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Soneto onisciente de tocar-te


Tua aus�ncia minha m�o escreve
Tu sem saber me despeja
O gosto t�o longo e t�o breve
Da poesia, onde ela esteja.

Reflexos apenas da car�ncia
Como se Cristo n�o viesse � igreja
E v�s n�o encontr�sseis na ci�ncia
O que teu poeta tanto almeja.

Para que tanta evid�ncia
Para o que deixa de ser ou seja?
O amor � todo a onivid�ncia.

Meu sil�ncio, minha paci�ncia
E onde quer que o veja
� de poesia que ele te beija.

* Poesia feita por Gilson Dallegrave


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