PANE GERAL

Vai nuvem passageira,

Olhe de maneira amiga a

Longa companheira noite.

Trazendo ao curto

Abraço louco a

Notícia de sua fuga

Doentia, destruindo a mania de

Ocultar o que não é oculto.

 

Pressionando o mundo,

Abalando o tudo, para

Rasgar do rosto

Amargurado o

 

Errado momento

De se escrever o que o

Interior diz.

Fazendo dessa pane geral a

Imperfeição feito frase,

Começando pela mão que

Alucinada escreve. Terminando no

Rascunho que nunca houve.

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