POSSUA-ME

Brisa que te toca silenciosa. . .

As mãos retiram de sua pele, a

Seda leve que despe, e deixa exposta a

Tensa massa que de músculo se disfarça.

Aumentando a energia que

 

Me trata com um bom dia ao

Entrar em seus espaços.

 

Peço e ganho um abraço. . .

E mergulho no compasso

Desse ritmo alucinado.

Invasão que se permite,

Revirar que não agredi,

 

O momento que pintei.

Uma imagem, muitos sonhos,

Ter um corpo, ter alguém. . .

Restará o arrepio de olhar

A sua pele, e toca-la bem de leve,

 

Ver a vida ali sentida,

E saber por toda vida

Zelarei, por quem amei.

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