

Necessidades da Juventude Estudantil
2º Projeto - Ação da Cidadania Para o Meio Estudantil.
3º Projeto - Nucleação em Escolas Públicas.
2º Projeto - Processo de Formação da Pastoral da Juventude Estudantil
PROGRAMA DOIS : ESPIRITUALIDADE
2º Projeto - Oficina de Espiritualidade


Aqui temos o nosso PLANO BIENAL,
fruto de cada pessoa, de cada grupo e para eles destinado. Temos consciência de
quanto custou a sua elaboração nessa X Assembléia; custou o suor dos que
discutiram nas reuniões, como também os que colaboraram
para a sua realização: reuniões, telefonemas, cartas, campanhas,
viagens, renúncias, trabalhos extras, discussões, etc.
Os que estiveram presentes realizaram a parte da tarefa que lhes fora confiada por toda a Pastoral. Neste momento queremos agradecer a todos os delegados da X ANPJE e, a todos os colaboradores, pelo compromisso assumido, pela tarefa executada, pelo serviço realizado.
Assembléia: olhar para o passado, em busca de
viver melhor o futuro; olhar o presente para ver de que forças dispomos para
construir o que há de vir; construir no sonho, o que um dia se tornará
realidade. Antever, o que conscientemente buscaremos concretizar no dia-a-dia.
Os
projetos definidos atendem a dois aspectos importantes: assumem a
mesma dinâmica da PJB, mantendo e fortalecendo a unidade da caminhada da
Pastoral da Juventude do Brasil e procuram responder às necessidades e desafios
que afetam mais especificamente à realidade e à Pastoral estudantil,
detectados na primeira parte da Assembléia, o VER. Por exemplo, ao estabelecer
Estudos Bíblicos no Programa Espiritualidade, visto a grande dificuldade de
organizarmos Escolas Bíblicas, por sua estrutura, atendemos a nossa
possibilidade concreta de organizar
esses estudo nos grupos, o que não significa rejeição às Escolas, mas, numa
primeira etapa, nos comprometemos com algo mais condizente com a nossa realidade
estudantil e dos grupos.
Outro
grande desafio a ser enfrentado pela Pastoral Estudantil, é a definição do
Processo de Formação, que buscamos responder no Programa 2 – Formação.
Para isso definiremos anteriormente, as etapas da Assessoria, da Animação e da
Militância, estabelecendo critérios e reconhecendo funções. Queremos
estabelecer com clareza e objetividade, princípios, conteúdos, dinâmica
interna e acompanhamento, para que a Formação se realize dentro de um processo
orgânico, atendendo às necessidades e objetivos de cada etapa e função.
Agora, compete a toda a PJE, se apossar do PLANO, bebê-lo, comê-lo, transformá-lo
em sangue, transformá-lo em vida.
Isso acontece à medida que os grupos, os Regionais, numa palavra todas as instâncias
discutirem, refizerem o mesmo para cada realidade. É um dinamismo vital que
inclui todas as pessoas e grupos; todas estão envolvidos, a cada pessoa ou
grupo é pedido um compromisso, ninguém pode sentir-se dispensado.
Mais
ainda, deveremos ultrapassá-lo, pois os desafios já não serão os mesmos; o
mundo continuou se transformando, a sociedade continuou em sua vertiginosa
travessia em direção ao novo, ao inusitado. E isso vai exigir de nós muita
criatividade, solidariedade, abertura ao novo, fidelidade a certos valores, contínua
avaliação e disposição para caminhar.
Entregamos o Plano Bienal a cada Assessor, a cada Militante, a cada Núcleo. Façamos
dele nossa constante referência para uma atuação mais consciente e coerente
de nossa contribuição na construção da Civilização do Amor.
Confiamos na constante proteção
da Virgem Mãe Aparecida, para que consigamos, de fato, transformar estes
projetos, este nosso sonho, em realidade.
Com estima e coragem na luta,
Ir.
José Airton de Carvalho
Assessor
Nacional
José
Leonardo dos Santos Borba.
Secretário
Nacional

NECESSIDADES DA JUVENTUDE ESTUDANTIL
Em um dos momentos da X ANPJE, passamos a discutir as necessidades dos jovens com os quais convivemos; tentando mergulhar na nossa realidade, sem, no entanto um aprofundamento maior, o grupo presente apontou as seguintes necessidades:
- Mudança no modelo de educação que se tem (vestibular para a vida);
- Criação de espaços nas escolas, para atuação política;
- Incluir a família no processo educacional;
- Adequação da educação à realidade;
- Que a escola propicie o gosto pela aprendizagem;
- Que a escola viva uma educação amorosa;
- Valorização do ensino como vocação;
- Fortalecer os movimentos estudantis;
- Formação integral;
- Protagonismo;
- Ponto Referencial;
- Governo voltado para a educação;
- Professores como educadores;
- Segurança;
- Melhoria da infra-estrutura, principalmente nas escolas públicas;
- Incentivos aos projetos contra a evasão e o analfabetismo;
- Liberdade de Cristo;
- Educação mais humana para a vida e na vida;
- Ter esperança, ter opções de vida;
- Reestruturação da pedagogia, visando a formação do estudante;
- Maior acesso a diferentes realidades e experiências;
-
Projeto de vida para o futuro;
-
Fortificar a personalidade do jovem perante a mídia e a sociedade, assumindo
seu protagonismo.

Após refletir sobre as necessidades dos jovens em geral e dos estudantes em particular, o grupo apresentou os seguintes desafios da PJE, apontando desafios para fora e para dentro da Pastoral :
PARA
FORA DA PASTORAL :
- Movimentar os estudantes e fazer parte da escola,
- Integrar a PJE completamente no meio estudantil,
- Incentivar os projetos contra a evasão e o analfabetismo, nacionalmente,
- Criação de uma pedagogia, que procure favorecer a formação, integral e crítica do estudante e seus educadores, baseada nos valores evangélicos,
- Mudar a estrutura do nosso sistema educacional,
- Implantar um sistema educacional libertador,
-
Atingir professores e equipes técnicas, com a nossa proposta da
educação libertadora.
PARA DENTRO DA PASTORAL:
- Ações concretas que divulguem o que é a PJE,
- Efetivar o protagonismo juvenil,
- Criar um processo de formação para assessores e animadores,
- Definir até onde vai a militância, quando se é animador e quando se chega à assessoria,
- Auto-sustentação financeira,
- Trabalho concreto de divulgação da PJE,
- Expandir a PJE no meio educacional público,
- Refletir nas bases, a problemática da atual situação educacional,
-
Que a PJE funcione como ferramenta de formação integral,
- Sensibilizar e criar meios para despertar nos jovens, seu protagonismo, auxiliando no projeto pessoal de vida,
- Desperta nos jovens os valores cristãos,
- Incentiva os jovens para a busca da sua autonomia
- Conseguir a apoio da escola.

PLANO BIENAL 1999-2001

OBJETIVO GERAL
Dar
continuidade ao processo de formação integral do (a) jovem estudante,
preferencialmente
do empobrecido (a),
incentivando-o
(a), a assumir o seu protagonismo,
a
exemplo de Jesus Cristo,
numa
espiritualidade encarnada no chão latino-americano,
em
prol de uma educação libertadora
e
promover a formação de animadores (a) e assessores (as)
a
serviço do Reino de Deus.”
MISSÃO JOVEM
OBJETIVO
Evangelizar o jovem apresentando a proposta da PJE, segundo a pedagogia de Jesus Cristo, provocando-os a assumir o protagonismo e a liderança, buscando construir a comunidade eclesial e estudantil, tendo a mística como formação e conquista dos missionários.
SITUAÇÃO INICIAL
- Realização de missões jovens
- Missões assistencialistas
NECESSIDADES
- Maior comunicação e divulgação dos trabalhos de missão realizados.
- Missões em conjunto com outras pastorais.
- Fazer avaliações para que não se percam os dados obtidos durante as missões.
- Despertar no jovem a consciência da solidariedade
- Que o jovem assuma o seu protagonismo de leigo na Igreja
Realização da Missão
PRÉ-MISSÃO: preparar os missionários com o estudo da realidade de um local, onde deverá ser realizado o projeto com base nos subsídios (“Missão Jovem : Um jeito novo de evangelizar”, entre outras publicações a surgir).
PÓS-MISSÃO: Momento
de avaliação, divulgação e continuidade do projeto.
Segunda Etapa - Ano 2001
Realização da Missão
PRÉ-MISSÃO: Preparar os missionários com o estudo da realidade de um local, onde deverá ser realizado o projeto com base nos subsídios {“Missão Jovem : Um jeito novo de evangelizar” entre outras publicações a surgir)
MISSÃO: Realização do projeto escolhido, seja ele dentro ou fora das escolas, intercâmbio entre grupos e regionais (Ex.: um Regional viveria a realidade do outro) e trocas de experiências.
PÓS-MISSÃO: Momento de avaliação, divulgação e continuidade do projeto.
SITUAÇÃO FINAL
-
Formados missionários, apoiados
em valores cristãos, preparados para evangelizar e atuar no meio
eclesial,
- Realizadas missões em conjunto com outras pastorais
- Divulgados maior número de trabalhos realizados
- Vivenciado o protagonismo juvenil,
- Lançada a proposta da PJE e dos valores evangélicos
- Realizadas trocas de experiências
- Organizadas e sistematizadas as experiências.
OBJETIVO
Desenvolver a prática da cidadania no meio escolar, despertando o protagonismo juvenil.
SITUAÇÃO INICIAL
- Participação de militantes da PJE, em Grêmios estudantis e liderança de classe
- Desenvolvimento de Cursos de Formação Integral para lideranças
- Realização da Semana da Cidadania
NECESSIDADES
- Formação de Grêmios
- Desenvolver uma Cultura de Solidariedade
- Participação dos jovens nas decisões metodológicas, do sistema de avaliação e disciplina, como também na re-elaboração do projeto de avaliação e disciplina e no projeto Político-pedagógico proposto pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB).
-
Ter clareza sobre a LDB, o Estatuto da Criança e do Adolescente
(ECA) e outras leis que norteiam a educação, bem como esclarecimento dos
Direitos e Deveres dos Estudantes.
- Maior Conscientização Política
- Trabalhar questões relacionadas com a Ecologia, a Saúde e o Corpo.
- Trabalhar a consciência Crítica : Família e Meios de Comunicação Social (MCS).
- Experienciar a realidade educacional, vivida pelo estudante mais pobre.
- Participação efetiva dos educadores, na caminhada da PJE.
-
Oficializar a Semana do Estudante, para realizar parte dos
trabalhos propostos na 1a e 2a
Etapas do presente Projeto.
- Atividades e materiais que demonstrem a importância dos Movimentos Estudantis na História da Educação
ATIVIDADES PERMANENTES
- Campanha da Fraternidade, Semana da Cidadania, Grito dos Excluídos, Dia Nacional da Juventude, Projeto Rumo ao Novo Milênio, Dia do Estudante Secundarista.
Primeira
etapa
- Realizar Dias de Formação entre as escolas do regional e trabalhar temas de sua realidade, referentes à Cidadania
- Realizar jornadas de estudo sobre a legislação que envolve a educação, percebendo os Direitos e Deveres do jovem como cidadão e estudante.
Segunda Etapa
- Realizar campanhas de conscientização do voto aos 16 anos, envolvendo o jovem no processo eleitoral (organizar um cartório eleitoral na escola).
- Realizar fóruns para a conscientização da Cidadania.
- Incentivar a participação do jovem no dia Nacional da Juventude (DNJ), na Semana da Cidadania e outros eventos assumidos pela PJE.
- Realizar a Semana do Estudante (4 a 11 de agosto).
Terceira Etapa
-
Assumir projetos concretos junto aos excluídos
SITUAÇÃO FINAL
- Atingida uma parcela significativa da juventude estudantil, para que exerça com consciência crítica, o voto aos 16 anos.
-
Despertada nos estudantes, a consciência de que no Grêmio,
existe um espaço para o exercício da Cidadania.
- Conquistada, na escola, espaço para que o estudante participe das decisões em nível metodológico, sistema de avaliação e disciplina, como também do projeto político e pedagógico.
- Realizada a Semana do Estudante (4 a 11 de agosto).
NUCLEAÇÃO EM
ESCOLAS PÚBLICAS
OBJETIVO:
Promover a organização de núcleos nas Escolas Públicas, efetivando a nossa opção pelo jovem empobrecido e, estimular uma reflexão crítica, assumindo nosso protagonismo.
SITUAÇÃO INICIAL
- Núcleos de Escolas Públicas em alguns regionais da PJE,
- Estudantes de Escolas Públicas, com sede de algo novo,
- Desejo de concretizar nossa missão de estudantes.
- Há Direções de escolas abertas e acolhedoras à proposta da PJE.
NECESSIDADES
- Organizar material para divulgação e o compromisso com a PJE,
- Organizar material relacionado à realidade dos alunos de escolas públicas
- De um trabalho ecumênico
- Formação e articulação de assessores e animadores,
- Formação de lideranças,
-
Direções de escolas que acolhem a proposta da PJE.
Primeira Etapa
- Recolher as experiências que já existem (cada regional coleta suas experiências, a partir de um instrumento feito pela CN e CNA e sistematizado no próprio regional)
- Divulgação da proposta da PJE, através de material simples, dentro do contexto e atraente para o trabalho com os grupos. Cada Regional organiza este material com orientação da CN e CNA.
- Preparar assessores e animadores. Os regionais organizam cursos e acompanhamento.
Segunda Etapa
- Nucleação, feita pelos grupos de base, animadores e assessores
- Incentivo maior na comunicação com a comunidade educativa.
Terceira Etapa
- Organização pelos Regionais de cursos e acompanhamento para preparação de assessores e animadores
- Formar parcerias com as escolas e estabelecer um processo de interação para aceitação e desenvolvimento do projeto de nucleação.
SITUAÇÃO FINAL
- Articulados grupos com assessores e animadores,
- Articulada a PJE, na rede pública,
- Conhecido e assumido, pelos jovens, o projeto de Jesus Cristo, numa perspectiva ecumênica,
-
Envolvidos mais jovens na reflexão da educação e transformando
a realidade,
- Sistematizadas as experiências realizadas,
- Promovido o protagonismo do jovem empobrecido.
ASSESSORIA, ANIMAÇÃO E MILITÂNCIA.
OBJETIVO
Definir o que é Assessoria, Animação e Militância
SITUAÇÃO INICIAL
- Conceitos do Marco Referencial da PJE
- Conteúdo da Coleção Primeiros Passos
- Discussões sobre cada um desses papéis, nos grupos.
NECESSIDADES
- Clareza a respeito dos papéis, critérios e das etapas de formação dentro da PJE (Iniciante, militante, animador, assessor).
- Capacitação de pessoas para assumirem o ministério da assessoria, para expansão da PJE.
Primeira
Etapa
- Elaboração e entrega das Cartas roteiro, que indicarão elementos iluminadores aos delegados presentes na X Assembléia, os quais
se encarregarão de promover estudos acerca do tema, entre os grupos do seu Regional; a partir de setembro 99.
- Execução dos estudos nos grupos de base.
Segunda
Etapa
- Enviar os resultados obtidos nos grupos, à Coordenação Regional (CR) e Comissão Regional de Assessores (CRA), que organizarão atividades para discussão do tema; em outubro 99
Terceira
Etapa
- O resultado final é enviado para a Coordenação Nacional (CN) e Comissão Nacional de Assessores (CNA), que farão a síntese e a elaboração do material; a partir de novembro 99.
Quarta
Etapa
- Envio deste material aos grupos; fevereiro de 2 000.
SITUAÇÃO FINAL
- Definidos papéis e critérios do Militante, do Animador e do Assessor.
2º PROJETO: PROCESSO DE
FORMAÇÃO DA PASTORAL
DA JUVENTUDE
ESTUDANTIL EM TODAS AS ETAPAS
OBJETIVO
Estruturar e garantir a continuidade do Processo de Formação da PJE, através da elaboração e sistematização das experiências, do estudo das Orientações da Igreja do Brasil, e da Igreja da América Latina, visando aprofundar a Formação da pessoa e do grupo, em cada etapa : Nucleação, Iniciação e Militância.
SITUAÇÃO INICIAL
- Seminários de militantes e assessores,
- Experiências em nível regional – Cursos de assessores: Curso de Formação Integral (CFI), Grupo de Apoio à Formação (GAF)
-
Retiros
- Assembléias regionais
- Material teórico: Marco Referencial da PJE e Cartilha da PJE
NECESSIDADES
- Continuidade e seqüência aos cursos,
- Continuidade ao processo após a militância (com a conclusão do Ensino Médio)
- De esclarecimento de cada uma das etapas de formação
- Favorecer a formação integral
- Estruturação do processo de participação na PJE, desde a Nucleação, até a Assessoria
- De cativar assessores
- Incentivar o jovem da PJE, a apoiar a comunidade eclesial
- Elaborar e difundir materiais, fruto das experiências e discussões nos grupos de base,
- De pessoas que participem dos cursos e assumam a militância, a animação e o ministério da assessoria.
Primeira Etapa
Recolher as experiências
1 – Ter em mãos o resultado do Projeto Ministério : Assessoria, Animação e Militância (março a julho)
2 – Fazer parceria com um Instituto, para acompanhamento do Projeto.
Segunda Etapa
Estabelecer conteúdos direcionados às etapas de formação ( agosto 99 a janeiro 2001)
1 – Organizar um instrumento de coleta
2 – Trabalhar os conteúdos no Seminário Nacional de Assessores.
T
Elaboração e Sistematização, pela CN E CNA, deste material, que será aprovado na XI ANPJE (julho 2001).
- Organizada, num subsídio, a seqüência da formação
- Assumido, pelos militantes, animadores e assessores maior compromisso com a PJE
- Estabelecido o Processo de Formação da PJE.
OBJETIVO
Conhecer e aprofundar uma espiritualidade bíblica, encarnada na realidade estudantil, para melhor vivenciarmos a mística de nossa pastoral, numa perspectiva ecumênica, visando a formação integral dos jovens.
- Experiências de Leitura Orante da Bíblia
- Estudos bíblicos em alguns grupos de base e nos regionais
- Leitura fundamentalista da Bíblia
- Escolas Bíblicas
- Estudar sistematicamente a Bíblia, para um maior entendimento da Palavra de Deus,
- Incentivar a vivência de uma Espiritualidade bíblica,
- Que os jovens sejam incentivados à leitura pessoal da Bíblia,
- Cultivar o interesse dos que tem acesso à Bíblia e também dos que não tem.
- Sistematização das experiências que já temos
- Buscar parcerias com o CEBI, com outras pastorais de juventude e movimentos, etc.
- Realização de estudos bíblicos
- Efetivação das parcerias
- Realização dos Estudos Bíblicos nos grupos de base
- Aprofundada a formação bíblica do jovem
- Capacitados os jovens para o trabalho com a Bíblia, no grupo
-
Fortalecida nossa mística, numa perspectiva ecumênica.
2º PROJETO: OFICINA DE ESPIRITUALIDADE
"Ver tudo com os olhos da fé”.
OBJETIVO
Desenvolver e trabalhar na PJE, uma espiritualidade encarnada em Jesus Cristo, enraizada na realidade e na ótica da Juventude.
- A Leitura Orante da Bíblia
- Ofício Divino das Comunidades
- O método Ver, Julgar, Agir, Avaliar e Celebrar
- Experiências da Casa da Juventude de Goiânia e do Instituto de Pastoral de Juventude, de Porto Alegre
- O Seminário Nacional de Militantes sobre Espiritualidade em 1998
- Projeto de Escolas Bíblicas da PJB
-
Novas técnicas de oração pessoal e grupal;
- Orientação sobre a Liturgia e como prepará-las de forma dinâmica,
- Vivenciar a espiritualidade do cotidiano
- Estimular o jovem para a oração, resgatando e integrando seus sentimentos
- Vivenciar a espiritualidade pessoal e grupal de forma atraente
- Levar em consideração a realidade de cada regional
- Espiritualidade vivida a partir da realidade latino americana e estudantil.
- Aprofundar a relação pessoal do jovem, com Cristo.
Primeira
Etapa
- Estudar a viabilidade do Projeto em um dos Regionais da PJE, até janeiro de 2000;
- Elaboração da Oficina de Espiritualidade, a cargo da Coordenação Regional, da CN e CNA,
- Execução da Oficina de Espiritualidade no regional escolhido, até julho de 2000,
- Avaliação do Projeto e sistematização da
experiência, até outubro de 2 000
- Divulgação do subsídio produzido e execução nos diversos regionais.
Propostas
de Etapas Metodológicas :
1a - Ver, Julgar a realidade com trabalhos de campo, baseados na bíblia;
2a – Agir : Fazer
uma ação completa para experienciarmos;
3a – Avaliar e Celebrar para o compromisso com o Reino, tendo os jovens como protagonistas;
Obs. Na metodologia, serão empregados recursos artísticos, dinâmicos, profundos e atraentes para os jovens.
- Despertados jovens para o compromisso de levar o que vivenciou no projeto, para o seu grupo e para além da PJE;
-
Elaborado um subsídio que compreenda : cartilha, vídeo, depoimentos, técnicas
que incentivem os jovens a aprofundar sua espiritualidade.
