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CORA��O SUBORNADO
Meu cora��o sofre de amor agudo
E reclama a paix�o que n�o cultivo.
Fala que sou por vezes dispersivo,
Capaz de s� te olhar e ficar mudo.
Digo que te amo tanto, assumo tudo,
Juro que nosso amor � forte e vivo.
Por�m meu cora��o, t�o impulsivo,
Joga de bandido e acha que me iludo.
Estranho cora��o... No seu palpite
Toda a minha paix�o desenfreada
� s� um caso passageiro e morno.
Mas, como o meu amor n�o tem limite,
Fico a me perguntar, � deusa amada,
Quantos beijos pagaste de suborno.
Solange Rech ![]()
(Poeta-Rei)
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