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Festejo
com as estrelas, À
parte de mim que Zomba
da solidão. Que Faz
de mim um Rei sem trono. Improvisando
nos versos O
que sinto, o que penso Amparado
pelo vento, Querendo neste momento, Uma
única visão que Inventa uma canção. Formando
no céu O
soneto sincero de quem Rima
amor com dor e que Anda
sem rumo nas Frases,
amparado Apenas
por quem Zela
por mim ao longe. Feito
criança em meio as Rosas,
busco no ar o Imponente
momento de Ouvir-te.
Mas de que importa Balbuciar
as minhas lágrimas secas, Enquanto
o peito sufoca. Mostra-me
na vida, que Longe
de ser solidão , estarão As
mãos sempre a se encontrar. Deixo-te
o que penso. Escrevo
o que há No
meu tempo. Pois Teus
espaços buscarão como louco, Redescobrindo
o tempo perdido, Ouvindo
você. . . Por que? |