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Em
nada modifica o Nó
na garganta, Que
sufoca e me cala, Usando mordaças que Aniquila e me arrasa, pois Nunca
sairão do meu dia a dia. Transporto-me
para O
vento e As
cores silenciosas do Silencio
me Fazem
escutar O
barulho constante do Rio
que passa e que Marca
suas margens. Fazendo Invisíveis
marcas que Germinam
sementes lançadas Ao
tempo. Onde Serpentes
ainda pequenas Mexem-se
em folhas verdes, Ocultas por sua cor. Rasgando
do meu ser as Rosas
da dor de Estar
só, sem Nem
mesmo poder gritar. |