Deve-se esclarecer a estes agentes que:
2.1 O agente empresarial: tem o
objetivo de lucro que aufere através da criação de estruturas empregatícias onde o
agente trabalhador se emprega.
2.2 Agente trabalhador consumidor:
este se emprega na estrutura empregatícia para auferir salário com o objetivo de
consumir o que produzir, gerando com isto, lucro ao agente econômico empresarial e
tributo ao agente econômico Estatal.
2.3 Agente econômico Estatal
consumidor: auferi o tributo, do consumo do trabalhador, paga o funcionalismo da estrutura
governamental, que também é consumidor do produto da estrutura empregatícia. Este
agente Estatal também consome da estrutura produtora, bens de consumo para distribuir
benesses sociais e criar infra-estruturas que embasam o fornecimento de educação saúde
e segurança.
2.4 Concluo por isto que a
produção e o consumo são os propulsores do desenvolvimento de uma Nação e com isto,
verificamos que a política econômica atualmente em vigor esta na contra mão da
historia, uma vez que se preocupa apenas com a Macro Economia, deixando de lado as
políticas de desenvolvimento industrial e empregatício.
2.5 Verifica-se também que na
criação de riqueza todas as despesas do capital, do trabalho e do Estado, recaem sempre
no consumo final, quando objetos, alimentos e serviços são adquiridos para o uso final.
Ë necessário que cada cidadão desde o mais pobre ao mais rico, desde o menos letrado ao
mais ilustrado, saibam que são consumidores e contribuintes da Nação, para qual tem a
mesma importância.
O empresário tem que respeitar o
trabalhador como elemento indispensável para o progresso de sua riqueza. O trabalhador
deve respeitar o empresário porque este lhe propicia a sobrevivência de si e sua
família através da estrutura empregatícia, o Estado deve respeitar empresário e
trabalhador porque ambos são sua razão de ser. O empresário e o trabalhador devem
respeitar o Estado, pois este é o mediador das relações sociais, e administrador do
tributo que é o salário da sociedade, distribuindo, saúde, educação, segurança e a
infra-estrutura necessária ao bom desenvolvimento da Nação.
Isto posto, todos os cidadão terão
noção de sua posição no cenário econômico, suas atribuições, seus deveres, seus
direitos e por conseguinte se orientar em seus objetivos.
A administração econômica se utilizando
desta transparência poderá tomar medidas que sejam necessárias para racionalizar o
funcionamento desta nova economia, que não verá no empresário um explorador, no Estado
um perdulário irresponsável e no trabalhador um custo excessivo.