AMOR

Nessas coxas leves, o meu

Antigo desejo desperta. . .

 

Criamos no tempo,

O espaço desejado para fazer

Zunir da mente o medo

Inconstante. Para

Nascer de dentro de você como

Horas longas e te sentir

Amando como uma louca.

 

Ou talvez da sua boca

Um grito que nunca irá sair.

 

Navego em seu colo, indo

Até sua ilha e me

 

Sinto cruzando uma grande floresta onde

A flor que procuro

Libertará um rio de prazer.

Acho-me em você . . .

 

Faria tudo de novo ou

Até mais um pouco, para

Zombar do medo

E despi-la por inteiro.

Matando de vez essa fome que

Os nossos pais com

Sinceridade nunca entenderiam.

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