Punheta amiga
Aconteceu quando eu tinha uns 12 anos. Era sabado e no dia
anterior eu tinha combinado de ir na casa de um amigo meu de
bicicleta. Ele morava a uns 15 km de distancia e, ir ateh lah era
praticamente uma viagem.
Acordei bem cedo, coloquei uma roupa e o mapa que eu tinha feito
na escola um dia antes, com as orientacoes dele. Eu tinha que
prestar bastante atencao ao longo do caminho, pois, se eu me
perdesse, tinha que achar o caminho de volta sozinho. Naquela
epoca, 1993, nao tinha celular, GPS, Google Maps, nada pra se
orientar.
O objetivo era passar o dia na casa dele, onde ia ter um
churrasco.
O lugar era bem distante e as casas bem espacadas entre elas.
Mais pareciam chacaras, algumas acho que ateh eram. Tinha muito
verde, muitas arvores e pomares. O lugar nao tinha asfalto ainda
e peguei muita estrada de terra pra chegar lah.
A parte gostosa da historia foi um momento em que estava eu, o
Ravi e seu irmao menor, uns dois anos mais novo que a gente. De
repente o Ravi comecou a puxar uns assuntos sobre quais eram as
meninas mais gostosas do bairro dele. E ficamos falando tanto
sobre buceta, cu, bunda, calcinha, sexo e foda que, em minutos eu
ja estava com o pinto duro - o que naquela epoca nao era grande
coisa e praticamente quase nem tinha pelos.
Tambem percebi que o Ravi tava com pinto duro. O lugar era tao
deserto que comecamos a bater uma punheta ali mesmo, no quiosque
da praca. O irmao dele, com uns 9 ou 10 anos (sei lah), soh ficou
olhando. Ficou um sentado com o ombro colado no outro, aquele dia
tinha sido quente e de sol, nossas maos estavam sujas de laranjas
que comemos de uma arvore ali perto.
E quando mais sentia a cueca apertada, com os assuntos que
estavamos conversando, sobre as meninas, as professoras... me
sentia cada vez mais excitado. Peguei no meu pinto e comecei a
masturbar. O Ravi tambem. Em certos momentos via que ele olhava
pro meu pau. Ai eu parava de bater punheta (como se estivesse
dando uma folga) e ficava mostrando pra ele. Sei que ele gostou
de examinar meu pinto, pois ele "retribuiu" o favor e
fiquei olhando pro dele tambem.
Rapidamente, ficou um "cheiro de pinto" no ar, o que me
deixou mais excitado ali. Eu nunca tinha batido punheta com outra
pessoa por perto e estava gostando. De repente, ele me pergunta:
"quer pegar?".
Eu nem tinha respondido a pergunta dele, parei de bater punheta e
peguei no pinto dele. Ateh hoje sinto a textura da pele, aquela
pele que empurrei pra traz e pra frente, cobrindo e descobrindo a
cabeca do penis do Ravi com minhas maos! Em varias ocasioes tinha
fantasiado em ver os amigos pelados, mas nao daquela forma, eu
era muito inocente e estava perdendo a inocencia e gostando
disso.
De repente parei. O que devia ter feito era masturbar o Ravi ateh
ele gozar, mas naum me importei com isso, pois gostei muito
daquilo. O engracado foi o irmaozinho dele do lado, assistindo
tudo, sem entender nada hahaha.
E fui sentindo um calor ainda maior, os sentidos ficaram mais
apurados. Sentia o po do chao grudado na minha perna, a cueca
rebaixada apertando a bunda conforme esticava o elastico pra dar
mais espaco pra masturbacao. O suor que escorria pelas bolas de
um saco que ainda soh tinha alguns pelos. Meu pescoco e meus
suvacos melados de suor daquele dia quente e gostoso. Gozei pra
caralho.
Depois voltamos pra casa do Ravi. Naum tinha ninguem da familia
dele. Ele disse que tinha que ir pro banheiro pra dar uma cagada.
Mentiroso! Ficou o maior tempo lah, certeza que foi bater mais
uma. Eu tambem bati. E dessa vez, bati na sala, na frente do
irmao dele, porque ele tambem pediu pra mostrar o meu pinto e
explicar o que eu e o Ravi tinhamos feito. Ele queria saber do
"liquido" que saiu do pinto e perguntou se era mijo.
Respondi que naum, que era gozada, e na hora resolvi ensinar a
ele a se masturbar tambem. Ele estava muito curioso e eu com
muita vontade de ver o pinto dele, ainda que fosse dois anos mais
novo que eu. Confesso que nao vi muita graca no pinto dele, ate
porque, era de crianca, nao tinha pelo e era pequeno. Quando vi
quase desisti de ensinar a ele, mas ele insistiu. Peguei no meu
pinto e falei pra ele fazer igual, a puxar a pele pra fora da
cabeca do pinto, a fazer vai-e-vem com a mao..
Eu tava desse jeito na sala quando o Ravi (finalmente) saiu do
banheiro e veio ao nosso encontro. Falei que tava ensinando o
irmao dele e ele nao achou ruim hahaha... ate mostrou o pinto de
novo e comecou a bater punheta com a gente e foi quando ele falou
que tinha acabado de gozar no banheiro e que ja estava na
terceira rodada.
Ao voltar pra casa de bicicleta, eu parei num lugar, numa casa em
ruinas. Entrei nela e me sentia muito excitado ainda. Lambi o
dedo medio da mao esquerda e comecei a esfregar o dedo no cu.
Abri minhas pernas, uma apoiada no chao e a outra na parede, o
mais aberto possivel, sonhando que o Ravi estava me cutucando no
cu. Depois, quando acabou a saliva, fui lamber o dedo de novo e
estava fedendo merda, na verdade, nao era exatamente
"merda", mas um suor de bunda, e aquilo naum me deixou
com nojo, pelo contrario, tomei coragem e enfiei o dedo no cu.
Naum doeu nem um pouco. Meu cu podia ser considerado virgem ateh
aquele dia. Fiquei mexendo ele enquanto batia punheta com a outra
mao. Gozei em instantes. E, mesmo apos gozar, naum era o
suficiente. Eu sentia vontade de fazer mais.
Cheguei em casa e naum aguentava o tesao. Ninguem estava em casa
tambem. Fui pro quintal ver o cachorro. Num lugar
"tranquilo", abaixei a bermuda e a cueca, e deixei o
cachorro cheirar meu saco. Ele comecou a lamber o saco e foi
muito gostoso. Lambeu o pinto tambem. Fiquei com medo dele dar
uma mordida, mas aos poucos fui ficando confiante. Nisso, abaixei
ainda mais a bermuda, fiquei de quatro, e o cachorro mirou a
lingua no meu cu. Foi uma delicia, mesmo que com o cachorro. E
porque ja tinha batido punheta antes naquele dia, aquela foi a
mais gostosa, porque demorei pra gozar e fui sentindo aquela
lingua de cachorro explorando meu cu, sugando tudo o que tinha
ali, deiando tudo molhadinho.
Levantei e fui pro banheiro tomar banho. Aquele dia foi uma
reviravolta total na minha vida sexual. Gostei de tudo.