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Um
menino corria Matreiro
atrás de um sonho. . . Menino
driblava veloz E
audaz as pernas da Noite,
os dias normais. . . Incrível
domínio, veloz No
correr, apenas não via, O
azar o acolher. Um
tempo depois o Menino
cresceu, em vez de um Gol,
apenas o sofrer. . . Oculta-se
tonto na Luta,
no viver. . . Um
tombo, o Medo,
o sangue A
correr. . . Menino
morria. . . Onde
a bola corria nas Ruas
de seu viver. Teus
passos não viram Em
plena agonia, A
morte vencer. Voa
de volta ao Infinito,
estrela que nunca brilhou. Sabe,
talvez o seu filho se torne um mito, e Ande
nas ruas seguras que você nunca andou. . . Durma
menino veloz, que os Anjos
te esperem, e consigam fazer você parar de correr. |