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E
eu me vi a caminhar. . . Sigo
a estrada velha conhecida, Trago
em mim a paz esquecida, por Onde
eu ando, me vejo perder no infinito de Uma
vontade louca de encontrar. . . Te Contemplei
ao longe a caminhar e O
teu destino, por ti montado te Mostrará
um novo caminho. E eu te Vi
voar, um voar tão alto e tão belo que Os
pássaros ficavam a contemplar. Nas
tuas asas prateadas o Toque
mágico das gaivotas que Anseiam
voar mais e mais alto. De
tudo o que te vi fazer, o mais belo E
mais sublime e te vê voltar, uma Doce
brisa toca os seus cabelos E
o sol findando lento. . . E
eu a sonhar um sonho adulto. . . Sinto
a minha voz na voz do vento, Corro
em busca do oculto, Rasgo
as cortinas do tempo e Encontro
à paz no seu vulto. Vivo
a procurar o que não existe Encontro
na face lágrimas tristes de um viver Renegado
de quem persiste. |