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Abri
meus olhos nesta noite fria. . . Olhei
você, te vi crescer e fui muito além do Tempo,
fui muito além das lágrimas. . . Estava
numa Távola quase redonda, onde Vários
guerreiros te olhavam e se rendiam a Extraordinária
e imponente imagem de um Rei,
um belo homem de cabelos da cor do sol e Semblante
dos anjos do Olímpo. Imaginava-te
austero, mas que nada é um Moleque
matreiro, que prefere as balas a Possuir
uma espada da força de Excalibur. Lembrei-me
da sua fragilidade. . . Mas que nada! Estavas
envolto pela armadura materna, que te olhava Serena,
orgulhosa da obra de arte que fizera. Mergulhei
na realidade da noite fria. . . Esperei
pra te pegar no colo, pra me sentir Novamente
um mortal que Tinha
nos braços um rei de verdade, que Esquecia
a majestade e se Divertia
em meio ao lanche que Estava
sendo servido. Nem Arthur o grande, muito Menos
Alexandre, mas um Yago deslumbrante que Amamos
e que reinará não apenas por um ano, mas que Invadirá
a eternidade dos nossos Sonhos,
de nossas recordações. . . |