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Adormeci sobre os versos. . .
Sinto o silencio ao meu redor. As ruas da minha alma estão abandonadas e Um aperto no peito já faz morada. . . Deixe-me sentir a tristeza de perder o Amor que construí e que acima de tudo Deverá ser feliz para que eu possa também ser. . . Escrevo sem as forças da alegria que
Jaz na minha melancolia e apesar da chuva que cai, A minha lágrima teima em cair.
Sei que versos são o melhor remédio para Um ser renascer do espírito. Por isso mesmo, Fico a mercê da sua alegria que sempre me contagia ao Ouvir a sua voz. Voz que faz Calar a solidão, que me Ajuda com a sua mão forte e me
Obriga a te ver sempre. . .
Mergulho bem fundo na minha aflição E escrevo o que explode em minhas mãos. Um dia eu fui feliz! Muitas vezes
Pude ver a alegria, mas saiba que Experimentar a morte da alma é Ir direto para fora do corpo e Tocar o fogo eterno do centro da terra. Olhos fechados, suspiro. . . |