Playstation 2
Como jogadores de videogames, iremos fazer alguns comentários, reviews, previews, entre outros, sobre jogos que estarão nessa plataforma. Quem tiver um PS2, também poderá ajudar escrevendo notícias, sobre seus jogos ou outras coisas! Se você achar que o review desmereceu o jogo ou superestimou o mesmo, pode enviar comentários ou até novos reviews. Eles serão exibidos aqui. A classificação de nota vai de 0 a 10. Lembrem-se que a nota equivale à época de lançamento do jogo. Os fatores que serão listados aqui são gráficos, onde mostrará a capacidade gráfica do jogo. Som, onde é claro, mostrará o nível sonoro do jogo. O Replay, que é a vontade de você querer jogar o jogo navamente depois de ter zerado ele. A jogabilidade, onde mostrará se o jogo tem bons controles para o seu estilo. Finalmente diversão, que é o empolgamento que o jogo oferece para o jogador. Os jogos estão listados em ordem alfabética. Qualquer mensagem, envie para o e-mail que aparece no home.
Jogos - Reviews
Gráficos:9,5
Som:8,5
Replay:10
Jogabilidade:9,5
Diversão:10
Final:9,0
Imagine o goleiro dando um lançamento perfeito para o lateral, que domina a bola com perfeição e toca de primeira para o meio de campo. Este domina no peito e devolve para o lateral que já passou em disparada pelo canto, realizando um tabela incrível. Pegando a bola, ele cruza com efeito, enganando a zaga e vem o atacante e faz gol de bicicleta. Lindo! Entretanto, a coisa não é tão simples assim.
Todos sabem da realidade que a Konami conseguiu colocar em seus WEs anteriores. Porém, também sabem que, em todos os jogos tinha aquele jeitinho mais fácil de fazer gol, depois que você virava vício no jogo. Este, porém, leva a realidade a níveis nunca vistos antes. Iremos por partes.
No quesito apresentação e gráficos, o jogo está um passo a frente de qualquer jogo de futebol já criado. A interface está bem melhor, com menus mais simples, apresentando "figurinhas" para cada opção. O gráfico em si da partida também está fenomenal. Tirando a torcida, que continua um bando de desenhos se mexendo ao fundo, a imagem do campo está pereita. A movimentação dos jogadores foi totalmente aprimorada, com mais animações nas horas de gols e durante o jogo. O que fiquei mais impressionado quando joguei o jogo pelas primeiras vezes foi fazer um gol em situação de impedimento e ver o jogador sair comemorando o gol que nem um louco, com ele percebe que o bandeirinha havia marcado impedimento. Incrível!
Quanto a jogabilidade, o jogo também está quase perfeito. Com alguns defeitos aqui e ali, os jogadores parecem totalmente reais. Com a implementação de novos dribles, o jogo ficou muito variado. Mas o grande destaque está nas estratégias, formações e jeito de jogar. Grande parte das partidas não se ganham apenas pegando um jogador bom, driblando a zaga inteira adversária e chutando no ângulo, mas sim com boas jogadas de equipe, toques envolventes, marcação, estratégia em geral. Para os fãns de dribles, vou dizer algo triste. A realidade e tanta que a maioria dos dribles são dispensáveis. O que vale mesmo é a equipe. Marcar gols também está muito mais difícil, fazendo com que você pense antes de tentar fazer o gol. Não se pode mais chutar de qualquer jeito, tem que ser com jeito, tirando o goleiro e zaga. Por último em jogabilidade, o campo está maior e os jogadores um pouco mais lentos, fazendo com se pareçã mais com a realidade. É muito mais difícil diminar a bola se ele vier "quadrada", o que faz você pensar no jeito que você passa para o companheiro ao lado, não só mandar a bola para ele.
Falando de som, o jogo está bom, com algumas musiquinhas pop nos menus. O destaque de sons está dentro do jogo, no barulho da torcida em geral. O que me deixa intrigado é que a única torcida que fala algo no jogo é a da Argentina, que grita "Argentina!, Argentina!".
O fatopr replay (jogar o joga sem enjoar) e´o principal. Para aqueles que não têm com quem jogar, o destaque é o Master League Mode, onde você começa com um time sem dinheiro, na segunda divisão e tem que ir ganhando para conseguir dinheiro e comprar novos craques. Além disso, você pode personalizar a camisa, bandeira, nome, etc do seu time, criando seu próprio time.
Como todos os prós têm seus contras, o jogo não é perfeito. Em algumas partes da partida, principalmente se você colocar a câmera do jogo muito longe, o jogo fica com slows-downs, ou seja, lerdo. Também às vezes o goleiro sai do gol sem você mandar (existe o botão de mandar o goleiro sair do gol). Por exemplo, o jogador está indo sozinho em direção ao seu goleiro, e você sabe que ele é um exelente driblador e sabe que ele vai conseguir driblar o seu goleiro se ele for em cima, mesmo assim o goleiro vai, mesmo você não tendo apertado o botão. Tirando o isso, o jogo é d+.
RESUMO:
Se você tem um PS2 ou XBOX e gosta de futebol, não perca tempo e compre logo WE8. Apesar de não ter falado tudo do jogo, como o fato de editar e fazer jogadores, os modos de jogo diferentes, o treino onde você pode treinar habilidades específicas e melhorar seus jogadores no Master League Mode, o fato dos jogadores envelhecerem neste modo, as seleções clássicas presentes no jogo, como jogar, como fazer dribles, etc, garanto que se você gosta de jogos de futebol, não vai se arrenpender desse. Na minha opinião, WE8 é muito superior ao Fifa 2005 e se tiver que escolher um, escolha o primeiro. E sabe porque eu falei que não era tão simples assim fazer um gol daquele no início. É que ainda não consegui fazer gol de bicicleta!(por Mace-Windu)
Gráficos:9,0
Som:9,0
Replay:8,0
Jogabilidade:7,5
Diversão:10
Final:8,9
Com personagens carismáticos, gráficos belíssimos, muitas cenas animadas e, principalmente, uma história fantástica fazem de Metal Gear Solid 2:Sons of Liberty obrigatório para quem gostou do primeiro jogo ou para quem quer embarcar em um jogo cheio de reviravoltas. Antes de tudo, devo afirmar que se você não jogou o primeiro jogo(para PS1 e atualmente com uma versão melhorada para Gamecube) ou leu a história anterior ficará boiando com a continuação da história, com mais fatos surpreendentes e muitos detalhes.
Falo muito da história, pois isso é o maior atrativo do jogo. Se você não gosta de muitas falas, paciência, espionagem, entrigas políticas, entre outras características, afirmo que esse jogo não é para você. Entretanto, se você for o contrário, gostando de filmes como Missão:Impossível I, assistir a muitas falas, com animações e uma história envolvente, esse é o seu jogo. Não posso falar muito da história para não estragar a suspresa, mas digo que se você jogou MTS para PS1 e está ávido por controlar Solid Snake novamente em mais uma perigosa missão levará um susto, mais ou menos depois de 2 horas de jogo. Vários personagens do primeiro jogo estão de volta, como Solid Snake(claro!), Otacon, Revolver Ocelot e outros, dando uma sensação de verdadeira continuação.
Os gráficos do jogo estão belíssimos, com uma alta taxa de frames por segundo. Pela primeira vez podemos realmente ver as expressões faciais dos personagens em suas muitas animações. Vários detalhes não foram esquecidos ao compor os cenários do jogo, como pássaros voando no céu e as gotas de chuva pingando no chão e parede. Os controles estão praticamentes os mesmos, com modificações que só melhoram a movimentação da personagem. Ponto alto do jogo são suas animações, onde há muita ação e falas. Também o jogo ganha um ponto no quesito fala. As vozes são muitos bem dubladas e combinam com as personagens. Em falar em personagens, estes são extremamente carismáticos e com histórias profundas. Os "chefes" do jogo são originais e muito bem amarrados com a trama. Para finalizar, o jogo tem um final louvável com a história estabelecida com o primeiro jogo e liga incrívelmente com a história do terceiro jogo(em breve aqui nos reviews). Mais uma obra-prima de Hideo Kojima.
RESUMO:
Se você gosta de histórias incríveis, com reviravoltas, espionagem, personagens carismáticos, muitas falas, muitas animações e pouca ação, esse é o seu jogo. Caso você goste de ação, não tenha paciência, não goste de jogar 1 hora e ver 30 minutos de animação depois e não goste de muitas falas, passe longe.(por Mace-Windu)
Gráficos:5,0
Som:7,5
Replay:5,5
Jogabilidade:8,0
Diversão:7,5
Final:6,5
Uma espera grandiosa, uma espera decepcionante. Como um admirador da saga de George Lucas, devo admitir que esperava mais de uma jogo como esse. Indo na direção contrária ao filme(que a meu ver é excelente), o jogo é totalmente superficial, não inovando em nada com outros jogos do gênero. Você não precisa se esforçar para passar as fazes do jogo, que são minúsculas e os gráficos são regulares.
Com uma introdução como essa, você deve achar que o jogo é uma porcaria, mas não é. Devo admitir que minha opinião própria influenciou muito essa análise, pois esperava muito desse jogo. Como pontos positivos, o jogo mostra imagens e partes do terceiro filme da saga. O roteiro não foge ao cinema, deixando de inventar alguma coisa ruim para a história. Há muitos golpes possíveis, com muitas combinações fazendo com que amantes do sabre-de-luz gostem mais do jogo. A ação é desenfreada, tendo muitos inimigos ao mesmo tempo na tela. Você pode controlar vários personagens da saga e também existe o modo multiplayer.
Entretanto, o que para muitas pessoas é um elogio, para mim é um ponto negativo quanto ao jogo. O fato do roteiro não fugir ao que é mostrado deixa de incrementar um pouco mais o filme. O fato do jogo ter ações desenfreadas faz com que ele não precise que o jogador pense, apenas apertar os botões em direção aos inimigos. A variedade de golpes é notória, porém quase todos os golpes tem a mesma força, fazendo com que você não precise se aprimorar e matando todos os inimigos com os mesmos golpes fáceis, dando uma sensação de repetição ao jogo. O que fez, contudo, que eu tivesse uma menção negativa com relação ao jogo foi o seu tamanho. É ridiculo você comprar um jogo e zerar ele dois dias depois(meu caso, jogando tres horas por dia). Sei que muitas pessoas não têm tempo de jogar, mas isso já é demais. Para os fãs de Star Wars não desmereço, porém não indico o jogo. Para os outros que tem pouco contato com a saga, é melhor comprar outro jogo deste estilo como God of War.
RESUMO:
O jogo é superficial e rápido. Para os fãs de Star Wars, o jogo é bom, com uma boa dose de diversão. Para aqueles que não gostam de Star Wars ou é um pouco mais detalhista, o jogo é regular, sendo ruim para alguns.(por Mace-Windu)
Gráficos:9,0
Som:10
Replay:8,0
Jogabilidade:7,0
Diversão:8,0
Final:8,2
Medal of Honor já é um famoso FPS(first person shotter) de Segunda Guerra Mundial e continua a lançar títulos um atrás do outro. Esse foi um dos primeiros para o PS2 e não decepcionou. "Amantes" da Segunda Guerra Mundial vão babar com a entrada da primeira fase do jogo. O jogo já começa com uma das cenas de maior ação já vistas em um videogame, o Dia D. Transportanto o jogador para na pele de um soldado qualquer no desmbarque da Normandia, o clima de tensão é muito realista. Você começa em bote que vai em direção ao fogo cruzado na praia(igual ao Resgate do Soldado Ryan). O nervosismo aumenta a cada vez que o controle Dual Shock treme em suas mãos, com um avião passando atirando e etc. Não vou falar muito mais sobre isso, mas o impacto inicial é um dos melhores já feitos em jogos de guerra.
Seguindo o roteiro, você começa a fazer missões especiais em terrenos cada vez mais hostis. Utilizando um acervo regular de armas, você deverá passar por cidades destruidas, pontes sob controle dos alemães e outras locações cumprindo seus objetivos. A jogabilidade também é regular, não acrescentando muita precisão no controle das armas, mas também não chegando a atrapalhar. A inteligência dos soldados inimigos é bem feita, com os clássicos chutes em granadas arremessadas. Os gráficos são excelentes, com cores vivas e diferentes para cada locação. Grandes casas podem ser vistas de longe, não aparecendo somente quando você chega perto. O ponto alto do jogo, porém, é o som. A cada tiroteio, você pode sentir os tiros com sons incrivelmente reais. As músicas do jogo são perfeitas, contribuindo para a empolgação da hora do jogo. Foi reunida uma orquestra especialmente para a criação desse jogo, o que pode ser visto nos extras do jogo. Além disso, o jogo conta com diversos vídeos da Grande Guerra entre as missões, para aqueles que, além de jogar, gostam também da parte histórica do jogo. Mais jogos Medal of Honor estarão aqui em reviews assim que possível(já foram lançados depois deste:MoH Rising Sun e MoH European Assault).
RESUMO:
Para quem gosta de jogos de guerra em primeira pessoa, com muitos tiroteios pela Europa, ótimos gráficos e um som impecável, esse jogo é realmente bom para você. Se você gostou de Allied Assault, irá gostar também desse.(por Mace-Windu)
Gráficos:9,3
Som:9,0
Replay:9,5
Jogabilidade:9,4
Diversão:9,4
Final:9,3
Soul Calibur 2 já é famoso para quem conhece Soul Edge, do Playstation 1. Para aqueles que ainda não conhecem, esse é um jogo de luta com armas brancas(facas, espadas, bastões...). Apesar do sucesso de jogos como Tekken 5 e Mortal Kombat, Soul Calibur 2 ainda reina, a meu ver, como o melhor jogo de luta do estilo clássico(bate em baixo e em cima). Seguindo uma história interessante, o jogo oferece vários personagens para se degladiarem em cenários bem feitos e detalhados. O jogo segue o esquema de existir vários personagens de localidades diferentes da época, usando seus respectivos estilos de luta. Por exemplo, há um esgrimista europeu, uma lutador de bastão da China e é claro, um samurai japonês, entre outros. Cada personagem tem sua própria história, o que é muito interessante se você quiser se aprofundar no jogo. Os gráficos estão belos, com destaque para a movimentação dos lutadores, que é muito bem feita. Dá até para ver o vapor saindo da boca dos personagens quando estão lutando em um cenário frio. A movimentação das roupas também está muito boa. As fases seguem várias localidades do mundo, com suas respectivas arquiteturas. O som está excelente, com músicas satisfatórias para cada fase e o tilintar das armas se chocando está perfeita. O fator replay é muito alto, se você tiver amigos por perto. Seguindo a maioria dos jogos de luta, a graça é jogar contra humanos. Os lutadores controlados pelo computador estão regulares, mas sofre os mesmo problemas de todos os jogos de luta, eles atacam sem estratégia e etc. o modo Weapon Master, onde você libera praticamente todos os extras, como novas armas e roupas é interessante. Entretanto, após algum tempo esse modo se torna repetitivo e enjoado, fazendo com que você o jogue apenas para liberar os segredos. Há bastantes golpes para se aprender e cada lutador requer que você jogue com uma estratégia diferente. O destaque está para o número de armas diferentes que o seu lutador pode usar nas batalhas, possibilitando diversos meios de lutar. por exemplo, há armas que recuperam vida, outras que gastam mais a vida do openente, e por aí vai. Um dos poucos contras desse jogo é que o final de cada lutador não tem uma animação(como Tekken 5), somente desenhos e escrituras. Porém, a diversão é garantida!Aliás, para cada console, há um personagem único. No PS2 é o Heihachi, do Tekken. No Gamecube, é o Link, de Zelda. No Xbox, é o Spawn, das revistas em quadrinhos. Uma notícia, Soul Calibur 3 já vai ser lançado nesse ano de 2005.
RESUMO:
Um jogo de luta com movimentação excelente, personagens interessantes e balanceados, gráficos bons e músicas satisfatórias. Se você quer se divertir com seu amigo em um bom combate, esse é o jogo. Porém, se a pressa não for tanta, espere por Soul Calibur 3, que ainda vai ser lançado nesse ano de 2005.(por Mace-Windu)
Gráficos:10
Som:9,5
Replay:9,0
Jogabilidade:8,0
Diversão:8,5
Final:8,7
Alguns acham esse o melhor jogo de FPS (tiro em primeira pessoa) do Playstation 2, outros que têm o melhor gráfico desse geração. Acho que cada um tem um porquê para ter essa opinião. Sem dúvida, Black é um jogo indipensável para quem gosta de FPS. Sendo um dos melhores do PS 2, senão o melhor, o jogo é totalmente novo. Tudo parece estar participando do cenário. Cada pedaço pode ser destruido, cada lugar pode abrigar um inimigo, além de ter gráficos primorosos. Enfim, vamos à análise metódica de sempre. Já que mencionei eles, vamos pelos gráficos. Esse, sem dúvida, é um dos grandes diferenciais do jogo. Gráficos que parecem ter sido importados da próxima geração estão aqui, no PS 2. O sol, a grama, casa, prédio, até as armas estão em perfeitos estados. Poucos serrilhados e um brilho nunca antes visto em um jogo de FPS para PS2. Se você é daqueles que gostam de gráficos, esse é o seu jogo. Ponho a minhão mão no fogo se você olhar para esse jogo e não achá-lo um obra-prima gráfica. Como já disse, tudo parece explodir nesse jogo. Cada canto de cenário aguarda que você mire e atire nele. Explosões como nunca vistas antes. Black é o jogo da destruição, onde pela primeira vez fiquei com vontade de ser um mal jogador de FPS e sair atirando no cenário ao invés de nos inimigos. O som também está demais. Com músicas orquestradas que fazem você se arrepiar todo, o jogo segue um linha de dificuldade. Quanto mais você anda, mas as músicas tomam aquele tom de drama, tendo uma orquestra toda por trás dos tiros e suspenses do que virá na próxima construção. Também notão para o jogo.A jogabilidade é boa, mas não inova em nada dos últimos jogos de primeira pessoa. Todos os velhos movimentos já conheciodos funcionam aqui: jogar granadas em construções, andar de lado atirando, etc. Pelo menos não há nada de ruim com a jogabilidade. O velho "não inovei mas não estraguei". A divesão vai depender de cada um, do seu estilo de jogo. Ele tanto comporta jogadores que não querem levar um tiro durante tod a fase, ir silenciosamente ou entao os Rambos da vida que querem levar tudo pelos ares. No fator replay, o modo de um jogador é muito bom, mas a falta de um multiplayer pesa muito.Se fosse isso, esse jogo seria com certeza o melhor de tiro para PS 2.
RESUMO
Se você gosta de Tiro em Primeira Pessoa, esse é obrigatório para você. Um dos melhores jogos de tiro e até um dos melhores do Playstation 2! Sinta o prazer de atirar com lindos gráficos e um cenário totalmente destrutível. (por Mace Windu)
Gráficos:8,5
Som:7,5
Replay:7,5
Jogabilidade:8,0
Diversão:8,0
Final:8,3
Mais um jogo sobre a Segunda Guerra Mundial. É assim que a maioria das pessoas reagem quando veêm esse jogo pela primeira vez. Para falar a verdade, isso realmente já está um pouco cansativo. Parece que o mundo é um lugar de paz e a única guerra que existiu no mundo foi essa. Ainda bem que BiA tem alguns fatores novos que te dão vontade de continuar jogando, mesmo sabendo quem vai ganhar a guerra. Sobre esses fatores, o principal é que você não está sozinho como na maioria dos jogos. Aqui você é o líder de um pelotão de paraquedistas(Airborne) e têm de lidar com seus comandados na guerra. Em BiA, você terá de dar ordens aos seus comandados para conseguir se sair de várias situações, utilizando estratégias de combate. Por exemplo, você pode mandar alguns soldados suprimirem fogo de um inimigo e você mesmo flanquear o mesmo para pegá-lo de surpresa. O fato de você estar com várias pessoas ao seu lado garante uma sensação de realismo maior de guerra. Você não é o supersoldado que faz tudo sozinho.
Outro fator muito relevante é acompanhar o decorrer da guerra do ponto de vista emocional dos soldados. Achei que ficou muito legal o fato de terem se preocupado em mostrar essa parte da guerra. Seus homens e até seu personagem mesmo sofrem com o decorrer da guerra, e com os amigos que morrem. Falando agora da parte técnica, o som do jogo deixa a desejar. As fases não tem música, não sei se era proposital para dar um ar de realismo, mas acho que exageraram em tirar todas as músicas. O som das armas apenas é satisfatório. Os gráficos estão bons, com alguns cenários de cidades muito bem feitas, porém muitas fases se passam em matas, tornando o visual um pouco repetitivo às vezes. A jogabilidade é boa. É muito fácil dar ordens às suas tropas, o que ajuda na hora do tiroteio. A única coisa que atrapalha é quando você dá tiros de metralhadora sem fazer uso da mira especial e vê que quase nenhum tiro pega no inimigo, apesar de estar mirando lá. Para quem gosta de jogos de combates, mas um pouco de realidade para variar, vai gostar desse jogo, onde a maior parte do tempo se passa entricheirado, tentando acertar um inimigo também escondido. Pode-se também fazer uso de um modo onde aparece a situação do momento de uma câmera de cima, para ajudá-lo a tomar as decisões corretas. Isso faz com que você veja o que tem que fazer para perder o mínimo de homens. Muito bacana!
RESUMO:
Para aqueles que querem experimentar um jogo diferente, onde você tem de dar ordens aos seus colegas de combate, ficar entricheirado a maior parte do tempo. Um jogo de guerra um pouco mais "calmo e real", esse jogo pode te render um bom divertimento. A continuação desse sai nesse ano de 2005.(por Mace-Windu)
Gráficos:9,0
Som:9,0
Replay:9,5
Jogabilidade:9,5
Diversão:9,5
Final:9,6
Esse jogo dispensa comentários né? Quem nunca jogou um GTA na vida? Lembra-se quando o povo se reunia na sala e ficava vendo aquele carrinho, por cima, e tentava ver quem conseguia escapar da polícia por mais tempo? Com a chegada de GTA 3 as pessoas ficaram pesarosa se a qualidade seria a mesma. Provou ser. Logo em seguida veio Vice City, continuando com a qualidade de sempre. E agora? em que melhorar? Era a pergunta que mas dava medo nas pessoas. Para a grata satisfação dos usuários gamísticos, San Andreas deu conta do recado. Com uma história legal, em que mostra Carl Johnson (CJ) voltando para casa após sua mãe morrer e tenta restaurar a honra de sua gangue (Groove Street) é apenas o começo. Várias coisas ainda ocorrem durante o jogo, com muitas falas e missões (algumas bem difíceis por sinal). Em falar em missões, são tantas que o jogo acaba sendo infinito. Se você contar com as missões extras e as de bônus, pode se dizer que vai precisar de muitas horas de jogatina para ao menos se dar conta do tamanho. Vários carros e outros meios de locomoção foram acrescentados, o que eu faz as pessoas se sentirem jogando um novo GTA de verdade. Apesar de todas a missões, do tamanho do mapa (que agora é gigantesco) e dos extras do jogo, sabemos que a maioria dos jogadores ficam só andando e matando o povo por aí, querendo escapar da polícia né? Até nesse fator o jogo melhorou. Os policias agora parecem que ficaram menos burros e ficam menos travados em certos lugares (mas ainda travam as vezes, hehe). Novos meios de fuga também aumentaram o fator replay desse jogo. Como sempre, muitas músicas também estão disponíveis nas rádios do jogo! Até dá para ouvir programas inteiros no seu rádio. Demais. O jogo é tão vasto que não conseguiria escrever tudo aqui. Resumindo, é sensacional!
RESUMO
O jogo é D+. Se você jogou os outros, sabe o que te espera neste. Se você nunca jogou um GTA, um bom momento para começar. Muitas aventuras esperam por você nesse jogo. Só um detalhe, lembre-se que é para maiores esse jogo hein? Hehehe. Já sabe o que vai encontrar de vez em quando!(por Mace-Windu)
Gráficos:9,5
Som:9,5
Replay:9,0
Jogabilidade:8,5
Diversão:10
Final:9,4
Primeira pergunta: Você já jogou os outros Metal Gear antes? se a resposta for negativa, volta lá e jogue!! Sendo positiva, posso começar esse review!
Se você gostou dos outros, não sabe o que te aguarda nesse jogo. Primeiramente, quando se joga o MGS 2, se tem aquele espanto. Você controlaria Raiden por 90% do jogo, algo inesperado na época e que não foi bem-vinda por todos os fãs da série. Esse "problema" foi solucionado nesse jogo, pois você não apenas volta a controlar Solid Snake, e sim o grande Big Boss. O jogo se passa na Guerra Fria, logo após os eventos da Crise dos Mísseis. O clima está tenso entre os blocos ocidentais e orientais. Com muito mistério, e clima de espionagem que você agirá nesse. Logo no início do jogo, já se percebe que algo bom está por vir! A maneira como Snake pula de paráquedas já mostra a emoção do momento. Depois, ao controlar o personagem pela primeira vez, você vê como os gráficos são caprichados, com uma vegetação realíssima ao seu redor. Durante o decorrer do jogo, você terá que se virar por conta própria, caçando seu "almoço" toda hora. Isso dá uma sensação de sobrevivência, algo que chega ao pico na série. Agora também, a tecnologia não é tão avançada como antes, sendo preciso mais estratégia por parte do jogador. Não há aquele mapa com os soldados fazendo rondas. Foi substituido por outros aparelhos, que você irá descobrir na hora que jogar. O som do jogo está impecável, como sempre na série Metal Gear. Várias músicas instrumentais, assim como músicas cantadas no estilo 007 (como o tema do jogo) fazem dele único. Também há o quesito dublagem. Apesar de as falas não sairem exatamente com o mexer dos lábios, as vozes estão bem feitas, com os mesmos dubladores de sempre. A jogabilidade também está muito boa. Tirando a parte da câmera, que atrapalha às vezes por ser muito estática, sendo sempre de cima do personagem, ou de um lado só, a movimentação do personagem está ótima. Vários movimentos foram incorporados no personagem, como as técnicas de CQC (você irá saber melhor ao jogar), o que dá mais mobilidade ao jogador.
O jogo é muito divertido, e como sempre, a história é extremamente bem orquestrada, com vários personagens legais. Em falar nisso, os chefes são excelentes, com a grande The Boss encabeçando os Cobras, uma unidade de elite que você terá que batalhar contra no decorrer do jogo. Cada chefe, como sempre, tem poderes especias e você precisará utilizar da inteligência para derrotá-los. Em questão de personagem, um ponto legal é ver Revolver Ocelot ainda jovem, mas já com muita habilidade. Não falarei mais pra não estragar a surpresa! Em resumo, a história é excelente e te prenderá até o final, com vídeos muito bons. Não deixe de jogar esse jogaço!
RESUMO
Um outro Metal Gear que leva o nome da série mais ao alto ainda. Um jogo espetacular (se você tiver gostado dos outros), e muito bom para aqueles que jogarem pela primeira vez esse (apesar de não entender muito bem a história). Um ótimo jogo que merece ser jogado até por aqueles que não gostam do gênero. Opinião pessoal: Muito melhor que qualquer Splinter Cell. Jogue!(por Mace-Windu)
Gráficos:10,0
Som:90,0
Replay:8,5
Jogabilidade:10,0
Diversão:10,0
Final:9,5
Nesse jogo você terá diversão certa, por que ele possui uma interface muito bonita, músicas muito legais e uma jogabilidade que eu realmente desconhecia antes do dia que comprei ele. Logo, na abertura do jogo você já vai experimentar um pouco da magia dessa super série, realmente ela foi muito bem feita e o traços são feitos exatamente para se encaixarem nos do anime. No menu do jogo você terá como principais opções de diversão o modo “Dragon Universe”(Universo Dragon Ball) e o modo duelo. No primeiro você terá acesso a toda magia da saga com um incrível arsenal de caminhos diferentes a seguir e poderá usar um grande número de personagens, os mocinhos ou vilões, lá você irá do finalzinho do Dragon ball até o final da saga GT, e poderá conseguir cada transformação ou golpe que você viu no anime e nos filmes da série. Também poderá comprar e vender magias e criar dimensões paralelas que nem no anime existem. Para mim a única falha dessa opção Rpg é que em alguns aspectos como, por exemplo, o Goku virando Super Sayajin 4 o jogo abandona totalmente a história do anime e inventa sua própria (Que é tosca !) . Já no modo de Duelos você vai encontrar alguns cenários realmente lindos e com os quais você poderá interagir de muitas maneiras já que lá você encontrará não só o seu adversário como dinossauros e coisas desse tipo (Nada que atrapalhe a luta !) e também poderá usar ataques devastadores que vão mudar o cenário inteiro.
Bom, agora falando mais especificamente dos aspectos técnicos do jogo eu devo confessar que nunca vi um jogo mais impressionante (e olha q eu já vi muitos ! ). Acredite! Você pode fazer tudo ! Pode teleportar, se transformar, usar todo tipo de golpe, pode explodir metade do planeta, pode fazer disputa de força, pode dar as seqüências de golpes mais incríveis e tudo isso usando um pouco de inteligência e habilidade na hora de usar o seu Ki. Além do mais as magias são realmente questão de pura estratégia. O jogo é sensacional em música, gráfico e em tudo que eu possa me recordar agora. Muito aconselhável.
RESUMO: O jogo tem tudo que poderia ter jogabilidade, história, estratégia, beleza e sobretudo ele é fiel a história, excetuando, em parte, o Dragon Universe. É um jogo D+ mesmo para quem não gosta de DB, DBZ e DBGT, eu aconselho, porque mais do que o jogo de um ótimo anime ele é também um jogo excepcionalmente bem feito.
POR: Sesshoumaru-sama
Gráficos:10,0
Som:10,0
Replay:7,5
Jogabilidade:10,0
Diversão:6,0
Final:7,0
Sobre a série de Harry Potter acho que os comentários são dispensáveis depois de tudo que os filmes e os livros já fizeram, não é !? Mas e o jogo? Bom, nesse caso a história já é diferente eu confesso que como grande fã da série me decepcionei um pouco. O jogo é legalzinho, mas para mim não passa disso, ao contrário da série dos livros e filmes. Se você for jogar Harry Potter e a Câmara Secreta encontrará uma história razoavelmente fiel a dos livros e bastante diversão em se sentir como o Harry nas tarefas diárias dele como enfrentar seu grande rival Draco Malfoy, ou então, em jogar as emocionantes partidas de Quadribol. De qualquer forma para mim o maior defeito desse jogo se tornou a seqüência de não-aventuras (o jogo é meio parado ! ) e a facilidade de vencer os chefões, mas ainda assim é muito divertido usar as magias que você sempre viu Harry usar nos filmes e livros.
Também nesse jogo é muito importante você pensar, já que ele se baseia em segredos e esconderijos a jogabilidade é bastante alta, mas da a sensação de que falta algo. Ahh... seria injusto não comentar a beleza do jogo, pois a abertura dele(uma cena totalmente inventada, mas boa ) e a cena em que ele começam o ano letivo(Com Rony e Harry voando para Hogwarts) é realmente bela e representa bem o livro. Você enfrentará algumas missões bobinhas como lutar contra uma máquina de lavar roupas, lutar contra um duenzinho e passar o jogo inteiro atrás de umas cartas chatas, mas para quem é muito fã da série como eu ^_^ é uma experiência valida.
Como último os aspecto de análise vou dizer a vocês que o jogo é realmente uma superprodução, pode não ter sido tão bem feito, mas é realmente bom no que se refere a gráfico, e músicas ele é muito bacana esse, para mim, é o ponto forte dele. Mas nesse jogo diferentemente dos seus sucessores você só poderá jogar com Harry, nada de Rony ou Hermione.
POR : Sesshoumaru-sama
Gráficos:9,5
Som:10,0
Replay:8,5
Jogabilidade:9,5
Diversão:10,0
Final:9,5
Esse é o típico jogo que faz história! Considerado por muitas revistas como o melhor jogo de 2005, God of War realmente é impressionante. Logo no início do jogo, você percebe como ele é bem feito, com sua animação de entrada em que mostra Kratos (personagem principal) tentando se matar ao se jogar de um precipício. Dá para perceber também que a história do jogo é muito bem orquestrada, pois já começa no fim e mostra como tudo aconteceu para se chegar àquela conclusão. Um ótimo jogo! No quesito gráfico, não há do que reclamar. As imagens são bem trabalhadas, com ótimas cenas em CG no decorrer do jogo e com surpreendentes cenas de fundo enquanto você joga. Nas batalhas frenéticas, percebe-se que não há slow-downs, o que é um ponto positivo para o jogo. São paisagens lindas ao decorrer do jogo. Além disso, há grandes monstros muito bem feitos, com poucos serrilhados.
Na área de som, pela nota que o jogo recebeu, dá para perceber como é bem orquestrado! São músicas empolgantes, em que exprime todo o épico vivido por Kratos em busca do seu objetivo (não irei dizer para não estragar a surpresa). Imagine você, lutando com ordas de monstros com aquela música especial no fundo? Lindo!!! Ainda mais quando você toma aquele susto e a música ainda faz você ficar com o coração na mão! Na área de jogabilidade, o jogo se saiu otimamente bem. Os golpes saem com naturalidade, podendo-se executar vários combos de maneira fácil e sem precisar ficar pensando em que botão apertar. Os criadores do jogo se sairam muito bem nesse aspecto, pois jogos dessa caregoria geralmente apresentam problemas de controle, o que não há aqui. O jogo também tem um bom método de evolução de armas e habilidades no decorrer do jogo. A câmera do jogo, apesar de fixa, não atrapalha na maioria das vezes. Imagine enfrentado vários monstros que, no decorrer do jogo, precisam de estratégias diferentes para serem derrotados? Ou melhor, entre um e outro combate, puzzles inteligentes e criativos? Enfim, a jogabilidade está muito acima do esperado. É garantia certa de diversão. O jogo flui naturalmente, e você é envolvido pela história, pelas lutas, gráficos incríveis e puzzles criativos. Se você gosta de jogos épicos, ou melhor, gosta de jogos originais, com uma ótima música, com um nível de dificuldade interessante, que nem é fácil, nem impossível demais, esse é o seu jogo. De longe o melhor jogo deste estilo em muito tempo!
RESUMO
Um ótimo jogo disponível para você, com ótimas músicas, bons gráficos e jogabilidade envolvente. Um jogo divertido e mais sério: muito sangue e algumas partes físicas de mulheres aparecem no jogo, rsrsrs, mas nem por isso um GTA da vida. Jogue esse jogo e você se sentirá o verdadeiro "Deus da Guerra" da Grécia antiga. (por Mace-Windu)
Gráficos:9,5
Som:10,0
Replay:8,5
Jogabilidade:9,6
Diversão:10,0
Final:9,4
Ô jogo bom! Sabe quando se joga o primeiro jogo e fica receoso quando é anunciado uma sequência? Pois é, fiquei assim depois de ter jogado God of War 1. O jogo era tão bom que seria difícil manter o mesmo nível. Entretanto, os deuses do Olimpo cuidaram bem da produção e o que saiu foi uma obra-prima. Kratos agora o Deus da Guerra, reina meio isolado dos outros deuses, que não suportam que um mortal detenha tanto poder e que destrua uma cidade após outra juntamente com o exército de esparta. Eles então, encabeçados por ninguém menos ninguém mais que Zeus, se voltam contra Kratos que terá que utilizar todas as suas forças para lutar não apenas contra o Deus da guerra, mas contra o Deus supremo Zeus. Para isso, ele contará com alguma ajuda que não irei dizer aqui. Mas voltando ao jogo, os gráficos estão lindos, até melhores que no jogo um. Parece que é o alge do Playstation 2, com montanhas, cachoeiras, nuvens, tudo perfeito e sem slow downs. O som, como sempre, está impecável!!! Com músicas que empolgam cada combate e enigma, Kratos demonstra toda a sua brutalidade em golpes arrasadores e com uma jogabilidade também muito boa. Tudo sai muito intuitivamente, não precisando decorar milhares de butões para se fazer um super combo. Os inimigos também foram revitalizados, com vários sequências onde se tem que apertar os butões na hora correta. Enquanto você vai apertando, Kratos mostra mais uma vez infindáveis acrobacias e todas as suas habilidades com suas lâminas e correntes contra inimigos grandiosos e poderosos. Diversão é garantida! É muito difícil você para de jogar por enjôo, pois o jogo é fluído. Não fica preso dentro de uma sala por muito tempo, percorrendo vários tipos de cenários sem você perceber que já ficou horas na frente do videogame. Esse é um daqueles que, se você tiver um playstation 2 deve ter como coleção. Muuuuuito bom!
RESUMO
Compre e mostre que você é o Deus da Guerra com gráficos belíssimos, golpes perfeitos e uma música de arrepiar. Está na lista de obrigatórios!
Gráficos:9,5
Som:9,5
Replay:7,5
Jogabilidade:9,0
Diversão:9,0
Final:8,5
Um grande título em matéria de aviões. Ace Combat continua a série não devendo nada a outros jogos de simulador de vôo para PS2. Neste jogo, vc é um piloto que acaba embarcando em uma guerra contra o país vizinho (as pessoas que conehcem a sério já devem saber dos nomes e etc). Se você deixar a tela "press start" parada, verá o trailer do jogo que já dá uma imagem de como será o resto: muita emoção, com combates aéres muito bem orquestrados, uma história empolgante por trás. Os gráficos são lindo, com o céu, nuvens e o terreno muito bem delineados. Os aviões apresentam gráficos bem feitos, e o jogo não caio o rating por causa de muitas aeronaves na tela. Um ponto muito positivo do jogo. Também existem muitas cenas em CG durante o jogo, que elevam o patamar gráfico muito acima da média. A Namco mostra porque em todos os seus jogos é conhecida pelos CGs que produz. O som também é outra característica muito bem acompanhada neste título. Com enxurradas de falas durante a missão, músicas que combinam com o ambiente vivido e o som dos mísseis, tiros e outros fazendo você se sentir em meio a um combate aéreo. Ponto alto para as falas incessantes de seus companheiros, que dá um realismo à mais nas missões. A jogabilidade também está muito boa, com poucos botões para se apertar, o que faz com que aqueles não muito familiarizados com vários comandos para se apertar. Para as pessoas que buscam um simulador real, podem ficar um pouco decepcionada, pos aqui apenas botões básicos existem. Mas seria até inviável colocar muitos comandod e avião em um controle de play 2, por isso considero um ponto positivo. Em geral o jogo é bem divertido, fazendo você ficar tenso nas missões e te prendendo com a história. Há, porém, depois disso tudo um fator muito negativo no jogo, as falta de multiplayer. Isso reduz e muito o fator replay do jogo. É fundamental que um jogo de combate aére tenha multiplayer, ou on-line, ou até no videogame mesmo. Missões cooperativas também seriam muito bem vindas aqui. Mas tirando esse ponto negativo, o jogo é ótimo e irá superar suas expectativas. Preste atenção ao replay de cada missão, rever suas manobras por outro ângulo é d+.
RESUMO
Um ótimo título de avião para PS2. Muita emoção com combates fantásticos te aguardem nesse jogo. Só faltou o multiplayer mesmo.(por Mace-Windu)
FICHA TÉCNICA
Developer: Square Enix
Publisher: Square Enix
Estilo: RPG
Data de Lançamento: 17/12/2001
NOTA
9.3
"Se você estava esperando pelo RolePlay definitivo de Play2, aqui está!"
Não existe série gamística mais aclamada pela crítica e gamers em geral e que tenha sido tão longeva. Final Fantasy já trilhou MUITO caminho, estando na sua primeira versão de dois dígitos. Isso, claro, quando se fala numa "oficial", já que são inúmeros os títulos paralelos. E eu arrisco prever que esse não é o fim. Não é sequer o meio. É o início de algo realmente grande… Mas, parando de pensar no PlayStation3 e nas maravilhas que seriam um Final XIII e um XIV, paremos um pouco e analisemos o primeiro dos FF a sair para PlayStation2!
Claro que tanto rebuliço por FF10 – desde que FF9 saíra já estava planejado este - seria em vão se a Square posse tudo a perder, o que não é o caso aqui: é o game mais longo de PS2 (até o X-2, no mínimo), tem gráficos muito mais avançados que os da versão anterior, enredo novamente fantástico e muitas coisas trazidas do passado para alegria dos mais nostálgicos (o sistema de combates baseado em turnos pré-definidos e facultativamente aleatórios – se pareceu confuso apenas prossiga com a leitura -, o sistema de evolução dos personagens, etc).
Antes de tudo, não é um jogo para jogar alguns minutos cada dia. Seus longos diálogos, cenas e batalhas exigirão um pouco mais de disposição da sua parte... Se você pensava que a Square abriria o título a uma audiência maior e tornaria as coisas mais fáceis aqui, ledo engano: no mínimo são 40 horas para finalizar o game linearmente, mais outras 40 para terminar as infinitas side quests de todos os discos. Uma coisa é certa: em muitos pontos você se verá encurralado e talvez pense que sequer chegará ao final antes de Lex Luthor derrubar 1 tonelada de criptonita na sua cabeça pensando ser você Superman e te matar (ok, foi horrível...)!
Mas não se sinta intimidado se não se acha um viciado em games ou que este pode não ser o melhor Final Fantasy para começar caso nunca tenha jogado um FF antes. Pode não ser o melhor mesmo, mas tem um ótimo Tutorial Mode para prepará-lo um pouco, especialmente nas explicações das Sphere Grids. Ao contrário do que alguns possam pensar, o enredo é zerado em relação aos anteriores, ou seja, não tem nada a ver, nem os personagens. Você vai gostar de não ter que ler sobre eles em outros títulos para entender 100% dos acontecimentos com os protagonistas. Mas, para os hardcore gamers, ainda há referências a aventuras passadas em um ou outro diálogo despretensiosos.
O visual dos "caras" de FF10 é muito parecido com o daquele do VIII (lembra de Squall?). Aqui o principal deles se chama Tidus, um adolescente que só vive enfurnado em roupas esportivas e que exibe um belo cabelo de surfista (você verá que não é á toa)! Mas, diferente dos protagonistas passados, ele não parece tímido com as pessoas e rebelde com o "sistema", mas um garoto extrovertido e que gosta de sua vida. Pode ser que não se simpatize com ele tão rápido (a primeira impressão é de que é bem arrogante), mas o tempo faz com que você veja as similaridades dos caráteres de Tidus e seus "descendentes" – principalmente o senso de humor -, o que em si já faz dele ótima pessoa.
No entanto, mesmo se a simpatia com o surfer aí não vier nunca, você pode contar com seus companheiros! Estes incluem: Auron, swordsman veterano que tem muito pra mostrar agora que decidiu se desvencilhar de seu mestre autoritário; Wakka, um troncudo jogador do blitz do futuro cujas habilidades são desconhecidas de início (além da força); Lulu, uma fria maga negra, de humor da mesma cor; Rikku, uma garota animadinha com uma misteriosa "herança" de seus pais; Yuna, uma bela summoner (convocadora), sobre a qual você lerá mais adiante; e Kimahri, o guardião de Yuna, uma criatura silenciosa que parece filho de um homem com uma leoa - azul! Você aprenderá muito sobre cada um no decorrer do jogo mas, como será possível averiguar, uns enredos se desenvolvem mais que outros.
O avanço dos atributos dos personagens do outro lado da tela é imprescindível em qualquer RPG, mesmo que não um puro. E como FF10 é um PURO, veio com um sistema realmente inovador e caprichado: ao receber pontos em batalhas, você pode usá-los em algo chamado "sphere grid". É como um grande board-game, mais parecendo um labirinto. Em cada parte do grid você achará pontos que aumentam sua força, HP, MP, agilidade e muitas outras coisas que tornam os membros do seu time no mínimo complexos. Você não poderá explorar todo o lugar de cara, obviamente, sendo recomendável retornar quando seus pontos não forem mais suficientes para enfrentar maioria dos inimigos que encontra pela frente, checando se os pontos que estavam bloqueados já não estão mais.
Mas não se vive só de Sphere Grids no mundo fantástico criado pela Square: em algumas ocasiões você ganha propriedades especiais que pode usar nas armas (ataque) e armadura (defesa) para melhorar, também, seu personagem, que sentirá literalmente na pele a melhora de seu equipamento. Para os magos de plantão, saiba que há magias de vários efeitos além de dano no inimigo em si, como as de sono e/ou inatividade temporária, as de handicap físico (cegueira, tontura...) ou as que os fazem agir irracionalmente (golpear a si mesmo, por exemplo).
Os combates estão ligeiramente alterados, voltando a ser com no máximo 3 membros de cada lado, ao invés da guerra de quartetos do IX. A diferença é que você pode chamar todos que estão de fora para integrar a luta, o que teoricamente significa que pode-se ter 7, mesmo que não simultaneamente, pois você deve trocar um pelo outro constantemente. Tudo está bem mais "craniano" por causa de duas mudanças importantes que complementam essa primeira: você tem uma máquina que mede quantos HP os adversários ainda têm e não lutará, portanto, sem saber quanto falta pra acabar, correndo menos riscos de morrer ou de gastar muitos MPs de modo desnecessário; e você finalmente sabe qual a ordem dos inimigos no próximo turno inteiro, o que ajuda-o a planejar entradas alheias para ataques-surpresa que terminem por decidir a batalha a seu favor.
Bahamut destrói! Você pode aumentar seus pontos como se fosse um personagem comum e defender seus personagens com ele numa batalha, mas ele também morre e precisa, de início, ser convocado por Yuna
Mas afinal em torno de quê gira o jogo? Yuna, depois do cara marrento descrito lá em cima, é a mais importante do grupo e os dois "mandam" nos outros, peregrinando por estranhos templos, onde Yuna ganha novos aeons (ver imagem da criatura convocada por ela acima) resolvendo puzzles. O resto, pode crer, são peregrinações sem destino e os personagens só sabem o que vão fazer quando alguém os direciona para um objetivo em específico (pelo menos no início, na primeira mídia – e mesmo assim você ainda conta com a ajuda extra do mapa, que indica com uma seta vermelha o próximo destino), geralmente combater o descomunal inimigo Sin. Isso é que é ser andarilho...
Aliás, Tidus só tem um objetivo claro (ou pelo menos tinha, antes de sua realidade mudar totalmente): ser o maior jogador de Blitzball da História, o esporte que ele pratica. É essencialmente futebol, mas jogado inteiramente na água (a parte absurda é que os jogadores de Blitzball tem um fôlego MONSTRO!). Se você for mergulhar no mundo desse estranho esporte – uau, que trocadilho perfeito! - (só há uma vez em que você é obrigado, mas recomendaria fazê-lo depois de terminar o game), pratique os 12 tutoriais direcionados aos "newbies" e acho que tudo correrá bem. É um sub-modo bastante completo, com direito a recrutamento de novos jogadores no seu time, competição em movimentadas ligas e habilidades fresquinhas vindas para cada um quando as vitórias acontecem, yeah!
Além do Blitz, que tal uma corrida de Chocobos, que não acontece desde FF7? Sim, existe um punhado delas aqui para estender ainda mais sua diversão. E, como se não bastasse jogar futebol submerso e correr em cima de galinhas, dá para aprender um idioma totalmente novo e exclusivo do jogo, letra por letra. É que alguns personagens que podem lhe render itens falam apenas em dialetos regionais incompreensíveis a princípio. Você deve achar itens que desvendam, um por um, cada letra do alfabeto. Idéia impensável para qualquer viciado em Final e que acabou colando! Finalmente algum idioma além do Geral da Terra-Média para se aprender nos RPGs!
Ah sim, o áudio! Que coisa boa... em qualquer FF! Mas espere: esse não é qualquer Final Fantasy! Esse é jogo da série que mais se aproxima dos 100% de diálogos escritos e falados (apenas os mais irrelevantes não tem áudio). Sim, PRATICAMENTE TODOS COM VOZES, seu toupeira! Alguns diálogos estão meio forçados para parecer engraçadões, mas quem liga? Quanto à música, tristes notícias: Nobuo ainda não achou seus melhores dias de SNES. Não quer dizer, necessariamente, que as faixas não prestam, só que não têm aquele feeling de antes. E olha que estávamos na era do cartucho e agora na do DVD, com uma melhor qualidade sonora...
O game usa muitas texturas, é coloridão, os cenários de fundo ficaram legais, os modelos dos personagens mais ainda e só há como reclamar da pobreza dos gráficos mesmo nas batalhas, o que é de menos porque nelas você estará concentrado mais em manter sua vida do que em qualquer outra coisa! Fora que, se fosse pra caprichar nos duelos, FF10 viria com o dobro de DVDs!
Se o leitor vinha caçando o Role Playing Game que era a sua cara e a cara desse bendito PlayStation2 que possui e não achava de jeito nenhum, é porque não botou as mãos neste jogo aqui. E isso é tudo: já foi dado o aviso!
Agradecimentos a Greg Kasavin
© 2004 NewGen
Gráficos:9,0
Som:9,5
Replay:7,5
Jogabilidade:8,0
Diversão:8,5
Final:8,0
Esse título não é muito conhecido. É o jogo de estréia de uma nova produtora, a Games Republic, e diria que ela começou muito bem, com o pé direito. Genji é o típico jogo de samurai, no estilo saque a espada e dê muitos golpes, um pouco parecido com Onimusha, que sinceramente nunca joguei. Ele se passa um pouco como uma mistura de adventure e rpg, com falas e armas para evoluir, coisas para comprar, apesar de ser bem simples e pouco variado as suas escolhas. Porém, como um início está agradável. Então vamos começar pelos gráficos. Logo no início do jogo, nos é apresentado um excelente vídeo em CG, que conta a história geral do jogo, onde você é um dos poucos remanescentes do clã Genji e busca uma maneira de derrubar os Oushi, outra clão. Cenas de batalha estão perfeitas em CG, e acostume-se com isso durante o jogo. Muitos vídeos serão apresentados no decorrer da história, o que eleva o padrão gráfico lá pro alto. O gráfico do jogo em si também é muito bom, com belas paisagens e cores bem colocadas nos ambientes. Isso é acompanhado do som, que é também é extraordinário, com músicas naturais do japão e que te deixam bem no espirito de um samurai. Pra falar a verdade, foi a melhor coisa que eu achei no jogo, tanto é que a nota lá em cima é elevada nesse quesito. O bom também é que quando terminar o jogo, vários extras são abertos, entre eles a modo de ver os CGs e escutar as músicas do jogo, que vale a pena. Continuando, o fator replay. Esse é uma faca de dois gumes porque, apesar do jogo ser muito bom e te levar a jogar até o final, depois de zerar ele não há muitas coisas novas a se ver. Apenas abrir novos extrar, ter novas armas e coisas parecidas, mas nada que te faça se empolgar tanto. Mesmo assim, dá pra se jogar denovo pra sentir o desenrolar da história novamente e conseguir fazer novas coisas.
A jogabilidade do jogo está boa também, tendo controles que respondem bem aos comandos e golpes bem legais. Não há muita diferenã de força de um golpe para outro, o que poderia existir para premiar aqueles que possuem a façanha de fazerem golpes cabulosos, mas de maneira geral o jogo parece que foi feito para ser simples e natural. Há um golpe especial que usa um poder que faz a tela ficar em câmera lenta, no estilo bullet time, o que eu achei muito legal. A história, apesar de ser bem orquestrada, acontece de maneira muito rápida e eu acho que ficou meio mal contada, com o vilão final aparecendo muito rápido e sem uma história profunda por trás. No final o jogo vale a pena, pelo seu estilo diferente a pela tradição da espada está bem mostrada nesse jogo. Gráficos belos e boa joabilidade. Um bom título para pessoas que não sabem o que comprar além dos clássicos.
RESUMO
Um bom jogo que não foi muito comentado. Se você gosta de estilo oriental, com espadas, magias e lendas japonesas, músicas bem no estilo combate samurai vai gostar desse jogo. Com bons gráficos e uma historinha legal.(Por Mace-Windu)
Gráficos:8,5
Som:5,0
Replay:4,0
Jogabilidade:8,0
Diversão:7,0
Final:6,8
Confesso que não joguei a primeira versão de Splinter Cell, mas como todos falavam que esse jogo era muito bom, acabei indo logo para o segundo. O início do jogo até que é legal, sendo uma fase no estilo tutorial em que é mostrado as várias manobras que Sam Fisher (personagem principal do jogo) pode fazer para atingir seus objetivos no mundo da espionagem. Os gráficos também mostram grande potencial, com sombras e movimentação do personagem bem feitas, parecem realmente uma pessoa. Mas a animação para mim acabou aí. Confesso que realmente sou muito crítico com jogos, e esse definitivamente não foi com a minha cara. A meu ver, a história é mal contada, e não há aquela empolgação de querer saber o que vai acontecer no jogo, pois tudo leva a crer que os mocinhos irão ganhar no final, como realmente acontece. Difícil de acreditar que Tom Clancy tenha visto esse roteiro. Mas vamos por partes. Os gráficos, assim como ja dito, são muito bons. Com efeitos de sombras muito bem feitas, além de iluminação satisfatória. Há também a visão noturna e a de calor, que estão muito bem representadas na tela, dando a sensação de realmente estarmos utilizando o equipamento. Mas aí já começam os contras. O som, na minha opinião, é muito ruim. Grande parte da fase ocorre sem nenhuma música empolgante e quando há alguma ação, ouve-se algumas batidinhas ridículas ao fundo. Se a intenção era dar um clima de espionagem, erraram feio. Além disso, há muitas falas sem convicção, onde o cara fala com a maior naturalidade sobre coisas como "parece que se eu falhar aqui, milhões de pessoas morrerão". Patético. Não há emoção no jogo. A jogabilidade do jogo está muito boa, com várias tecnologias e movimentos acrobaticos disponíveis. Você pode concluir sua missão de várias maneiras, o que é bem legal. Porém, tenho uma séria crítica nessa parte. Apesar de todo o aparato tecnológico que você tem em mãos, muitas vezes é melhor entrar em uma sala e simplesmente bater em todos lá. Uma falha muito grande. Outra coisa é que em muitas missões, você carrega armas letais, sendo que um dos objetivos é não matar ninguém (?!?!?!?!?!?!?!?!). Vai entender... O jogo até que é divertido, tendo alguns momentos legais onde você se sente um verdadeiro agente secreto ultra-tecnológico, mas deixa a desejar. Depois de tudo isso, o fator replay despenca. Se você não consguir jogar esse jogo on-line (como é o caso da grande maioria no Brasil), duvido que você chegue a tentar zerar esse jogo novamente para observar as coisas melhores. Digo já que o terceiro jogo da série, Splinter Cell Chaos Theory já foi lançado, e pelo que já pude jogar, está BEM melhor que esse e vale a pena sim ser comprado.
RESUMO
Um jogo que tinha boas intenções no ramo da espionagem, mas acabou deixando muito a desejar. Com poucos momentos emocionantes e muitos defeitos, é um título não muito recomendado por mim. Continue em Metal Gear, ou compre Splinter Cell Chaos Theory, que está muito melhor. (Mace-Windu)
Gráficos:9,0
Som:9,0
Replay:8,0
Jogabilidade:9,5
Diversão:8,8
Final:8,7
Figth Night Round 2 é a continuação do aclamado jogo de boxe da Eletronic Arts. Essa nova franquia deu o que falar! Primeiramente, quero dizer que se você não gosta de boxe, pelo menos deve dar uma olhada nesse jogo. Logo na entrada, o jogo mostra o que ele vai ser: muitas black musics, sangue no ar e diversão garantida. Como sempre, vamos por partes nesta análise. Os gráficos estão belíssimos, com destaque para os lutadores e suas caras quando apanham. A EA fez um ótimo trabalho e dá pra sentir toda a dor no rosto se contorcendo em câmera lenta quando se leva aquele direto de diretita bem no meio da cara. Até o suor dos lutadores é destaque nesse jogo. Cada detalhe, tirando a torcida quadrada, mas mesmo assim notável, pode ser percebido no jogo. O fator diversidade dos ringues, com seus planos de fundo diferentes também ajuda a aumentar o padrão gráfico do jogo. Some isso a alguns efeitos de luz muito bons! Acredite, por parte dos gráficos você não irá reclamar. O som também foi escolhido a dedo. Músicas que combinam perfeitamente com o ambiente dos pugilistas, com músicas hip-hop, raps e outras coisas do gênero. Como sempre, esse é um esporte mais praticado pelos negros e latinos, e nada mais justo que as músicas serem compostas por esse padrão. Pessoalmente achei as músicas muito boas, não sendo enjoativas (claro, mantendo a moderação). Há também a opção de se escolher qual música que irá tocar quando seu lutador entra no ringue, o que é muito legal. No quesito som, os lutadores também estão muito bem servidos. Os efeitos sonoros dos socos e gemidos dos lutadores na câmera lenta são demais.
Jogabilidade é um fator que deve ser aberto um parenteses aqui. Essa série, além de outros destaque, na minha opinião, fez sucesso por causa de sua jogabilidade. O conceito de controlar todos os golpes de seu lutador apenas utilizando uma alavanca foi totalmente inovador e isso foi melhorado do primeiro jogo para esse. Aos poucos o jogador acaba se acostumando com os comando, que fluem de maneira normal. O maior ponto do jogo é esse! A diversão também é garantida. O jogo conta com um modo carreira, que é empolgante no início, mas acaba por se tornar enjoativos depois de um tempo. Ter um amigo para se jogar, como é de praxe nos jogos de luta, sempre será a melhor opção. Ver a cara de seu colega (virtualmente falando) sangrar até não conseguir se levantar mais é muito legal. O replay também depende muito de se ter alguém para se jogar. Ademais, o jogo é bom. Infelizmente, esse review é um pouco ultrapassado e saiu um pouco atrasado. Quero informar que Fight Night Round 3 já saiu nas lojas e está melhor que este. Logo logo escreverei sobre ele.
RESUMO
Um jogaço de boxe! Apesar de eu estar falando sobre ele, a continuação deste jogo já saiu para PS 2. Merece ser comprado para quem gosta de boxe, e para quem não gosta, pelo menos dê uma olhada! (Mace Windu)
Gráficos:8,0
Som:8,5
Replay:7,0
Jogabilidade:5,5
Diversão:7,5
Final:6,8
Mais um eterno dia na vida de Jack Bauer, desta vez no videogame. Você poderá viver esse dia incansável, em que os personagens não sentem fome, não bebem água e têm nervos de aço! Bem, tirando as brincadeiras, vamos ao jogo. Neste aqui a história se passa entre as temporadas 2 e 3, que para quem acompanha a série deixa muitas pontas soltas. O jogo tem como uma das finalidades juntar essas pontas soltas. O enredo do jogo até que é empolgante, apesar de algumas partes serem apelonas para com os personagens e a pouca realidade do jogo, em que em algumas fases o agente mata mais de 40 pessoas em uma fase, na minha opinião, atrapalharam muito a realidade do jogo. Os gráficos até que são bons, com as cenas de animação muito bem feitas e com ângulos de câmeras parecidas com as da série. Isso até que ajuda no clima do seriado. A possibilidade também de mudança de lingua falada nas animações ajuda bastante aqueles que querem ter uma jogabilidade diferente, podendo o jogo ser jogado em francês, o clássico inglês, alemão entre outros. Em inglês, os atores reais emprestaram suas vozes ao jogo, o que fez esse fator de nota subir bastante. Seria podre ouvir outra voz na cara do inconfundível Jack Bauer, Tony Almeida entre outros. Pois bem, vamos falar da jogabilidade. Infelizmente, essa é a pior parte do jogo. Os comandos são confusos, o sistema de mira é podre, em que você trava o alvo e e escolhe onde quer atirar na corpo. Esse sistema é muito ruim, e desnecessário na maior parte do corpo. O jogo é bem variado, com fases de carro, outras que seriam quebras de sistemas de computador com joguinhos interativos, jogos de tiros de sniper e outros, o que aumenta a longevidade e a vontade de jogar o jogo. Para quem gosta do seriado, o jogo é muito bom, empolgando bastante apesar de todos os erros. Para quem não viu o seriado, os personagens não são explicados, o que causa frustração para aqueles que embarcam pela primeira vez no mundo deste jogo. Basicamente, é um jogo regular para ruim, sendo considerado bom para os amantes do seriado e podre para aqueles que nunca viram este.
RESUMO
Para quem viu o seriado e gosta muito, é um jogo recomendado, apesar de ruim. Para aqueles que não conhecem a história não recomendo pois o jogo é ruim, e as coisas que poderiam empolgá-lo na história não existirá!(Mace Windu)
Gráficos:9,5
Som:8,3
Replay:9,5
Jogabilidade:9,0
Diversão:9,5
Final:9,0
Aqui estamos mais uma vez com uma nova versão desse amado jogo de futebol no mundo todo. Este é mais um novo/velho jogo de winning eleven, com tudo o que o fez mais jogado no mundo e tudo o que as pessoas não gostam dele. Então vamos lá com essa análise né? Os gráficos continuam a melhora de sempre, com algumas melhorias, mas nada demais não. Basicamente é o mesmo gráfico do winning eleven 8, com pequenas mudanças nas expressões dos jogadores, neve no campo e por aí vai. A torcida continua o mesmo papelão de sempre, mas quem se importa com o que acontece fora do retângulo né? Uma mudança notável é a presença do árbrito no jogo, o que deixa um pouco mais verossímil a partida. O som, basicamente é o mesmo, com músicas diferentes que combinam com o jogo e por aí vai. Sinceramente não acho isso muito importante em um jogo de futebol. A torcida está mais real, em termos de som. Eles gritam e fazem comemorações, com algumas imagens novas da torcida em 3D. A jogabilidade foi o que mais mudou. Os passes estão MUITO mais difícies de se fazer, precisando com que os jogadores prestem bastante atenção em cada passe, girando seu jogador antes em direção ao passe na maioria deles. Muitas vezes você xingará o jogador por ele não ter conseguido dominar um passe tão fácil, ou errá-lo de uma distância tão pequena. O goleiro melhorou, mas continua com o mesmo problema de se você chegar perto dele com a bola, e simplesmente correr para o lado, na maioria das vezes ele não acompanha. Enfim, a jogabilidade está bem melhor, mas pequenos erros ainda estão lá. A diversão é garantida. Se você reunir seus amigos e fizerem uma liga fica melhor ainda, com o jogo calculando todos os dados do campeonato, com artilheiros e tudo mais. Muito legal mesmo. Eu mesmo participei de vários campeonatos, até em uma seletiva para o campeontato brasileiro de winnig eleven aqui em Brasília, mas isso é outra história. Enfim, o fator replay continua o mesmo de sempre. Basicamente, mais um winnig eleven para alegrar o povo! Por último, esse jogo vem com jogo on-line, para os poucos felizardos que conseguem a proeza de jogar pela net.
RESUMO
Mais um Winning Eleven de sempre, com todos os seus prós e contras. Por mim, o melhor de futebol, melhor que FIFA. (por Mace Windu)
Gráficos:8,7
Som:8,3
Replay:8,0
Jogabilidade:8,8
Diversão:8,5
Final:8,1
Finalmente Tomb Raider volta à vida! É isso mesmo! Se você estava esperando um Tomb Raider decente, diferentemente dos últimos, achou. Lara parece mais Lara do que nunca, com algumas mudanças em seu visual que só melhoraram o seu perfil, com curvas mais suaves e roupas ajustadas ao ambiente. Pois bem, vamos à análise. Os gráficos estão belos, com várias fases amplas onde dá pra se ver todo o trabalho que tiveram nessa parte. Lara não demonstra os quadrados de polígonos que existiam, podendo-se perceber bem os seus contornos (:P). Água, cachoeiras, florestas e outras coisas naturais estão de forma bem exibidas e nesse quesito o jogo é excelente. O som também é muito bom, com boas músicas e barulhos bons também. Nota para o música do menu principal, que eu achei muito boa. A jogabilidade do jogo segue a tendência de Tomb Raider, claro com uma evolução. Nesse você pode escalar, nada, fazer piruetas e até usar um bullet time à la matrix para acabar com os seus inimigos. Boa variação de acrobacias para se fazer. Nota para os enimigas que remontam e dão uma sensação de nostalgia, pois estão no estilo do bom e velho Tomb Raider II, sem serem difícies mas legais de se completar. Também há acessórios novos, como o binóculos e principalmente a garra magnética que se prende a objetos de metal. Esse novo instrumento deu novas variações de comandos a Lara, o que eu gostei muito. Na diversão o jogo é bom também. As fases são bem construídas, e não são repetitivas. Apenas um aspecto negativos foram os inimigos, muito repetitivos com as mesmas técnicas para se vencer todos. Tirando essa parte a diversão é garantida, com vários puzzles para você resolver. O fator replay, enquanto joga é bom, e quando acaba o jogo, como na maioria dos jogos, acaba. A história não é muito empolgante não (pelo menos para mim) o que não rendeu mais nota para o jogo. Se você apenas quer diversão inteligente, aqui está mais um bom e velho Tomb Raider: Legend!
RESUMO
Tomb Raider está devolta! Sim, se você gosta de Tomb Raider, pegue esse já! Tudo de bom dos outros e mais um pouco! (por Mace Windu)
Gráficos:9,8
Som:9,0
Replay:9,0
Jogabilidade:9,4
Diversão:8,5
Final:9,4
Definitivamente, o melhor jogo de simulação de carros do playstation 2. Só pela entrada dá para se perceber a grandiosidade do jogo. Gran Turismo, em sua quarta versão, vem quebrando o recorde em número de veículos, realidade, jogabilidade e principalmente tamanho. Sim, é um jogo gigante. Você irá perder horas e mais horas para conseguir terminar esse completamente (coisa que eu ainda não fiz, apesar de já ter perdido muuuuuito tempo). É um jogo completo de corrido, com apenas um defeito aparente, que irei explanar mais tarde. Pois bem, vamos à análide metódica do jogo. No quesito gráficos, deu pra perceber que ele obteve umas das maiores notas já registradas aqui. Isso não foi mero acaso. Os gráficos do jogo são lindíssimos. A corrida flui de maneira natural, sem slow downs e travamentos. Se na corrida já é lindo de se ver, espero só para ver o replay desse jogo. É espetacular! So você entrar na sala e ver a tv de relance, vai achar que é uma corrida de verdade. Já aconteceu isso comigo (risos). Até o brilho do sol é realista, assim como o brilho dos carros. Podem ficar tranquilos, que no quesito gráficos você não irá achar esse jogo ruim, mesmo que não goste de corrida. No som, esse jogo também é muito bom. Ele tem uma boa variedade de sons de carros, cada um com um ronco diferente. Também apresenta uma lista imensa de músicas reais de todos os tipos, desde rock até músicas clássicas. A jogabilidade é outro assunto também essencial. Gran Turimso sempre foi conhecido pela sua jogabilidade realista, tanto é que seu slogan é "The real driving simulator" (O simulador real de corrida). Pois é, não é a toa que colocaram esse slogan. São tantas opções que você pode fazer no seu carro que só profissionais entendem tudo. Porém entendam, esse jogo não é que nem Need for Speed, onde pode-se mexer totalmente no carro no quesito visual. Em Gran Turismo, muda-se pouco no visual: apenas algumas rodas e aerofólios. Entretanto, na parte interna, é gigante. Acredite, você pode mudar quase tudo o que mudaria no mundo real, desde torque até número de rotações no motor. E isso tudo faz diferença em milésimos na corrida. Quem gosta de corrida no estilo arcade, passe longe desse jogo, pois o propósito dele é ser real, sem carros fazendo malabarismo. O importante aqui é manter um cadência na corrida, na maneira real. Eu sugiro que, se você pode, comprar um volante para jogar esse jogo (como eu). Até o volante treme em suas mãos. Muito bom! A diversão só depende de qual estilo de corrida gosta. Repito, não é um jogo com muitas emoções. O fato é que ele tenta ser real. Esqueci de mencionar que nele tem corridas normais, rali, em cidades e circuitos reais. Dá pra se jogar com duas pessoas e até 6 on-lan. Como nem tudo são flores, eu só vejo dois defeitos principais no jogo, o que tiram a nota dez dele. Um: não há problemas com o motor, como quebrar cambio e tal. Para um jogo que quer ser real, não se pode passar isso. Porém, este é o de menos. O principal é: os carros não amassam (?!?!). Isso mesmo! Se você vier e meter o carro a 300 km/h na parede, ele continua com o lindo gráfico que tem. Tomara que não tenha em Gran Turismo DH e Gran Turismo 5 esse mesmo defeito. Do mais, aproveite! (por Mace-Windu)
RESUMO
Para quem quer jogo de corrida real, esse é o jogo no playstation 2. Excelentes gráficos e jogabilidade. Só faltava amassar os carros. (por Mace Windu)
Gráficos:8,0
Som:9,0
Replay:8,5
Jogabilidade:8,0
Diversão:9,0
Final:9,0
Gigantesco! Foi o maior jogo que eu já joguei na minha vida. Sei que para amantes de RPG, o que eu vou dizer agora será um tempo mínimo, mas eu zerei esse jogo em 86 horas de jogo. Para os meus padrões, isso foi o máximo jogado até hoje em um jogo que se tem um fim. Este também foi o meu primeiro jogo de RPG em turno que termino. Já havia começado Crono Trigger, que é um dos melhores do gênero, mas não havia terminado. A história começa com o personagem principal e um amigo, juntamente com um rei amaldiçoado procurando por Dholmagus para fazê-lo pagar por tudo. No decorrer, coisas acontecerão. Enfim, vamos à análise deste jogaço. Os gráficos são feitos em cell shading (estilo desenho, como em Dragon Ball Budokai 3), o que em um jogo de RPG foi uma tacada em tanto. As paisagens são belas e dá para se ver até o horizonte estando em um local alto. Não espere ver brilhos, gráficos esplendorosos pois o jogo, no meu entender, não foi feito com essa finalidade. Aliás, como eu já citei Dragon Ball, deixa eu dizer uma coisa. O desenhista que criou todos os personagens desse jogo foi ninguém menos que Akira Toryama, pai de Dragon Ball. Dá para se notar isso logo quando você começa o jogo. Espere gráficos belos, muito coloridos em vários ambientes, não mais que isso. No quesito som, aí sim esse jogo merece destaque. As trilhas são muito bem orquestradas pela Filarmônica de Tóquio, e se adequam muito bem aos ambientes vividos. São várias músicas legais que fazem o jogador ficar parado em uma cidade, só ouvindo-as e deixando o tempo passar. O único ponto negativo é que a música de batalha é repetitiva, mas não é chata (pelo menos isso). Mas acredite, em fator som esse jogo não deixará você na mão. A jogabilidade é boa, mas nada fora do normal. Este jogo foi feito para ser simples em sua forma de lutar. Existem vários golpes e magias para serem aprendidas, mas não espere uma gama infinita de ataques e defesas como esses RPG hardcore da vida. Não que o jogo seja fácil, mas ele é simples. Isso é muito bom para aqueles que não pretendem ficar horas para apenas aprender como jogar. Se você gosta de uma boa história, bem desenvolvida, com personagens carismáticos, a diversão é garantida. Um bom jogo para se relaxar e curtir, sendo agradável passar horas acompanhando o desenrolar da história. O fator replay também é importante. A história começa de maneira descompromissada e vai se revelando com o passar do jogo. Sempre que achamdos que chegará ao fim, se estende um pouco mais. Se você gosta de RPGs gostosos de se jogar, aproveite essa obra-prima da Square Enix.
RESUMO
Um dos RPGs mais famosos do Japão chega finalmente no ocidente. Não perca essa oportunidade. Um jogo feito pela Square Enix, desenhado por Akira Toryama e com uma história bobinha mas chamativa. Recomendado! (por Mace-Windu)
Gráficos:7,0
Som:9,0
Replay:7,0
Jogabilidade:8,5
Diversão:8,5
Final:7,7
Mais um capítulo da série Medal of Honor no Playstation 2. É um bom jogo, mas infelizmente a série está perdendo força nessa geração. Para quem gosta de gêneros da Segunda Guerra Mundial, é um bom jogo, com várias cenas dignas de holywood e várias coisas novas na série. O sistema de mira está muito bom, assim como a marca registrada da série Medal of Honor: as músicas orquestradas. Enfim, vamos à análise. Os gráficos estão regulares. Em alguns momentos, há paisagens muito bem montadas, porém às vezes há serrilhados nos cenários. Achei que poderia ser melhor. Tive a impressão que seu predecessor, Frontline, tinha melhores gráficos. Já o som é inquestionável como em qualquer jogo da série. Impecável. Músicas de orquestras fazem o clima de guerra subir à sua cabeça. Realmente empolgam e dá até vontade de comprar as músicas se estivessem à venda por aí. Com certeza essa foi a melhor parte do jogo. Feliz e infelizmente. A jogabilidade também está muito boa, com um sistema de mira muito bom e armas que respondem prontamente ao gatilho apertado. Não existem muitas armas à disposição como em alguns outros jogos, mas vemos claramente a diferença entre elas. Os vídeo que se passam na Segunda Guerra também são bons. Eu achei o jogo diverido, apesar de ser um pouco mais real que os outros. Algumas pessoas não gostam de trocar tiros entricheirados, o que é o que você irá fazer a maior parte do jogo. O sistema novo de mapas, onde não há um caminho pré-definido e sim objetivos primários e secundários que se devem fazer pelo mapa deixa o ar de exploração mais aguçado e nos fazem sentir realmente dentro de uma batalha, com tiros voando por todos os lados. Só reclamo veementemente de uma parte do jogo: seus companheiros que podem receber ordens suas. Não conte com eles. Com inteligência artificial inexistente, eles mais atrapalham que ajudam. Quando se começa a joga achando que esse pseudocompanheiros não existem, dá para se jogar bem melhor. É sério, eles estragam muita coisa! Dá raiva. Tirando esse imbecis que atrapalham na tela, o clime de combate é muito bom. O fator replay é razoável. Não tenho vontade de jogar novamente algumas fases, mas o multiplayer dá um ponto extra para o jogo. Pena que ainda estamos na era de um olhar para a tela do outro na televisão. Realmente jogos on-line estão indispensáveis.
RESUMO
Um bom jogo. Se você gosta de gênero Segunda Guerra Mundial, pode comprar quevai gostar (pelo menos acho melhor que Call Of Duty), mas não espere encontrar uma obra-prima.
Gráficos:9,5
Som:8,5
Replay:9,5
Jogabilidade:8,5
Diversão:9,5
Final:9.1
Pois é, pois é. Vem ano, vai ano e aí está mais uma versão de Winning Eleven, a razão de muitos brasileiros falaram que jogam videogame. E a pergunta sempre é a mesma: O que mudou dessa vez? A resposta, para varia é: melhorou tudo, não mudou nada. è isso mesmo, como é de praxe, muita coisa foi melhorada. Primeiramente os passes estão mais reais. Muita gente reclamou do "realismo" de winning eleven 9 que fazia jogadores errarem um passe com menos de 1 metro de distância. O domínio de bola também está mais real, sendo mais intuitivo o que se deve fazer para não perder um passe. Mas o que eu achei que mais melhorou nesse jogo foram os chutes. Agora muuuuuito mais irregulares, não é mais tão simples meter uma bola no ângulo. Ou seja, os gols ficaram mais reais, com simples chutes no canto para tirar do goleiro ou no meio mesmo. Pra mim, tudo que caminha para a realidade é melhor, outras pessoas reclamaram dessa dificuldade do chute. O botão está mais sensível, necessitando apenas de um leve toque para chutar uma bomba, dificultando chute fracos e precisos. O goleiro melhorou bastante, mas como sempre, ainda apresenta defeitos. Ele agora defende muito mais, mas em contrapartida, espalma quase tudo! Gols de rebote são comuns, o que dá muita raiva às vezes. A jogabilidade, como um todo, está boa. O som continua o mesmo. Claro que o grande diferencial de winning eleven, como sempre, está no fator replay e diversão. Chame os amigos e comece a jogar. Dentro da geração Playstation 2, esse é o melhor de futebol. Caso não tenha bufunfa para comprar outro videogame, como todos os mortais normais, esse é o melhor que irá encontrar por um bom tempo, com suas devidas atualizações.
RESUMO
O melhor de futebol da geração atual. Mais realistas, com bons gráficos e diversão garantida. Os defeitos, são os mesmo.(Por Mace windu)