MARACATUS

BAQUE VIRADO
BAQUE SOLTO 


       O Maracatu de Baque Virado, tamb�m conhecido como "Na��o", mant�m em seu desfile o cortejo real, muito pr�ximo daquele outrora apresentado pela escavaria africana, no per�odo colonial, para homenagear a coroa��o do Rei do Congo.

     A presen�a do Maracatu de Baque Virado � mais marcante na �rea urbana, mais precisamente na capital. Antigamente, suas apresenta��es aconteciam no p�tio das Igrejas de Recife, Olinda e Itamarac�, promovidas pelas irmandades de Nossa Senhora do Ros�rio dos Pretos e de S�o Benedito.

     Com o passar do tempo, o cortejo foi evoluindo e desgarrando-se dos festejos dos Reis Magos, entrando para os festejos carnavalescos, onde hoje figura como pe�a importante do carnaval pernambucano.

    

     O  Maracatu at� ent�o conhecido como �Na��o� passou a receber a designa��o de Baque Virado para diferenci�-lo da variante que surgia: o Maracatu de Baque Solto. As gentes das na��es eram de origem africana, devotos dos cultos afro�brasileiros. Veneravam a calunga (boneca), esp�cie de divindade muito respeitada no sincretismo religioso. Cantavam loas (toadas) para seus mortos (eguns} nas quais inclu�am versos de proced�ncia africana. As toadas cantadas pelo puxador s�o respondidas ou repetidas pelas baianas e demais integrantes do grupo. O som de um apito determina o in�cio e o fim de uma toada.

 

     O  instrumental do Maracatu de Baque Virado � exclusivamente de percuss�o. O gongu�, o tarol, a caixa de guerra e os zabumbas complementam-no e d�o ao cortejo como que um car�ter de encontro m�stico entre os seus participantes. A dan�a mant�m as origens africanas.

 

     A exibi��o do cortejo d�-se de maneira ordenada: na frente v�m as damas de pa�o, que portam as calungas durante o desfile.

      Depois, protegidos por um p�lio (esp�cie de guarda-sol), vem o rei e a rainha, cada um com sua dama de honra, seguindo-se o pr�ncipe e a princesa, o ministro, o embaixador, o duque e a duquesa, o conde e a condessa, o conselheiro, os saldados, os vassalos, as baianas, os lanceiros e a porta-bandeira. Seguem o cortejo, ainda, o guarda-coroa, o corneteiro, a baliza, o secret�rio, os batuqueiros e os caboclos de pena.

     O   Maracatu de Baque virado mais antigo ainda em atividade � o Maracatu Na��o Elefante, fundado em 1800. Desativado ap�s a morte de sua rainha, D. Santa, no ano de 1962 voltou a desfilar ap�s 24 anos. O mesmo processo de desativa��o, no caso. Por 30 anos, deu-se com o Maracatu Na��o Sol Nascente, cuja data de funda��o n�o foi claramente estabelecida

     Outros grupos tradicionais s�o o Maracatu Le�o Coroado (fundado em 1863), o Estrela Brilhante (1910), o Porto rico do Oriente (1916), o Cambinda Estrela (1935), o Almirante do Forte (1935), e o Indiano (1949).

 

 

     Dentre os grupos mais recentes, podemos destacar o Maracatu Na��o Encanto do Pina (1981), o Maracatu Na��o Linda Flor (1984), e o Maracatu Na��o Gato Preto (1989).

 

 

 

 

 

    Intitulado de Banda e Bloco Cultural, o Maracatu Na��o Pernambuco foi criado, no ano de 1989, inspirados nos Maracatus tradicionais, com o objetivo de difundir e divulgar essa manifesta��o cultural.

 

 
Sugest�es ou cr�ticas?   
D� sua opini�o
Livro de Visitas
Clique Aqui
Participe de nossa Lista de discuss�o

Autores | Cantores | Carnaval | Cidades | Culin�ria | Cultura | Economia | Esportes | Educa��o | Eventos | Postais | Hist�ria | Links | Literatura
M�sica | Turismo | Pol�tica | S�o Jo�o

VOLTAR

Hosted by www.Geocities.ws

1