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INÁRA Estava
a olhar a Tenra
flor a nascer e Uma
doce brisa tocou-me De
leve o rosto e Os
meus olhos Se
fecharam, imaginando que Estivesse
num sonho Tão
puro, que faria Recordar-me
do meu tempo presente. Antes
mesmo que Novamente
eu pudesse abrir os meus olhos e Sentisse
o sangue voltar a Face. Eu pude ver O
ser bonito que Residia
naquele corpo de Menina
com um sorriso de mulher e Os
meus olhos se encheram de Um
momento bonito que Dentro
de mim gritava para que O
mundo pudesse ver que Nascia
ali mais um caminho e As
nossas pegadas Deixariam
marcas na Areia
do recordar. |