LIVRE JULIETA

Vagou solitária a livre donzela,

Impiedosa seqüela causou ao amado.

Teu sonho mancebo morreu sem segredo,

O preço foi pago, morreu

Romeu ser ter medo.

Infante, chegou ofegante sem

Acreditar que antes adormecera. . .

 

Na rude cabeceira o jovem rapaz,

Apenas pensou: Já vou! Meu amor jaz.

 

Hoje aqui terminou. . .

Invade seu peito o doce veneno,

Sentiu muito medo, mas

Tarde da noite a linda donzela

Olhou para o lado, e

Rápida num salto

Implorou ao amado: Vai

Amado meu,

 

Repousar ao lado dos que te amam.

Explicar-te foi o meu drama, já não o

Amo, posto que é chama e se apaga

Logo que outro vento vem.

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