|
Cedo que já se fez tarde, Olhos que já se vêem cedo, Mãos que não se encontram na escuridão, Esquinas em que não se encontrarão. Navego sozinho na minha imaginação e Deixo-me levar pela sua emoção. Olhos que não param, olhos que te procuram. . .
Um grade mistério que chama a minha atenção, as Mesas em volta te atraem em vão, pois Apesar de tudo ainda és a minha razão. . .
Garanto a você um pouco do meu coração, Os outros motivos me mostram a ilusão de Ser pra você um pouco mais de uma emoção. Te vejo acuada nas minhas palavras, pois Ouço seu medo rompendo o silencio, Seguindo os meus passos embora que lentos Avisem pra mim, te cuida então!
Terei percebido que os versos escritos, Obrigam-me a ser um verdadeiro amigo, Riscando da minha Tela toda a imagem de aquarela que A minha mão já imaginou, mas
Do meu coração não se mudou. . . Estive bem longe por um instante e
Creio que meu semblante já mudou. As Horas passaram rápidas e O meu doce já ate acabou! Seguimos o mesmo Caminho de antes, pois O sonho só começou. E Lado a lado, frente a frente, pela noite A vida não mudou, apenas o Tempo presente me deixa pensar que Estou novamente sozinho. . . Derrepente. . . |