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Quase
não se consegue distinguir. . . Um
corpo apenas, ou duas massas vivas. Anjo
de asa caída, que me absorve Na
dança dessa vida, que
me Deixa
escapar e depois me convida, Ocupando
meu espaço me trazendo a Medida,
me fazendo sentir Esta
imensa armadilha. Vem
me refrescar com Esse
seu suor, deitar neste lençol, Jurar
quem este sol, me faz O
bem que o sal, salgando Em
sua pele, talvez Não
escondesse do tempo Com
o desejo o lamento de não Habitar
em seu ventre neste momento. As
mãos descansam sobre o seu Rosto,
e o meu suor Cobre
tua pele com gotas vivas de Ardor,
onde não há tempo para a Dor,
pois apenas o cansaço O
seu corpo já provou. |