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Gruda em mim como uma gota e Ornamenta
minha pele molhada. Transforma
e afaga Ao
nascer da alvorada os Sentidos
perdidos. Quebrando
os gemidos que Um
dia contidos, Espalharam
arrepios, me deixando vazio. Esquecendo
assim que o Suor
que molha a sua face, Cora de rubro o seu corpo. O
vulcão que cospe o fogo, Redescobre
todo um gosto, Reafirma
a menina, que Espera
pelo prazer. Me ensine a descobrir Nessas
mãos o seu segredo, pois Ao
toque de seus dedos, minha Pele
se arrepia, o suor se inicia, Encharcando
de prazer a Leveza
de poder, gozar da |