NOSSOS PECADOS

Nasceu do olhar

O fruto perfeito, desejo

Sentido de todos os jeitos.

Silencio saia do fundo do peito,

A fruta madura, mistério perfeito.

Sentir seu prazer e

 

Apenas dizer que a dor em você, me

Lembra que um dia,

Essa serpente lisa e fria, te fez

Ganhar a rebeldia e

Redescobrir que existia a

Imagem solitária de uma mulher que

Apenas não fazia dessa sua

Sua alegria, a maçã mais desejada

 

Nesse nosso jardim. Pobre de mim!

Olhei e vi reluzente o

Sorriso derrepente, que

Saia de você. E meus braços se abriram,

Os meus dedos então sentiram,

 

Sua firmeza, seu sabor. . .

O torpor então se fez,

Refletindo a fluidez, a expulsão assim se fez.

Rumamos então pela noite,

Indo em busca do açoite que as

Razões devem explicar.

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