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VULCÃO Odeio
olhar e Não
poder modificar o Teu
rumo, seu sumo. . . E
ver que seus pés Navegam
rumo a Mar
nenhum, por ondas Altas
demais que Infiltram
na Sua
pele e faz água Das
suas ilusões. Odeio
ter que admitir Que
enquanto escrevo, Um
vulcão explode Em
você e a luz que Habitou
em seu rosto Ofusca-se
com esse seu Jeito
de não querer Exprimir
e assim sentir. |