RELUTAR

Pétalas que vão sentindo

Esse vento brando, soprando,

Quase que despercebido. Fazendo

Um balanço que faria

Esta pequena criança despertar e

Nascer para enfeitar

A terra que os homens

 

Revolucionários tentam destruir.

Os seus dias estão contados, e o

Soprar do vento voltará

A balançar essa criança-mulher, para

 

Agora joga-la ao chão. Fazendo

 

Nascer nessa terra fria

A simplicidade de uma morte

Sem dor. O mesmo fim que

Começa a ser preparado, para

Este mundo acostumado a

Relutar diante do ódio.

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