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Creia
que se um dia eu Olhasse
para o alto, e Meus
olhos não vissem O
cume da montanha, Assim
mesmo eu não Seria
impedido de tentar a Montanha
conquistar. Olhe!
Veja quantas ondas Nascem
uma após a outra. Tanta
simetria, lembra A
nostalgia, e toda a rebeldia Nascendo
do seu olhar. Há
nesse universo Apenas
o regresso do Sal
voltando ao mar. Muito
do seu suor, Acabou
molhando o ar, Imagem
que por si só, Seu
corpo vem me mostrar. Ainda
que as ondas me levem, Lá
de cima ainda verei, Tuas
curvas me tocam de leve, A
espuma que vem me trás neve, e os Seus
braços me fazem tão bem. |