POEMAS & POEMAS

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          SOLANGE   RECH 

 

  Um catarinense alcan�a a unanimidade po�tica.

 

 

      

Com  SER�ES  NA  REDE, seu quarto livro de poesias e o sexto da carreira, Rech mostra ao p�blico catarinense o que os experts em literatura j� sabiam: � um poeta completo, criativo, iluminado.

 

Na d�cada de 70, seus textos chegaram �s m�os do poeta M�rio Quintana, que se impressionou com os versos, notadamente os sonetos, tecidos com apurada t�cnica e inspira��o. O vate ga�cho aconselhou-o a prosseguir no fazer liter�rio, lembrando que a poesia � uma arte sempre inacabada, em permanente constru��o.

 

J� em 1987, dele dizia Arthur Coutinho J�nior (RJ): “Poeta de alta sensibilidade e cronista de apurada cultura, soube abrir seu espa�o no mundo das letras, sendo hoje escritor reconhecido e respeitado por quantos tenham tido o privil�gio de saborear seus textos. Com este volume de cr�nicas e poemas, Rech vem romper a imagem de escritor bissexto e ensimesmado, que erroneamente dele se fazia, para firmar-se definitivamente no pequeno clube dos bons autores, com direito � universalidade...” (Pref�cio de PARA MATAR A NOITE).

 

Sobre ele, assim se expressa Salim Miguel, que dispensa apresenta��es: “Rech n�o se fixa numa forma ou f�rmula de poetar. E em todas demonstra sensibilidade e compet�ncia. Ele se utiliza da m�trica e da rima, do verso livre, da prosa-po�tica. Avalia se o que deseja transmitir cabe melhor num soneto, numa trova, num poema em prosa, sempre atento � qualidade da escrita, ao trabalho artesanal...” (Pref�cio de DE AMOR TAMB�M SE VIVE...).

 

Ou�amos Deon�sio da Silva, renomado escritor catarinense, que mora em S�o Carlos (SP): “Esses poemas de Solange Rech filiam-se �s grandes linhagens da poesia ibero-americana, transportada para o Brasil ‘ao som do mar e � luz do c�u profundo’, como diz nosso Hino Nacional. Seus versos cantam e brilham no meio da noite escura em que vivemos, preocupados com o apocalipse amea�ador, anunciado para antes da aurora...” (Pref�cio de SER�ES NA REDE).

 

Leatrice Moellmann, escritora e laureada poetisa da Academia Catarinense de Letras, fez uma an�lise cr�tica sobre o trabalho do autor e afirma que “Solange Rech j� nasceu poeta, j� era poeta na barriga da m�e, qui�� no sangue de um av�. Talento at�vico? Predestina��o?...”  Sem conhecer esse detalhe, ela acertou. Solange Rech faz poesia desde os nove anos, quando come�a a participar de trova-repente, desafiando trovadores adultos. Aos dezesseis anos, publicou  TROV�ES DOLENTES, uma reuni�o de 60 poemas escolhidos.

 

Como os anteriores, SER�ES NA REDE, o livro que Solange Rech entrega ao p�blico a partir de 13 de junho, tem v�rios poemas dedicados ao AMOR, esse tema intemporal e abrangente. Ao acaso, recolhemos parte de um poema que bem poderia constar em qualquer antologia do mundo:

 

“Se n�o fosse por ti,

eu iria ignorar que os cora��es foram feitos aos pares

e que a suprema miss�o da vida

� descobrir a interface que nos faz vibrar”.

 

Como se v�, n�o � por acaso que este expoente da poesia catarinense tem trabalhos publicados em v�rios pa�ses, como Portugal, Uruguai, USA, Espanha e Fran�a. N�o � igualmente por acaso que ele � hoje um dos poetas que mais ganha pr�mios em concursos liter�rios nacionais e internacionais. Tamb�m n�o � por acaso que um grupo de poetas, reunidos pela internet, deu-lhe o apelido de Poeta-Rei, reconhecendo-o como “um dos maiores, sen�o o maior poeta brasileiro da atualidade”.

 Rio de Janeiro, 24 de maio de 2002.

 

(CR�TICA  LITER�RIA  ––  Transcrito)

 

 

 

 

 

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PARA  MATAR  A  NOITE  (cr�nicas e poemas) foi publicado em Bras�lia (DF), em 1987, na Gr�fica Center Editora Ltda. A capa � cria��o de J� Oliveira. Edi��o de 3.000 volumes, esgotada.

 Ponto alto do livro � o poema  DIRETAS  PRA  PRESIDENTE,  que foi declamado nos com�cios do Movimento Diretas-J� e publicado em jornais. S�o seis estrofes de cinco versos, em redondilha maior. Arrojado, o poeta vergastava a ditadura, mostrando seu intento j� na primeira estrofe:

 

  “Um povo na escurid�o,

   Um pa�s quase insolvente.

   Pra resolver a quest�o

  O que quer toda na��o?

- DIRETAS PRA PRESIDENTE!

 

 

 

Num crescendo, segue o poema a argumentar os defeitos do regime e os reclamos populares, at� desaguar num final arrebatador:

 

                                                  “S� com urnas vamos p�r

                                                   Esta na��o para frente.

                                                  O povo n�o tem tutor!

                                                  J� chega de interventor!

                                                 QUEREMOS TER PRESIDENTE!”

 

 

 

 

  

DE  AMOR  TAMB�M  SE  VIVE...  (poesia)

 

Capa de Suzana Rech Mostardeiro.

 

Veio a p�blico ao final de 1999, pela Blocos Editora (RJ). O volume, de 132 p�ginas, engloba diversos poemas premiados em concursos liter�rios, inclusive no exterior.

 

Alguns dos sonetos constantes do livro foram tamb�m publicados em Portugal e no Uruguai.

 

O consagrado escritor Salim Miguel, que assina o Pref�cio da obra, assim se manifesta: “Outros temas perpassam a obra po�tica do Autor, com destaque para o mar. E � bom deixar anotado que na palavra amor est� embutida a palavra mar. Por certo Rech se deu conta de que a vida surgiu do mar. E, com a vida, o amor. Rech n�o se fixa numa forma ou f�rmula de poetar. E em todas demonstra sensibilidade e compet�ncia. Ele se utiliza da m�trica e da rima, do verso livre, da prosa-po�tica. Avalia se o que deseja transmitir cabe melhor num soneto, numa trova, num poema em prosa, sempre atento � qualidade da escrita, ao trabalho artesanal”.                    

 

 

 

 

 

HIST�RIA  DA  FENABB

                                                     Conta o trajeto que percorreu no tempo uma entidade  fundada em 1977,  e � hoje a maior federa��o de clubes de empresa de todo o mundo. A Federa��o Nacional de AABB congrega hoje quase 1.300 associa��es atl�ticas, conhecidas nacionalmente como AABB. Esses clubes, que originalmente se compunham apenas de funcion�rios do Banco do Brasil e seus familiares, d�o hoje  espa�o para a participa��o de pessoas da comunidade, englobando  um universo de mais de 700.000 pessoas.

 

 

HIST�RIA DA FENABB – mar�o/2000 - 3.000 exemplares, Athalaia Gr�fica e Editora Ltda. – Bras�lia (DF) – 115 p�ginas.


                                                           

 

 

 OS  ESPARTANOS  DE  DEUS (relatos)

 

 Trata-se de obra substancial, com centenas de fotos hist�ricas, lan�ada em 2000. S�o relatos de experi�ncias de vida em um semin�rio cat�lico (Tubar�o – SC), escritos por seminaristas e ex-seminaristas, entre os quais constam o Senador  Geraldo Althoff e Antenor Naspolini, Secret�rio Estadual de Educa��o do Cear� . Mais de quarenta depoimentos de diversos autores enriquecem o trabalho. Daquele grupo de meninos e jovens, surgiram bispo, padres, empres�rios, educadores, magistrados, m�dicos, pol�ticos e escritores, como Deon�sio da Silva. Al�m de seu pr�prio depoimento,  um soneto e um poema (A Banda), Solange Rech participa da montagem da obra (pesquisa, entrevistas, coordena��o, edi��o, prepara��o, revis�o e editora��o), num trabalho conjunto com Jos� de Souza Patr�cio.

 

 

 

                     

OS  ESPARTANOS  DE  DEUS – Florian�polis (SC) – Ano 2000 – Editograf – 428 p�ginas – Diversos autores.

 

 

 

 

                           A N T O L O G I A S           L I T E R � R I A S

                                                                                             

       

 

 

 

 

 

 

 

 

Al�m de seus pr�prios livros, Solange Rech participa em diversas antologias liter�rias, no pa�s e no exterior. As capas acima s�o de livros publicados em Portugal (Poi�sis), onde comparece com quatro sonetos de sua lavra (p�g.267/270), e no Uruguai (Letras de Babel, edi��o bil�ng�e), que transcreve tr�s de seus poemas. PALAVRAS  DE  AMOR (ao lado) � uma das dezenas de antologias nacionais onde seus trabalhos marcam destacada presen�a.

 

    

    

 

 

 

SER�ES  NA  REDE (poesia)     

 

Foram tantos os SER�ES NA REDE (na rede de casa de praia e na web) e tanto havia a ser dito e partilhado que o poeta se encheu de coragem e jogou tudo num novo livro. A capa � de CELITO MEDEIROS e o trabalho tem a chancela de DEON�SIO DA SILVA, que fez o pref�cio.               

 

 

 

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