Seriado do Angels KLB FanFic- "Ética Rompida"

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Leandro sorriu e os dois se levantaram. Ele foi à frente, puxando ela pela mão. Conforme passava pelos cômodos, Leandro ia apagando a luz: cozinha, sala, corredor. Até chegarem na escada, completamente escura. Ele a levou devagar até o quarto, para que ela não tropeçasse nem nada. Ao entrar, Leandro fechou a porta e ia acender a luz, mas Mayra segurou a mão dele.
- Não acende. Não quero ver nada...
Ela colocou a mão dele dentro da sua blusa.

 

Capitulo 9

- Só sentir...
Foi tudo. Que homem resiste quando a mulher dá uma iniciativa dessas? Leandro foi com tudo e tascou um beijo nela, tão forte que a fez andar para trás até bater na cama e acabar caindo. Mayra ficou deitada entre os joelhos de Leandro conforme ele tirava a camisa e a tacava para longe. Ele deitou-se por cima dela, beijando na boca lentamente, lambendo-a pelo queixo, descendo até o pescoço até encontrar um obstáculo: a blusa. Sem problemas.
Leandro colocou as mãos dentro da blusa dela, acariciou seus seios levemente e então a tirou, arremessando na mesma direção de sua camisa. Tirou logo o sutiã e continuou com seu caminho, agora lambendo os seios dela. Mayra quis agilizar e enquanto ele a excitava com os carinhos nos seios, ela fazia seu contorcionismo e tirava as botas, jogando-as para fora da cama, fazendo a mesma coisa com a meia-calça.
Ela agora estava só com a saia, e calcinha por baixo, e Leandro a deixava toda arrepiada com seus movimentos que impediam-na de continuar a se despir. Leandro voltou a beija-la na boca, enquanto suas mãos desciam até a saia dela e a retirava, um tanto bruto que Mayra pôde até ouvir o elástico arrebentar, juntamente com o da calcinha. Não demorou muito para que Leandro tirasse suas calças e cueca. Pegou a camisinha que, já estava pronta ali na mesa ao lado e a colocou, com a ajuda dela.
Voltou a deitar sobre ela e assim começou a penetra-la. Mayra acompanhava o movimento de Leandro, fraco no começo e aumentando aos poucos. Ele estava se apoiando com os cotovelos ao lado do rosto dela e as mãos dela estavam nas costas dele, pressionando-o de leve, ajudando no movimento. Mayra dava leves mordidas no ombro e peitoral de Leandro, p deixando mais empolgado. Até que chegou num momento em que ele começou a gemer mais alto, aquela respiração rouca de homem, e ela o acompanhou com seu gemido mais agudo e mais alto. O ritmo dos dois foi diminuindo e os gemidos foram substituídos por suspiros ofegantes.
Leandro deitou seu corpo sobre o dela e apoiou sua cabeça no colo do seio dela. Mayra deslizou as mãos pelos cabelos de Leandro.
- Uau... Professor...
Leandro riu.
- Depois dessa, mudo sua nota pra A++.
Agora foi Mayra quem riu.
- Leandro, acho que você arrebentou o elástico da minha saia.
- Foi mal. Acho que você não vai poder voltar pra casa então.
Ele subiu um pouco, ficando na altura do rosto de Mayra. Apoiou os antebraços ao lado do rosto dela, olhando-a nos olhos.
- You're beautiful...
- Eu sei.
- E metida.
Mayra riu. Leandro a beijou.
Mayra acordou devagar, espreguiçando-se. Abriu os olhos e viu que não estava no seu quarto, debaixo de lençóis que não eram seus. Olhou para o lado e Leandro vestia sua calça, olhando pra ela.
- Bom dia.
Mayra se ajeitou na cama.
- Bom dia.
- Está na hora da escola, senhora Susenko.
- Ah, professor, sinto muito mas não posso ir.
Leandro deitou-se ao lado de Mayra.
- Vai matar aula, é?!
- Um homem mau me deixou exaurida ontem à noite.
Leandro riu e começou a beijar o pescoço dela.
- Mas bem que você gostou. - ele sussurrou.
- Adorei.
Leandro a beijou na boca.
- Tenho que ir. Você vai ficar?
- Posso?
- Desde que não faça bagunça.
- Claro que não vou, Lê...
Depois que Leandro saiu, Mayra enrolou alguns minutos para dar tempo de chegar em casa e sua mãe não estar lá. Ao chegar, correu para se u quarto, trocou de roupa e colocou o som alto, relembrando a noite anterior.
Já tinha acabado de almoçar. Tava quente e ela aproveitou para ficar mais à vontade, de camisetão e calcinha. Estava lavando a louça quando a campainha tocou.
- Já vai!
Ela largou as luvas e olhou pelo olho mágico.
- Não acredito.
Abriu a porta e mal teve tempo de falar nada, antes de Leandro abraça-la pela cintura.
- Sua mãe está em casa?
- Não.
- Ótimo.
Ele fechou a porta e beijou-a com força, levando-a até o sofá da sala. Deitou-a e, ainda beijando-a, deslizou suas mãos pelas pernas dela. A campainha tocou.
- Tenho que atender.
- Tem mesmo?!
- Ma, sou eu. - Gisely berrou do outro lado da porta.
- Rápido, vai pro meu quarto lá em cima.
- Saco...
- Em silêncio!
Leandro subiu as escadas rapidinho e Mayra foi abrir a porta.
- Oi, Gigi.
- O que aconteceu?!
- O que?
- Te liguei ontem, você não atendeu.
- Ah, eu saí com a minha mãe.
- E não foi hoje na escola por quê?
- Gisely, pergunta como se fosse a primeira vez que falto à aula.
- Sei lá, fiquei preocupada.
As duas ficaram em silêncio.
- Não vai me deixar entrar?
- Na verdade, eu to estudando.
- Por que? Tem teste?? - Gisely perguntou desesperada.
- Não, é que ainda não terminei o trabalho de Sociologia.
- Tem outro?!?
- Pois é... Ele tá me cobrando mesmo...
- Que cara maluco.
- Eu que o diga.
- Ah, então tá... A gente se fala amanhã.
- Tá bom. Bye bye.
- Bye.
Mayra fechou a porta e Leandro desceu as escadas.
- O professor de Sociologia tá te dando muito trabalho?
Mayra riu.
- Muito.
Leandro a abraçou com força, sentando-a na mesinha ao lado da escada. Ele tirou a camisa dela e ela começou a desabotoar a calça dele.

Não perca os proximos capitulos de "Ética Rompida"- Escrita por: Mayra

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