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Mergulho
minhas mãos pelo Oculto
silencio desse seu respirar. . . Invado
cada espaço dessa terra fértil, e No
galope do vento você me faz Habitar
as estrelas, fazendo soprar a brisa Onde
o calor já incendeia e Sublimando
a pureza que existe no seu olhar. Verei
você a cada entardecer, pois Estarei
pelos prados da imaginação, Respirando
toda nossa emoção como um Menino
Don Quixote em busca dos Esquecidos
moinhos de vento. Que na Luta
diária não cairá no esquecimento. Pois Horas
mágicas são raras, e poder Olhar
uma estrela tão perto de mim é Sinceramente
não querer que a historia tenha fim. . . |