Harry Potter e a Pedra Filosofal

A saga do famoso Harry Potter inicia sua jornada nas telas de cinema com esse filme, dirigido por Chris Columbos. Naturalmente fazer a adaptação de um mega-sucesso do porte da saga de Joanne Katerine Rowling não é uma tarefa fácil principalmente quando se tem a tarefa de conciliar os interesse dos fãs do original e de espectadores que nunca sequer viram a capa de qualquer dos livros.

Eu pessoalmente, logo após ter lido a série, esperava mais do filme. Não só pelo sucesso do livro como também pelos inacreditáveis investimentos da Warner para execução do longa – um dos filmes mais caros da história do cinema. Obviamente muitos outros pottermaníacos não ficaram satisfeitos e as reclamações são diversas desde a falta de ousadia do diretor até falhas de adaptação e infantilização da saga.

Apesar disso é reconfortante a consciência de que poderia ter sido muito, muito pior. Isso porque se diz que os planos iniciais para o longa eram de mudar a sede de Hogwarts de Londres para Nova Iorque, além de contratar apenas atores estadunidenses para representar os protagonistas. Felizmente esses planos absurdos foram vetados por Rowling que em proteção a sua série impôs a fidelidade ao original. Ou então acabaríamos nos deparando com outra “preciosidade” como a adaptação de O código Da Vinci entre outros.

A dedicação de Rowling à Harry Potter também nos livrou dos atores não-ingleses, ao menos, entre os protagonistas. Todos os nomes escolhidos para a série são de grandes atores, merecendo especial atenção Alan Rickman, como professor Snape. Além de perfeitamente caracterizado o ator interpreta com excelência o malvado professor de poções. Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint são respectivamente Harry, Rony e Hermione. Não poderia dizer que eles são espetaculares, mas se saem bem e fisicamente parecem ter sido criados para os papéis.


A adaptação talvez não retrate fielmente a imaginação dos fãs, no entanto se mantém fiel ao livro, portanto nessa saga de a Pedra filosofal, nós vemos a introdução ao mudo mágico de Harry Potter. Esse processo delicado de introduzir os conceitos de um mundo novo não é tarefa fácil, levando-se em conta que público alvo é tão distinto que vai desde crianças até adultos. Ainda mais difícil é manter o ritmo de ação e seguir o cronograma do livro sem se desviar do primeiro objetivo.

É tendo em vista essas dificuldades que devemos analisar o primeiro filme. No seu primeiro ano na escola de magia e bruxaria de Hogwarts, Harry conhece o mundo da magia. Ele descobre a verdadeira história de seus pais, o porquê de seus tios o odiarem, quem é o lorde das trevas e, principalmente, conhece seus grandes companheiros de jornada Hermione Granger e Ronald Weasley, que o acompanharam por vários anos na aprendizagem e nas descobertas da magia e das emoções.

Após a apresentação inicial a aventura segue um ritmo rápido em que se misturam comédia, magia, ação e mistério. Os protagonistas vivem grandes perigos e emoções que tem como desfecho o fatídico encontro com lorde Voldemort. Comparativamente aos outros filmes da série esse é o mais voltado para o publico infantil e o menos movimentado. Mesmo nos momentos do clímax como a revelação de Voldemort não dá para sentir as emoções que seus sucessores transmitem, no entanto levando em consideração as já mencionadas dificuldades pelas quais o diretor passou, eu diria vale a pena assistir Harry Potter e a Pedra Filosofal.

Um resumo mais detalhado da história dos livros de J.K Rowling também pode ser encontrada aqui no Portal S. nas Indicações de Livros.

Sesshoumaru-sama.

Hosted by www.Geocities.ws

1