CAI A CHUVA

Garoa que leve, me molha

O olhar, te vejo na chuva,

Te vejo sonhar.

As gotas deslizam,

Seu corpo a suar, te

 

Quero na chuva,

Um pouco de amar.

Encolhe os seus ombros, por

 

Cada arrepio, nascendo do cio,

Amar como um rio, que

Escorre perene, e

Mostra solenes seus bicos macios.

 

Nascer do calor, que o frio me trás,

Ouvir seu pedir, fazer seu calar.

Seria maior e pleno o prazer, Usar das palavras,

 

Ou apenas dizer, que sou que sinto e não o que dou.

Levarei da chuva a

Habilidade de correr rápido, e

O poder mágico de se

Sentir extasiado com o fazer de um pecado.

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