O escritor brasileiro PAULO COELHO, nasceu em 1947, na cidade do Rio de Janeiro. Antes de dedicar-se inteiramente à literatura, trabalhou como diretor e ator de teatro, compositor e jornalista.

PAULO COELHO escreveu letras de música para alguns dos nomes mais famosos da musica brasileira, como Elis Regina e Rita Lee. Seu trabalho mais conhecido, porém, foram as parcerias musicais com Raul Seixas, que resultou em sucessos como Eu nasci há dez mil anos atrás, Gita, Al Capone, entre outras 60 composições com o grande mito do rock no Brasil.

Seu fascínio pela busca espiritual, que data da época em que, como hippie, viajava pelo mundo, resultou numa série de experiências em sociedades secretas, religiões orientais, etc.

Em 1982, editou ele mesmo seu primeiro livro, Arquivos do Inferno, que não teve qualquer repercussão. Em 1985, participou do livro O Manual Prático do Vampirismo, que mais tarde mandou recolher, por considerar, segundo suas próprias palavras, ''de má qualidade''...

As sandálias de José

(Paulo Coelho)

Há muitos anos, tantos anos que já esquecemos a data exata, vivia em uma aldeia do Sul do Brasil um menino de sete anos, chamado José. Tinha perdido os pais muito cedo, e fora adotado por uma tia avarenta que, embora tivesse muito dinheiro, quase não gastava com o sobrinho. José, que jamais tinha conhecido o sentido do amor, achava que a vida era assim mesmo, e não se incomodava com isso.
Como viviam em um bairro de gente rica, a tia forçou o diretor da escola a aceitar seu sobrinho, pagando apenas um décimo da mensalidade, e ameaçando protestar junto com o prefeito se não fizesse isso. O diretor não teve escolha, mas sempre que podia mandava seus professores humilharem José, esperando que se comportasse mal e tivessem um pretexto para expulsá-lo. José, entretanto, que jamais conhecera o amor, achava que a vida era assim mesmo, e não se incomodava com isso.
Chegou a noite de Natal. Todos os alunos foram obrigados a assistir a missa em uma igreja distante do povoado, já que o padre local estava de férias. No caminho, os meninos e meninas foram conversando sobre o que iriam encontrar em seus sapatos na manhã seguinte: roupas da moda, brinquedos caros, chocolates, patinetes e bicicletas. Iam bem-vestidos, como sempre acontece em dias especiais, exceto por José - que continuava com as roupas maltrapilhas e as sandálias gastas e pequenas para seus pés (a tia lhe dera quando ainda tinha quatro anos, dizendo que só receberia outro par quando completasse dez anos). Alguns meninos perguntaram porque era tão miserável, e disseram que se envergonhavam de ter um amigo que se vestia e se calçava daquela maneira. Como José não conhecia o amor, não se incomodava com as perguntas.
Entretanto, quando entrou na igreja, escutou o órgão tocando, as luzes acesas, as pessoas vestidas com o que havia de melhor, as famílias juntas, os pais abraçados com os filhos, José sentiu-se a mais miserável das criaturas. Depois da comunhão, ao invés de voltar para casa com o grupo, sentou-se na soleira da capela e começou a chorar; mesmo que não conhecesse o amor, agora entendia o que era estar sozinho, desamparado, abandonado por todos.
Neste momento, reparou um menino ao seu lado, descalço, parecendo tão miserável como ele. Como jamais o tinha visto, deduziu que devia ter caminhado muito para chegar até ali. Pensou: “os pés deste garoto devem estar doendo muito. Vou dar-lhe uma das minhas sandálias, assim pelo menos alivio a metade do seu sofrimento.” Porque embora não conhecesse bem o amor, José conhecia o sofrimento, e não desejava que outros sentissem a mesma coisa.
Deixou uma das sandálias com o menino, e voltou com a outra; volta e meia a trocava de pé, de modo a não machucar-se muito com as pedras no caminho. Assim que chegou em casa, sua tia viu que o sobrinho tinha perdido uma das sandálias, e o ameaçou: se não conseguisse recuperá-la até a manhã seguinte, seria duramente castigado.
José foi para a cama com medo, pois conhecia os castigos que a tia de vez em quando lhe aplicava. Tremeu a noite inteira, mal conseguiu conciliar o sono, e quando estava quase conseguindo dormir, escutou muitas vozes na sala de visitas. Sua tia entrou correndo no quarto, perguntando o que tinha acontecido. Ainda tonto, José foi até a sala e viu que a sandália que havia deixado com o menino estava no centro da sala, coberta de todo tipo de brinquedos, bicicletas, patinetes, roupas. Os vizinhos gritavam, dizendo que seus filhos tinham sido roubados, já não haviam encontrado nada em seus sapatos quando acordaram.
Foi quando o padre da igreja onde celebraram a missa apareceu esbaforido; na soleira da capela havia surgido a estátua de um Menino Jesus vestido de ouro, mas com apenas uma sandália nos pés. Imediatamente o silêncio se fez, a comunidade louvou a Deus e os seus milagres, a tia chorou e pediu perdão. E o coração de José foi possuído pela energia e o significado do Amor.
(baseado em um conto de 1903, de François Coppée)


O CAMINHO DO ARCO

Para Leonardo Oiticica, em uma manhã de sol em Saint
Martin, que depois de me ver praticar kyudo (O caminho
do arco), me deu a idéia deste texto
O autor
Uma oração sem objetivo é como uma flecha sem arco
Um objetivo sem oração é como um arco sem flecha
Ella Wheeler Wilcox
- Tetsuya.
O rapaz olhou espantado o estrangeiro.
- Ninguém nesta cidade viu Tetsuya segurando um arco – respondeu. – Todos
sabemos que ele trabalha em carpintaria.
- Pode ser que tenha desistido, que tenha se acovardado, isso não me interessa
– insistiu o estrangeiro. – Mas não pode ser considerado o melhor arqueiro do país, se já
abandonou sua arte. E por isso viajei tantos dias: para desafia-lo e colocar um ponto final
em uma fama que já não merece.
O rapaz viu que não adiantava ficar discutindo: era melhor leva- lo até o
carpinteiro, para ver com seus próprios olhos que ele estava enganado.
Tetsuya estava trabalhando na oficina situada nos fundos de sua casa. Virouse
para ver quem chegava, e seu sorriso foi interrompido no meio. Os olhos se fixaram na
longa sacola que o estrangeiro carregava consigo.
- É exatamente o que você está pensando – disse o recém-chegado. – Não vim
aqui para humilhar nem provocar o homem que virou uma lenda. Apenas gostaria de
provar que, com todos os meus anos de prática, consegui chegar à perfeição.
Tetusya fez menção de retornar ao seu trabalho: estava terminando de colocar
os pés de uma mesa.
- Um homem que serviu de exemplo para toda uma geração, não pode
desaparecer como o senhor desapareceu – continuou o estrangeiro. – Segui seus
ensinamentos, procurei respeitar o caminho do arco, e mereço que me veja atirar. Se fizer
isso, irei embora e não direi a ninguém onde se encontra o maior de todos os mestres.
O estrangeiro tirou de sua bagagem um arco longo, feito de bambu
envernizado, com o punho situado um pouco abaixo do centro. Fez uma reverencia para
Tetsuya, caminhou até o jardim, e fez outra reverencia para um lugar determinado. Em
seguida, tirou uma flecha ornada com plumas de águia, abriu as pernas de modo a ter uma
base sólida para atirar, com uma das mãos trouxe o arco até diante de seu rosto, com a
outra colocou a flecha.
O rapaz olhava com um mixto de alegria e espanto. E Tetsuya tinha
interrompido seu trabalho, olhando o estrangeiro com curiosidade.
O homem trouxe o arco – já com a flecha presa à corda – até o centro do seu
peito. Levantou-o acima da cabeça, e a medida que abaixava as mãos, começou a abri- lo.
Quando chegou com a flecha a altura do seu rosto, o arco já estava
completamente estendido. Por um momento que pareceu durar uma eternidade, arqueiro
e arco permaneceram imóveis. O rapaz olhava para o local onde a flecha estava
apontando, mas não via nada.
De repente, a mão da corda se abriu, o braço foi empurrado para trás, o arco
descreveu um giro gracioso na outra mão, e a flecha desapareceu de vista, para tornar a
aparecer ao longe.
- Vá pega- la – disse Tetsuya.
O rapaz voltou com a flecha: ela havia atravessado uma cereja que se
encontrava no chão, a quarenta metros de distância.
Tetsuya fez uma reverência para o arqueiro, foi até um canto de sua
carpintaria, e pegou uma espécie de madeira fina, com curvas delicadas, envolta em uma
longa tira de couro. Desenrolou a tira sem a menor pressa, e apareceu um arco
semelhante ao do estrangeiro – com a diferença que parecia ter sido bastante mais usado.
- Não tenho flechas, e precisarei de uma das suas. Farei o que me pede, mas
terá que manter a promessa que fez: jamais irá revelar o nome da aldeia onde vivo.
“Se alguém perguntar por mim, diga que foi até o final do mundo tentando
encontrar- me, até descobrir que eu tinha sido picado por uma cobra, e morrido dois dias
depois. “
O estrangeiro assentiu com a cabeça, e estendeu uma de suas flechas.
Apoiando uma das extremidades do longo arco de bambu na parede, e fazendo
um considerável muito esforço, Tetsuya colocou a corda. Em seguida, sem dizer nada,
saiu em direção as montanhas.
O estrangeiro e o rapaz o acompanharam. Caminharam por uma hora, até
chegar a uma fenda entre duas rochas, onde corria um rio caudaloso: o lugar só podia ser
cruzado através de uma ponte de corda apodrecida, quase despencando.
Com toda calma, Tetsuya foi até o meio da ponte – que balançava
perigosamente - fez uma reverência para algo do outro lado, armou o arco da mesma
maneira que o estrangeiro havia feito, levantou-o, trouxe-o de volta ao peito, e disparou.
O rapaz e o estrangeiro viram que um pêssego maduro, que se encontrava à
vinte metros do local, havia sido transpassado pela flecha.
- Você atingiu uma cereja, eu atingi um pêssego – disse Tetsuya, voltando
para a segurança da margem. - A cereja é menor.
“Voc&ê atingiu seu alvo a quarenta metros, e o meu estava à metade desta
distância. Portanto, você tem condições de repetir o que fiz. Venha até aqui o meio desta
ponte, e faça a mesma coisa.”
Aterrorizado, o estrangeiro caminhou até o meio da ponte semi-apodrecida,
mantendo os olhos fixos no despenhadeiro debaixo dos seus pés. Fez os mesmos gestos
rituais, disparou em direção à arvore de pêssegos, mas a flecha passou muito longe.
Ao voltar para a margem, seu rosto estava pálido.
- Você tem habilidade, tem dignidade, e tem postura – disse Tetsuya. –
Conhece bem a técnica e domina o instrumento, mas não domina sua mente. Sabe atirar
quando todas as circunstâncias são favoráveis, mas se estiver em um terreno perigoso,
não consegue atingir o alvo. Ent retanto, nem sempre o arqueiro pode escolher seu campo
de batalha, de modo que recomece seu treinamento, e esteja preparado para situações
desfavoráveis.
“Continue no caminho do arco, pois ele é o percurso de uma vida. Mas
aprenda que um tiro correto e certeiro é muito diferente de um tiro com a paz na alma. “
O estrangeiro mais uma vez fez uma longa reverência, colocou seu arco e
suas flechas na longa sacola que carregava ao ombro, e partiu.
No caminho de volta, o rapaz estava exultante.
- Você o humilhou, Tetsuya! Você deve ser mesmo o melhor de todos!
- Não deveríamos julgar pessoas sem antes aprender a ouvi- las e respeita- las.
O estrangeiro era um homem bom: não me humilhou, nem tentou provar que era melhor,
embora desse a impressão de fazer isso. Queria mostrar sua arte, e vê-la reconhecida,
mesmo que desse a impressão de estar me desafiando.
“Além do mais, faz parte do caminho do arco enfrentar de vez em quando
algumas provas inesperadas, e foi justamente o que o estrangeiro me permitiu fazer hoje”.
- Ele disse que você era o melhor de todos, e eu nem sabia que você era um
mestre no tiro com arco. Se é assim, por que trabalha em uma carpintaria?
- Porque o caminho do arco serve para tudo, e meu sonho era trabalhar com
madeira. Alem do mais, um arqueiro que segue este caminho não precisa de arco, nem de
flecha, nem de alvo.
- Nada de interessante acontece nesta aldeia, e de repente eu me dei conta que
estou diante de um mestre em uma arte que ninguém se interessa mais – disse o rapaz,
com os olhos brilhando. – O que é o caminho do arco? Você pode me ensinar?
- Ensinar não é difícil. Posso fazer isso em menos de uma hora, enquanto
caminhamos de volta ao vilarejo. O difícil é praticar todos os dias, até conseguir a
precisão necessária.



Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.
Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.


O guerreiro da luz aprendeu que Deus usa a solidão para ensinar a convivência. Usa a raiva para mostrar o infinito valor da paz. Usa o tédio para ressaltar a importância da aventura e do abandono. Deus usa o silêncio para ensinar sobre a responsabilidade das palavras. Usa o cansaço para que se possa compreender o valor do despertar. Usa a doença para ressaltar a benção da saúde. Deus usa o fogo para ensinar sobre a água. Usa a terra para que se compreenda o valor do ar. Usa a morte para mostrar a importância da vida.



Declaração aos amigos de uma forma caípira

Ces são o colírio do meu ôiu.
São o chiclete garrado na minha carça dins.
São a maionese do meu pão.
São o cisco no meu ôiu (o ôtro oiu - eu ten dois).
O limão da minha caipirinha.
O rechei do meu biscoito.
A masstumate do meu macarrão.
A pincumel do meu buteco.

Nossinhora!
Gosto dimais da conta docêis, uai.

Ces são tamém:
O videperfume da minha pintiadêra.
O dentifriço da minha iscovdidente.

Óiproceisvê,
Quem tem amigos assim, tem um tisôru!

Eu guárdêsse tisouro, com todo carin,
Do Lado Esquerdupeito !!!
Dentro do Meu Coração!!!




Amiga essas são as coisas queu eu desejo pra ti.
Que você receba toda a felicidade do mundo ,
que seus sonhos se realizem dia pois dia,
que você seja feliz eternamente ,
tenha filhos ótimos, e seja a mulher mas feliz do universo .
Não te conheço pessoalmente
mas se conhecesse, com certeza eu seria aluguem que teria
uma perfeita amiga .
"inteligente ,carinhosa, bondosa, humilde,
delicada, amorosa, simpática , compreensiva , são tantas
coisas boas que se fosse escrever todas não teria espaço
amiga você e minha melhor amiga do orkut
por isso te digo hoje amanhã e sempre
Você e especial pra mim te adora...



Todos nós
já tivemos, de uma maneira ou de outra, experiências difíceis na vida. Isto faz parte de nossa viagem por esta Terra – e embora muitas vezes pensamos que “as coisas podiam ter acontecido de outra maneira” - o fato é que não podemos mudar nosso passado.

Por outro lado, é uma mentira pensar que tudo que nos acontece tem o seu lado bom; existem coisas que deixam marcas muito difíceis de superar, feridas que sangram muito.

Como, então, nos livrarmos de nossas experiências amargas?

Só existe uma maneira: vivendo o presente. Entendendo que, embora não possamos mudar o passado, podemos mudar a próxima hora, o que acontecerá durante à tarde, as decisões a serem tomadas antes de dormir.

Como diz o velho provérbio hippie: “hoje é o primeiro dia do resto da minha vida”.



Os homens têm
medo de realizar seus maiores sonhos porque acham que não o merecem, ou não vão conseguir!
Mas o medo não é uma coisa concreta. Ele está em seus corações!!
Os corações morrem de medo só de pensar em amores que partiram para sempre... Em momentos que poderiam ter sido bons e não foram...
Quando isso acontece, acabamos sofrendo muito e o coração tem medo de sofrer.
Mas o medo é pior que o próprio sofrimento.
Nenhum coração jamais sofreu quando foi em busca de seus sonhos, porque cada momento de busca é um momento de vida, de energia, de encontro com Deus e com a eternidade.
Então... Ouça seu coração!
Ninguém consegue fugir dele.
Por isso, é melhor escutar o que ele fala para que não venha um golpe que você não espera, porque você jamais vai conseguir mantê-lo calado.
Mesmo que finja não escutar o que ele diz, ele estará dentro do seu peito, repetindo o que pensa sobre a vida e o mundo...
O dia inteiro...
O tempo todo...
Ainda bem!
Por isso, ouça o seu coração!



...A lenda pessoal
é aquilo que você sempre desejou fazer. Todas as pessoas, no começo da juventude, sabem qual é sua lenda pessoal.
Nesta altura da vida, tudo é claro, tudo é possível, e não temos medo de sonhar e de desejar tudo aquilo que gostaríamos de fazer. Entretanto, à medida em que o tempo vai passando, uma misteriosa força começa a tentar provar que é impossível realizar a Lenda Pessoal.
Esta força que parece ruim, na verdade está ensinando a você como realizar sua Lenda Pessoal.
Está preparando seu espírito e sua vontade, porque existe uma grande verdade neste planeta: seja você quem for, quando quer com vontade alguma coisa, é porque este desejo nasceu na alma do Universo.
É sua missão na Terra.
(O Alquimista) - Paulo Coelho.



"As coisas mais simples da vida são as mais extraordinárias, e só os sábios conseguem vê-las."

Quando se ama, não é preciso entender o que acontece lá fora, porque tudo passa a acontecer dentro de nós.

Escuta o teu coração, ele conhece todas as coisas; pois onde ele estiver, é onde está o teu tesouro.?

“Paz não é aquilo que encontramos em um lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho duro, mas o que permite manter a calma em nosso coração, mesmo no meio das situações mais adversas. Este é o seu verdadeiro e único significado”.


"Saímos pelo mundo em busca de nossos sonhos e ideais. Muitas vezes colocamos nos lugares inacessíveis o que está ao alcance das mãos."

"Ah, quem dera eu pudesse arrancar o coração do meu peito e atirá-lo na correnteza, e então não haveria mais dor, nem saudade, nem lembranças."

" Não existe nada de completamente errado no mundo, mesmo um relógio parado, consegue estar certo duas vezes por dia."

"Quem tentar possuir uma flor, verá sua beleza murchando. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. Você nunca será minha e por isso terei você para sempre "


" No amor ninguém pode machucar ninguém; cada um é responsável por aquilo que sente e não podemos culpar o outro por isso... Já me senti ferida quando perdi o homem por quem me apaixonei... Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém... Essa é a verdadeira experiência de ser livre: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la."

"Não devemos julgar a vida dos outros, porque cada um de nós sabe de sua própria dor e renúncia. Uma coisa é você ACHAR que está no caminho certo, outra é ACHAR que seu caminho é o único! "

"Embora meu objetivo seja compreender o amor, e embora sofra por causa das pessoas a quem entreguei meu coração, vejo q aqueles q me tocaram a alma ñ conseguiram despertar meu corpo, e aqueles que tocaram meu corpo ñ conseguiram atingir minha alma. "

Gentilmente cedidas por Paulo Coelho site oficial

Falando Sério - Maurício Manieri - NL2002



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