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Te olhei ò lua e te vi tão nua nas minhas mãos. . . Os meus braços buscaram espaços que no Calor dos seus abraços me fizeram te Achar perdida neste imenso laço. Naveguei em busca de suas fendas perdidas, que De leve me observam como se um brilho Oculto pudesse sair dessas estrelas que tens na face.
Nas minhas mãos,as andanças pelos seus montes morenos, Achando mesmo que as marcas esbranquiçadas eram Sinais para que chegássemos ao centro do prazer.
Montanhas suaves e macias que me minha mão arrepia, Ouvindo da sua boca um gemido de prazer. . . Nasce por entre os montes um rio Tão quente e doce que leva vale abaixo o meu suor. . . Achando bem no centro dessa terra coberta por pelos dourados a Nascente mais sublime que num lago se define onde Habita o prazer maior. . . Acho-me perdido pelas matas que Silenciosas me aparecem por entre os dedos,
Desvendando seus segredos E me perdendo por essas terras onde
Velhos astronautas ainda não ousaram pisar. . . Espelho que vem do mar, trás Na brisa o lugar onde Um dia irei me perder, ou me achar. . . Sem deixar de sonhar. |