1999

Merda prisioneira poética


Minha poesia

Perdeu-se em sua beleza

E tudo o que eu amava

Tornou-se apenas tristeza.

 

Quem era aquele moleque

Que disse que o suicídio

Iria me libertar

Deste presidio?

 

Tirei meu nome desta canção,

E livrei-me então daquele vadio.

Mas o pior de ter tido essa lição

Foi saber que eu estava doentio.