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Nasceu
do olhar O
fruto perfeito, desejo Sentido
de todos os jeitos. Silencio
saia do fundo do peito, A
fruta madura, mistério perfeito. Sentir
seu prazer e Apenas
dizer que a dor em você, me Lembra
que um dia, Essa
serpente lisa e fria, te fez Ganhar
a rebeldia e Redescobrir
que existia a Imagem
solitária de uma mulher que Apenas
não fazia dessa sua Sua
alegria, a maçã mais desejada Nesse
nosso jardim. Pobre de mim! Olhei
e vi reluzente o Sorriso
derrepente, que Saia
de você. E meus braços se abriram, Os
meus dedos então sentiram, Sua
firmeza, seu sabor. . . O
torpor então se fez, Refletindo
a fluidez, a expulsão assim se fez. Rumamos
então pela noite, Indo
em busca do açoite que as Razões
devem explicar. |