Poema para um lindo andarilho dos trilhos do trem,

 

 

Uma voz na madrugada...

 

    Suave,
                doce
                        e sensual.

 

Algo mais que virtual...

 

Conversas que se trocam,
inocente cumplicidade.
Batalhas que se travam,
deliciosa ambiguidade.

 

O pensamento voa.
A imagina��o dispara.

 

N�o fosse apenas meu amigo,
n�o estiv�ssemos t�o distantes...

 

(apenas por um instante

    deixa-me

                andar

                    contigo?)

 

Pego o trem, pego a coragem.
Sigo em ti essa viagem...
Vou adiante, passo incerto,
e transpasso o sinal de parar.

 

Como fosse um andarilho,
galgo os degraus desses trilhos.

 

O conforto quase perto
e eu preciso l� chegar.

 

Gare 21
Esta��o final
de lugar nenhum.

 

Ao fundo uma m�sica do Chico

(vem... meu menino vadio...)

traz ao corpo um arrepio.
E o bom senso, arredio,
n�o se queda onde eu fico.

 

Um destino?

Devaneio...

Desatino?

(ou anseio...)

 

Longe,

aqui,

eu sinto frio...

 

 

 

 

Sem Fastasia
(Chico Buarque de Holanda)
Link para a letra da m�sica de fundo desta p�gina

 

 

Texto e Arte por Rejane (Mel) Britto�1998-2005 copyright

* esta poesia n�o pode ser copiada nem divulgada
sem a autoriza��o expressa da autora *

Legisla��o Direitos Autorais - Lei n� 9.610

 


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25/10/99

 

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