TALVEZ, QUEM SABE. . .

Como evitar que esse vento frio,

Ouvindo-me bem de mansinho,

Me faça lembrar que só, me sinto só.

 

Ou talvez num canto um nó,

 

Parte o meu peito, que mesmo

Ao meu jeito, represa a

Saudade, a razão.

Sentimento, um vulcão. . .

Armazenando no peito as

Rosas desse meu jeito.

 

Doce de sonhar. . .

Aspire do meu corpo o

Silencio de uma noite, onde as

 

Horas passam lentas.

Onde no fundo dos

Risos partidos, existe

A outra face do meu

Ser. Você . . .

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