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É um esquema constituído por vários vetores na base das quais se fundamenta a operação no interior do grupo. A partir da análise irrelacionada destes vetores se chega a uma avaliação da tarefa que o grupo realiza.

A eleição do cone invertido se deve a que em sua parte superior estariam os conteúdos manifestos e em sua parte inferior ,as fantasias latentes grupais. Pichon propõe que o movimento de espiral, que vai fazer explícito o que é implícito, atua ante os medos básicos subjacentes, permitindo enfrentar o temor à mudança.

Têm-se como vetores:

FILIAÇÃO E PERTENÊNCIA: a filiação é uma aproximação não fixa com a tarefa. Tradicionalmente, é a medida em relação à presença no grupo, à pontualidade do seu início, às intervenções etc.

 

PERTENÊNCIA: é a realização da tarefa estratégica. Um grupo pertinente pode ser descrito como aquele que sexualidade e tarefa aparecem em um mesmo movimento, no qual coincidem produção desejante e produção social.

 

APRENDIZAGEM: a aprendizagem operativa no grupo, através da tarefa, permite novas abordagens ao objeto e o esclarecimento dos fantasmas que impedem sua penetração, permitindo a operação grupal.

 

COMUNICAÇÃO: esse vetor é tomado por Pichon como o lugar privilegiado pelo qual se expressam os transtornos e dificuldades do grupo para enfrentar a tarefa.

 

TELE: o grau de empatia positiva ou negativa que se dá entre os membros do grupo.

 


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