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Necessito
te ver. . . Te procuro A
esmo e num breve lampejo, Sinto
você a sorrir, bem ali. . . Relembrei
seu sentir. . . Em mim. Uma
vez mais você não me viu, então Andei
ao redor, acompanhado do meu Sonhar,
tentando em vão o seu falar. No
cruzamento das horas a União
me apavora! E ficamos frente À
frente. Você mais que derrepente, Saiu-se
meia sem jeito, oi! Disse
sem olhar direito. E Olhamos
em direções opostas e Senti
a dor que matava O
que restou de tudo que você Felizmente
não sonhou. Reviro-me
agora num Espaço
esquecido e Redescubro
em mim um coração esquecido. |