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Costelas
que adoram estar próximas, Adornadas
pelo suor que De
leve escorre pelas fendas que se Abrem
no seu respirar. Plexo
que se deixa sustentar, Achando
difícil a tarefa de equilibrar. Reter
gravidade, brincar de amar, Tentar
esquecer que Existe
o ar. Dorso
que desce do pescoço, Envolve
o meu rosto, Vagando
meu gosto, Ouvindo
as batidas do seu Coração,
perder-se então Em
braços, abraços, rolar pelo chão. |