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SENTADA NA CAMA Quase
não percebo o tempo passar . . . Uso
da vida a espada atrevida de Andar
por caminhos que Não
conseguimos perceber. Deixo-me
levar pelos Olhos
que me observam e Sei
que vou chegar perto das Estrelas
que flutuam no seu céu . . . Quebram-se
as correntes de Um
mundo esquecido E
me vejo a andar ao seu lado Revirando
a esperança de Sentir
o seu ar E
esquecendo da dor que Começa
se formar no meu peito. Ocultando
a tristeza de ir Na
noite sem Saber
se haverá novas Estradas
e outros mundos . Onde as Guerras
não existam e Um
dia novo irá nascer com a Esperança
de sermos mais do que dois. .
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