SUFOCO

Quase não percebo a poeira que sobe,

Usada pelos meus pés que

Andam errantes por esse mundo.

Não consigo perceber a

Dor que posso causar com

Os sentimentos que explodem em ações.

 

Sufoco no meu peito,

Esse feito meio sem jeito que

 

Possui a potência de uma

Explosão nuclear. Arrasando as

Ruas dos corações, que mesmo à

Distância sofrem com o meu abalo.

Explica-me, se consigo ser

 

Anjo quando durmo! Pois

Logo ao nascer do sol o

Grande senhor das palavras vai

Ocultar a luz da ingenuidade e

 

Abrir a imensidão das trevas,

Lutando contra a verdade que

Ele tanto gosta. Para apenas

Mentir que consegue sorrir.

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