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Quando
o desalento invade minha alma,
Tento soprar meus pensamentos tristes,
Deixo o pranto rolar em meu rosto,
Conto até dez, até cem, se for preciso.
Procuro a luz
de uma estrela amiga,
O som de minha música predileta.
Um poema para ler ou quem sabe, para escrever.
Imagino o sorriso e o brilho do seu olhar.
Inspiro
profundamente,
O meu intuito é que ao expirar, desvaneça este vazio.
Ouso em antever o resultado da satisfação dos meus desejos
Compensa preço tão alto?
Sai
lamento,
Sai vaidade,
Sai ousadia,
Sai saudade...
Tento
envolver meu íntimo de coragem e paz,
Eu, apenas eu, sei exatamente,
O porque desse lamento,
E onde está o alento, que
teimo tanto em procurar. |