| Elisa Philipwski Costa Pantaleão |
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Eu, Elisa Philipowski, declaro que minha mãe, Hilda Philipowski Costa, nesta tomou conhecimento da chamada "placa indiana", através do Sr. Attinilo. Declaro também tudo o que segue: Em 1994, estando sentindo fortes dores nos pulso e nos ombros, minha mãe consultou o Dr. Matheus Amalfi Neto que a encaminhou para o ortopedista Ricardo Fonseca Ribeiro. O referido orto após exame clínico, radiológico e de ultra sonografia afirmou que o caso era de solução cirurgica. Pediu, entretanto, que a paciente fosse encaminhada a Campinas para exames de Cintilografia (se não me engano, agora quanto ao termo técnico) em razão de, na epoca, tais exames não serem feitos nesta. O laudo do médico de Campinas confirmou a necessidade de cirurgia nos pulsos. Em seguida D. Hilda consultou Dr. Nelson de Barros, ortopedista, cujo diagnóstico confirmou os anteriores: ou ela fazia a cirurgia ou poderia perder totalmente a força nos pulsos. A paciente efetuou os exames clínicos pré-operatórios, mas antes de marcar a data da cirurgia passou a usar as referidas placas, constantemente, nos locais a serem operados. Estamos em 1999 e sem outros remédios que não sejam vitaminas do complexo B e cálcio, D. Hilda nunca mais teve problemas de dor ou de fraqueza nos pulsos, nem dormência nos braços como apresentava em 1994. Em 1998, D. Hilda passou mal sentindo fortes dores no abdômen, chegando quase a perder os sentidos, tão fortes foram elas. Encaminhou-se ao Dr. Matheus Amalfi Neto, seu médico de confiança e este, após exame clínico seguido de ultrasonografia para confirmação, diagnosticou dois problemas: pedras na visícula e uma hérnia intercostal encurralada. Explicou que os dois casos poderiam ser resolvidos cirurgicamente, que não havia urgência mas seria preciso providenciar para breve. Antes de encaminhar-se a cirurgia, D. Hilda passou a utilizar as placas, e, desde aquela data até o presente não teve mais dores e tem levado vida normal, trabalhando diuturnamente em sua chácara, fazendo inclusive servicos que exigem bastante esforço físico. Considero que o acima exposto demonstra que para minha mãe, Hilda Philipowski Costa, as placas foram benéficas e produziram resultados, que por seu poder intrínseco, quer por terem funcionado como catalizadoras da vontade e energia da paciente. Acrescento a esta declaração um cópia de reportagem publicada na revista ISTOE de 3 de junho de 1998 que pode, melhor do que eu explicar, comprovar e demonstrar que fé e otimismo são poderosos remédios contra as doenças (http://www.zaz.com.br/istoe/comport/149634.chtm) |