, già delimitato.
Misura del lotto 71 la famiglia di Strapazzon, dopo la Linea San Pietro, oggi città di Bento Gonçalves-RS.  Santo Strapazzon e Giustina Grando hanno aiutato dai bambini più grandi, Giuseppe, Ângelo, e Giovanni, erano stati stabiliti, avevano costruito una casa rustica, avevano piantato i semi che conducono la vita dei pionieri con una grande difficoltà .
Ai pochi, erano stati se adaptando e sopraviviendo.
Nel giorno 18/11/1877, Giuseppe, il figlio più vecchio, è sposato Ângela  Maddalozzo, Italiana, figlia di Mosé Maddalozzo e di Catterina Secco, abitante, nel lotto 77. Giuseppe è morto a  07/03/1893, con 38 anni, affidando quattro pochi bambini ed il vedovo che più successivamente al 23/04/1905, è  sposato Pietro Crestani, un bachelor di 37 anni, figlio di Giovanni Battista Crestani e di Isabel Bonatto. Passato due anni, al 18/05/1878, Ângelo è sposato Maria Domênica Maddalozzo, stato nata al 18/10/1856 nel Rocca di Arsié- Belluno, anche figlio di Mosé Maddalozzo e di Catterina Secco.
Due anni più successivamente, al 08/04/1780, Giovanni è  sposato Enela Crestani, (In brasiliano documenta Elena, quindi il nome non lo ha gradito), stato nata al 17/09/1858, in Fontanella - palladio - figlia di Pietro e di Angela Crestani ed abitante del lotto 6. È arrivato al Brasile in 1878.
Più successivamente, al 18/06/1884,  Maria, stato nata al 22/06/1868, è sposato Giacomo Stefanon  l'italiano, stato nato al 25/11/1859, in Arten Belluno, figlio di Gio Battista Stefanon e della Lira di Giacoma, residenti nella linea di Palmeiro, 72. Posto in cui vivono oggi fino ai discendenti della famiglia di Strapazzon. Conservano la stessa casa trasformata nello spaccio di bevande, dove  era  filmate scene il Qu4trilhodella pellicola “di Fábio Barreto. Oggi tranformada, sul posto per turismo.
Maria Strapazzon, (vedovo di Giácomo Stefenon), è sposato Antonio  Strapazzon, figlio di Prosdócimo e Felicita Trevisan.(Antonio era vedovo di Maria Ragoso). Non avevano avuti bambini.
Un mese più successivamente, Matteo inoltre è sposato, al 01/07/1884, con una italiana del nome Marina  Bernardi, stata nata al 16/08/1869 in Trichiana - Belluno, residente nella linea Palmeiro 63, nella stessa regione del Bento Gonçalves RS Ângela
  è sposato il 19/04/1887, con Giovanni Zanivan, figlio di Tiago e di Domenica Pagnuassatti. Entrambi con 17 anni
 di Domenico Strapazzon, 18 anni, è stato sposato il 02/06/1890, con la Vittoria Isotton, figlia di  Giuse Luisa Strapazzon, è stato sopportato nel Brasile in 1880, è stato sposato 23/09/1908 con Fortunatto Barp, 1880 e defunti uno al 15/08/1954 in Bento Gonçalves, figlio di Giovanni e di Luisa Fiori.
Domenica Strapazzon, 1883 sono stati sopportati, in Bento Gonçalves - RS, c.il 22/06/1904 con João Merlin 22 anni, figlio di Pietro e di Lúcia Barachini
e Maria Fabris,
 
È per tutto questo che oggi, vorrebbe unire ogni dei discendenti della famiglia e dei irmanados di Strapazzon, nella preparazione loro commemorare insieme i 130 anni di vita nel Brasile, con molto orgoglio, quindi lo stessi continua a funzionare nella nostra anima di bravery delle vene, fede, artiglio e determinazione di nostri ancestral e come, uso fatto vincere qualsiasi sfida nella conquista dei nostri sogni ed obiettivi.
Come il dio in loro protegge e benedicci a tutti!

Clara Strapazzon

 

 

 
                                                                                                  
1