PROF� MALU
Lee el poema Viva Cuba.
ESC�CHALO DECLAMADO POR EL AUTOR - IVAN SIQUEIRA
Maior do que seu sol
mas lindo que seu mar
mais belo que suas tran�as
do que Serra Maestra,
e suas montanhas.
Mais profundo do que seu calor
que o cheiro doce de suas entranhas
mais decidido do que seus estatutos
do que a luta do seu povo
mais fino que o sabor de seus charutos.
Rumba, rumbeira!
Mamba, mambeira!
Mais ardente do que seu rum
mais dolente do que qualquer um.
Dancem merengue, merengueros!
Maior do que qualquer fidel
� o som que sai dos seus metais,
do piano que ponteia,
toquem, mambeiros!
Vamos l�, meu bem,
conhecer o esplendor de Varadero.
Faz, depressa, as malas!
Segure firme na minha m�o,
dessa vez n�o me deixe,
chegando l� eu prometo
que te levo pra passear
num cadillac rabo-de-peixe.
Mais saborosos do que os sorvetes
da sorveteria Coppelia,
mais comovente do que sua resist�ncia
mais doce do que seu a��car
de cana ou demerara,
mais atento do que um olhar fulgencio,
mais santo do que um guevara:
"Hasta la victoria, siempre!"
Mais pel�cula do que seu filme
"Morangos e Chocolates",
mais apimentado do que seus pratos
de feij�o com abacate.
En el ritmo de las maracas
n�s dois dan�ando em Siboney,
e na Bodeguita del Medio,
tomando o mojito de Hemingway.
Maior do que voc�, ilha,
� sua gente,
queimada do sol, imponente,
ni�os sorridentes!
Vamos l�, meu bem,
conhecer Cuba e sua gente!
Um passo pra frente e dois pra tr�s
voc� t� quase aprendendo!
Dan�a, querida,
que o mambo t� fervendo!
Luna, luneira!
Mamba, mambeira!
Gira, meu bem,
roda a saia bem ligeira!
_ Mojito, �m�s mojito, se�or?
_ Com pouca hortel�,
e mais rum, por favor!
Vai, querida, solta,
vai voc� sozinha,
dan�a nas cadeiras!
Seu rosto t� lindo,
de batom vermelho,
e � noite nas cordilheiras!
Volta, meu bem,
me abra�a apertado,
e beija de qualquer maneira!
Daqui a pouco tem rumba.
Rumba, querida!
Dan�a, minha linda mambeira!
N�o pare de dan�ar,
voc� t� linda no mambo,
n�o solta dos meus bra�os,
t� gostoso demais, isso aqui!
Roda, vai rodando, meu bem:
_ Quer outro daiquiri?
Quer dizer o qu�, querida?
N�o estou ouvindo, fala mais alto!
O que voc� disse?
T� feliz demais?
Quer um beijo ardente?
Dan�a, meu amor,
que a noite t� linda,
sete dias de m�os dadas,
e o mambo t� quente!
Pendura no meu pesco�o,
que eu vou te olhando
e te levando pra frente!
Viva Cuba!
Viva Cuba e sua gente!
2. Qu� denota la utilizaci�n del comparativo de superioridad? C�mo se puede leer ese tipo de construcci�n en la poes�a?
3. Busca informaciones sobre:
3.1. Varadero
3.2. La Habana
� Copelia:
� Bodeguita del Medio:
� La Habana Vieja:
� Universidad de La Habana
3.3. Sierra Maestra
3.4. Mojito
3.5.Daiquir�
4. Traduce la poes�a al espa�ol.
5. Lee. Ent�rate. Pasa al espa�ol los textos informativos sobre los ritmos musicales, que aparecen abajo:
5.1. RUMBA. Lee y traduce el texto abajo.
A rumba foi uma das conseq��ncias, juntamente com o son e o danz�n, da fus�o entre as dan�as espanholas e africanas, que davam grande import�ncia aos movimentos do corpo, especialmente aos quadris. Presente entre os negros cubanos desde o s�culo XVI, durante o s�culo XIX a rumba se desenvolve em Havana em combina��o com a contradan�a europ�ia. As descri��es da rumba atual que nos chegam falam de pantomimas sexuais dan�ada a um ritmo extremamente intenso com um movimento de quadris, o vacunao, com o qual o homem tenta conquistar a mulher. Outros passos t�m suas origens pouco conhecidas por qualquer p�blico, como o chamado cucaracha, no qual se imita passos de insetos.
Desde os movimentos obscenos do s�culo XIX � sensualidade atual, a rumba cubana percorreu um longo caminho: proibida em seu pr�prio pa�s, somente depois de v�rias tentativas ela conseguiu conquistar o p�blico internacional at� se transformar, hoje em dia, em um dos ritmos imprescind�veis da dan�a de sal�o.
(Ediciones del Prado, Dan�a de Sal�o 4).
5.2. MAMBO - Lee y traduce el texto abajo.ESCUCHA EL MAMBO GOZ�N - CON TITO PUENTES
-
O mambo � uma dan�a de origem cubana na qual encontramos alguns elementos da rumba e certas influ�ncias do jazz norte-americano.
Surgiu em um lento processo que come�ou no final da d�cada de 30 e atingiu o auge em meados dos anos 50. Na d�cada de 90 � em parte gra�as aos filmes como - Los reyes del mambo -, as pistas de dan�a voltaram a ser ocupadas pela for�a desse ritmo cubano.
A dan�a - que deriva do som � apresenta movimentos alegres e sensuais, iguais a outros ritmos tropicais. Entretanto, o mambo � um pouco mais r�pido do que a maioria deles.
Pode-se dan�ar com os corpos juntos, ainda que o seu dinamismo e a dificuldade de certos movimentos sejam mais caracter�sticos para dan�ar individualmente � com os corpos separados.
(Edi��es del Prado � As Melhores Dicas de Dan�a de Sal�o 6)
5.3. MERENGUE - Lee y traduce el texto abajo. ESCUCHA ES MENTIROSO - CON OLGA TA��N
-
No final do s�culo XIX, a tumba, baile de origem europ�ia no qual as mulheres ficavam de um lado e os homens de outro, dan�a nacional da Rep�blica Dominicana, acaba sendo substitu�da por outra dan�a derivada do paseo, durante o qual os dan�arinos escolhiam as damas. Era o merengue, que naquela �poca era formado pelo paseo, pelo merengue propriamente dito e o jaleo � giros e coreografias muito expressivas.
O merengue ganhou for�a e no Cibao � hoje considerado o quartel general do merengue � desenvolveu-se a dan�a chamada perico ripiao (louro depenado) em homenagem a uma taberna de Santiado de los Caballeros. Os conjuntos eram compostos por acordeon, balsi� (pequeno tambor) e balsielito longo (maior que um guayo, transformado em raspador).
Durante a ocupa��o americana (1916-1924) surge o pambiche � provavelmente derivado de palma beach (tecido estampado) -, uma vers�o mais lenta do merengue que imitava o modo dos soldados americanos dan�arem. Baseado nesta dan�a, o diretor de orquestra Rafael Solano criou um novo g�nero de merengue bastante lento: o merengue apambichao.
Nos tempos modernos, sob a influ�ncia do rock, o tempo da dan�a foi acelerado e a sess�o de paseo desapareceu. O merengue atual mant�m dois g�neros coexistentes: a varia��o popular e a vers�o orquestrada ou comercial. Esta �ltima compete com a salsa de Cuba e a de Porto Rico, como a dan�a de sal�o mais popular da Am�rica Latina e dos Estados Unidos. Por outro lado, o merengue popular manteve sua vig�ncia gra�as ao ritmo e ao acordeon que se converteram no s�mbolo da identidade nacional dominicana.
(Edi��es del Prado � As Melhores Dicas de Dan�a de Sal�o - 24)
5.4. Ya que se habl� de SALSA... Lee el texto abajo, atentamente.ESCUCHA LA SALSA, CON LOS VAN VAN, SOMOS CUBANOS Qu� nos ense�a esa canci�n acerca del pueblo cubano?
Ante todo esta m�sica ya no resulta un espectro sonoro que simplemente reproduce o reelabora la m�sica cubana de los a�os cuarenta y cincuenta. La salsa, como producto de la inquietud creadora de m�sicos de diversas latitudes, se ha enriquecido con nuevos ingredientes. Los temas son muy caracter�sticos y hablan de las cosas del hombre com�n, con sus alegr�as y sus problemas y est� presente el barrio, n�cleo generador por excelencia de elementos de la cultura popular. La salsa es una m�sica de fusi�n, de mezcla, ajiaco de elementos caribe�os, con aportes del jazz, el samba, el rock, el reggae, la cumbia, la bomba, el merengue, entre otros ritmos, todo mezclado, fusionado con la guaracha, el son, la rumba�
El acompa�amiento percutivo ha sufrido alteraciones: la conga o tumbadora y el bong� se siguen tocando a lo cubano, aunque cuando entran los ritmos de bomba, merengue o samba hay que cambiar sus golpes; pero el cencerro o campana usado en la m�sica cubana ve incorpor�rsele un cencerrito paralelo que realiza el toque caracter�stico de la cumbia, estableci�ndose un contrapunto r�tmico. El bajo, aunque utiliza tumbaos propios de lo cubano, ensancha considerablemente su expresi�n con giros provenientes del jazz, lo que tambi�n ocurre con el piano.
La vocalizaci�n entre los salseros tiene tambi�n sus rasgos diferenciadores. Al lado de un coro que se mueve dentro del estilo t�pico cubano, se plantan solistas que crean una nueva forma de decir. Hay una presencia de giros vocales de estirpe jazz�stica, rockera, pop, brasile�a, conjugados con maneras de canto afrocaribe�o. Los vocalistas en la salsa ampl�an la gama arm�nica y superan el modo lineal de improvisaci�n usado anteriormente.
La armon�a dentro de este fen�meno art�stico posee un perfil nuevo, contempor�neo. Uno de los grandes aportes del movimiento salsero radica en la armonizaci�n, tanto de las obras tradicionales caribe�as como de creaci�n actual, con presupuestos muy de hoy (�) Por eso su producto musical suena, sobre una base percutiva aut�ntica, tan novedoso, tan actual, tan contempor�neo, teniendo en cuenta adem�s el uso de la electr�nica.
Como baile, uno de los principales atractivos de este ritmo es la libertad de movimientos. Cuando lenta genera movimientos m�s sensuales, que se vuelven m�s radicales seg�n el ritmo aumenta. (OROVIO, 1994).
6. Asiste la pel�cula FRESA Y CHOCOLATE� Prep�rate para la pr�ctica de laboratorio que haremos, observando el entorno y el funcionamiento de la sociedad cubana.
7. Lo asociaremos tambi�n a la pel�cula Habana Social Club. As�stela pues�
8. Tambi�n asistir�s un documental sobre Che Guevara.
9. Lee la carta escrita por Che Guevara (CAROTTO, 2004) .
A mis hijos
Queridos Hildita, Aleidita, Camilo, Celia y Ernesto:
Si alguna vez tienen que leer esta carta, ser� porque yo no est� entre Uds.
Casi no se acordar�n de m� y los m�s chiquitos no recordar�n nada.
Su padre ha sido un hombre que act�a como piensa y, seguro, ha sido leal a sus convicciones.
Crezcan como buenos revolucionarios. Estudien mucho para poder dominar la t�cnica que permite dominar la naturaleza. Acu�rdense que la revoluci�n es lo importante y que cada uno de nosotros, solo, no vale nada. Sobre todo, sean siempre capaces de sentir en lo m�s hondo cualquier injusticia cometida contra cualquiera en cualquier parte del mundo. Es la cualidad m�s linda de un revolucionario.
Hasta siempre hijitos, espero verlos todav�a.
Un beso grandote y un gran abrazo de:
Pap�
9.1. Comenta la actuaci�n pol�tica de Che frente a su vida personal.
9.2. Relaciona con lo que pasa en en Fresa y Chocolate, con los ideales revolucionarios como parte de um sistema de conducta postrevoluci�n.
9.3. ESCUCHA Y LEE CUBANITA - EN LA VOZ DE SU AUTOR - IVAN SIQUEIRA Comenta el motor de los ideales frente a lo personal.
- 10. Escribe una carta de tu parte comunicando algo importante de ti, de tu vida y tus ideales.
11. Lee el texto abajo sobre la vida de Hemingway en Cuba y contesta las preguntas que se pone en seguida�
Ernest Hemingway toc� por vez primera la tierra cubana en abril de 1928. Venia de Francia en el vapor Orita, y habia partido del puerto de La Rochelle, dieciocho d�as antes. En esta ocasi�n estuvo poco tiempo all�, iba de paso hacia Cayo Hueso; solo aguardo unas horas en espera de otro barco. A�os despu�s regres� en el yate de su amigo Joe Russell, para pescar agujas en aquellas aguas. En esa temporada captur� diecinueve agujas y se convirti� en un devoto de ese tipo de pesca por el resto de su vida.
En Cuba descubri� el sabor del aguacate, la pi�a y el mango. De todo eso habl� en un art�culo al que titul�: "Agujas lejos del Morro: una carta cubana", que public� en la revista Esquire, en el n�mero de oto�o de 1933; su segunda estad�a en Cuba hab�a ocurrido de abril a junio de 1932, la tercera un a�o despu�s. Durante ese periodo escribi� dos de sus mejores cuentos y advirti� que el clima cubano, y su actividad deportiva, lo vigorizaban f�sica y mentalmente. Expresaba que Cuba "lo llenaba de jugos", que era su manera de decir que all� lo invad�a una gran energ�a creativa.
En ese art�culo Hemingway se�al� su descubrimiento del Hotel Ambos Mundos, que ser�a su paradero cubano hasta que, casi una d�cada despu�s, adquiri� la Finca Vig�a.
Desde el hotel disfrutaba un excelente panorama de la Catedral, la entrada de la bah�a y el mar; pod�a desayunarse en el caf� de la esquina con un vaso de leche fr�a y un pedazo de pan y estaba cerca del muelle de San Francisco, donde amarraba el yate Anita.
Hemingway describ�a el fondo coralino de la costa, la brisa refrescante y los peque�os botes de los humildes pescadores, en aquella primera aproximaci�n al tema cubano.
En su visita de 1933 enganch� un castero de 750 libras, que le quebr� la ca�a despu�s de hora y media de lucha: ese era el tipo de vivencia que le iba aficionando al pa�s, pero pronto advirti� otra experiencia m�s profunda. En agosto de ese mismo a�o se preparaba para salir en el vapor "Reina del Pacifico" hacia Santander. Corr�an los �ltimos d�as de la dictadura machadista y su segunda esposa, Paulina, sufri� un tiroteo en la calle. Hemingway dijo a sus amigos que simpatizaba con la causa del pueblo cubano y que esperaba que el "miserable tirano" (Machado) terminase pronto, lo cual ocurri� el d�a doce. Hemingway supo la noticia por la radio del barco.
El drama social ocurrido en Cuba en la d�cada de los treinta: la dictadura machadista, la revoluci�n, el golpe castrense, la frustraci�n, qued� marcado en su obra. Su novela "Tener y no tener", publicada en 1937, ocurre en Cuba y en Cayo Hueso, y comienza con una descripci�n de la Habana Vieja: "Ya sabes como es La Habana por la ma�ana temprano, con los vagabundos que duermen todav�a recostados a las paredes; aun antes de que los camiones de las never�as traigan el hielo a los bares. Bien, cruzamos la plazoleta que est� frente al muelle y fuimos al caf� La Perla de San Francisco y hab�a solo un mendigo despierto en la plazoleta y estaba bebiendo agua de la fuente."
Harry Morgan, principal personaje de esa novela, pregunta a un revolucionario cubano que clase de revoluci�n har�n sus compa�eros: "Somos el �nico partido revolucionario... queremos acabar con los viejos politiqueros, con el imperialismo yanki que nos estrangula y con la tiran�a del ej�rcito. Vamos a comenzar de nuevo para darle a cada hombre una oportunidad. Queremos terminar la esclavitud de los guajiros... dividir las grandes fincas azucareras entre quienes las trabajan... Ahora estamos gobernados por rifles, pistolas, ametralladoras y bayonetas... Amo a mi pa�s y har�a cualquier cosa... por librarlo de su tiran�a."
Su arraigo definitivo en Cuba se produjo en abril de 1939. Su nueva compa�era, Marta Gellhorn, aspiraba a un lugar m�s retirado que el Hotel Ambos Mundos, donde estaban expuestos a la curiosidad --y a las interrupciones--, de demasiados amigos. Ella comenz� a buscar ese refugio y encontr� la Finca Vig�a, en San Francisco de Paula, que hab�a pertenecido a la familia D'Orn, y se encontraba en un estado de abandono. La alquil�.
A Hemingway no le gust� el lugar, le parec�a demasiado lejano, y prefer�a pasar el tiempo en La Habana, o en su yate Pilar. Marta Gellhorn reconstruy� la casa. A Hemingway le gust�, despu�s de la redecoraci�n , y se mud� a la finca. En diciembre de 1940 adquiri� la propiedad.
"Por quien doblan las campanas" fue escrita en su nueva residencia de San Francisco de Paula, y fue esa obra su primer v�nculo con la actual revoluci�n. En un di�logo sostenido en 1975 con Kirby Jones y Frank Mankiewicz, ulteriormente publicado en un libro de ambos, Fidel Castro les dijo: "De los autores norteamericanos, Hemingway es uno de mis favoritos... Conoc�a sus obras desde antes de la Revoluci�n... Le� "Por quien doblan las campanas" cuando era estudiante... Hemingway hablaba de la retaguardia de un grupo guerrillero que luchaba contra un ejercito convencional... Esa novela fue una de las obras que me ayud� a elaborar t�cticas para luchar contra el ej�rcito de Batista..."
Su afici�n a Cuba qued� registrado en muchas descripciones y pasajes de sus obras. En "Islas en el Golfo" realiza una magistral observaci�n de la calle San Isidro, el barrio de Atares, de los muelles del puerto, del barrio de Jes�s Mar�a, de las colinas de Casablanca. "Del otro lado de la bah�a --escribe--, vio la antigua iglesia amarilla y el desparramo de las casas de Regla, casas rosadas, verdes y amarillas... y detr�s de todo ello, las colinas grises pr�ximas a Cojimar." Hemingway ha descrito, incluso, los olores de Cuba; el olor de la harina almacenada en La Habana Vieja, el olor de la madera en las cajas de envase reci�n abiertas, el olor del caf� tostado y el olor a tabaco. Su gran espacio vital fue la Corriente del Golfo, que cruza frente a La Habana, y la enlazo a la historia en una descripci�n aparecida en "Verdes colinas de �frica", donde afirma que esa Corriente, con la cual vive y aprende, se mueve "a lo largo de esta isla larga, hermosa y desdichada", y las cosas que se han descubierto sobre ella son permanentes y valiosas y existir�n despu�s que la riqueza, la pobreza, el martirologio, el sacrificio, la venalidad y la crueldad hayan desaparecido.
En 1960, procedente de Cuba, regres� a Estados Unidos, para hospitalizarse en la cl�nica "Hermanos Mayo", pues se hallaba muy enfermo. All� lo abordaron los periodistas y Hemingway declar� escuetamente: "la gente de honor creemos en la Revoluci�n Cubana." Esa fue su despedida.
Escrito por Lisandro Otero, Publicado en La Revista Cubana La Jibilla http://www.cubacultura.org
11.1. �A Hemingway qu� le entreten�a en su ocio? �Cu�l el efecto que eso le provocaba?
11.2. �Cu�les los sabores que �l descubri� en Cuba? � Cu�les los olores que describe?
11.3. En el Hotel Ambos Mundos, �c�mo era la vida de Hemingway? �C�mo se dio su primera aproximaci�n a los temas cubanos?
11.4. En el fragmento de �Tener y no tener�, novela de Hemingway publicada en 1937, c�mo describe la Habana Vieja? A�ade tus impresiones, en funci�n de lo que has investigado y de lo que pudiste ver en la pel�cula Fresa y Chocolate, Habana Club y el documental sobre Cuba. Asimismo compara lo que dice el personaje principal de esa novela acerca de los ideales revolucionarios y lo que ocurre en la vida de los protagonistas de la pel�cula.
BIBLIOGRAF�A
CAROTTO, Oscar. El Che: La Historia. Buenos Aires: Colecci�n La Historia, 2004 Edi��es del Prado � As Melhores Dicas de Dan�a de Sal�o - 24)
Edi��es del Prado � As Melhores Dicas de Dan�a de Sal�o � 4, 6, 24)
(OROVIO, Helio. M�sica por el Caribe. Santiago de Cuba: Editorial Oriente, 1994).
OTERO, Lisandro. La Jibilla.
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http://br.geocities.com/poesialuz