Uma das Quadras de Advertência I.
Regras de Precaução Contra os Parvos Críticos
A Morte de Henrique II (10 de julho de 1559) I.35
"O jovem leão vencerá o velho num torneio na liça. Ele lhe perfurará o olho na armadura dourada, em um dos dois combates, depois morrerá de morte cruel." A história: "O terceiro combate vai começar. O rei monta um cavalo que pertence a Emmanuel-Philibert. Está entusiasmado com a montaria, e comenta isso com seu cunhado, que lhe pede, em nome da rainha, para não combater, porque já era tarde e fazia muito calor. Na verdade, era meio-dia, mas Henrique responde que é o desafiador e que esse título, segundo o costume, o obriga a participar de três combates. Seu adversário já está montado. É o comandante da guarda escocesa, Gabriel de Lorges, conde Montgomery. Trombetas e clarins soam em fanfarra ensurdecedora. Os dois homens colocam-se em seus lugares, e depois partem para o ataque. O choque é terrível, as duas lanças se quebram, mas nenhum dos dois vai ao chão. o rei poderia ter parado. Mas quer quebrar mais uma lança. Senhor, suplica Vieilleville, juro por Deus que há três noites sonho que alguma desgraça vai vos acontecer, e que este mês de julho vos será fatal. Vós podeis fazer como quiserdes. Montgomery também insiste para que se interrompa o combate, mas o rei insiste em prosseguir. O desafiador e o atacante precipitam-se um contra o outro. De novo, um choque terrível, as duas lanças se quebram, cavalos e cavaleiros mal conseguem manter o equilíbrio. Chegados ao fim do corredor, ambos fazem meia-volta. Henrique II apanha uma nova lança, mas Montgomery se esquece de desfazer-se do que restou da sua. Contrário ao costume, e sem que se saiba por quê, as trombetas tocam. Os cavaleiros de armadura partem a galope, e ouve-se apenas o ruído do aço contra o aço e dos cascos dos cavalos na areia. Os espectadores prendem a respiração, todos podem ver que o comandante da guarda escocesa se esqueceu de se desfazer da lança quebrada, e a empunha em riste. Os dois homens se chocam mais uma vez, o pedaço da lança de Montgomery escorrega pela couraça do rei, levanta a viseira do capacete e penetra na cabeça de Henrique II... O rei é levado para Tournelles. O ferimento é gravíssimo. A lança entrou no olho direito e saiu pela orelha... Enquanto o rei agonizava (morte cruel), Diana estava enclausurada em seu quarto... No dia 10 de julho de manhã, o rei morre." Topo
Morte de Nostradamus (2 de julho de 1566) Presságio 141
Perseguições aos Astrônomos nos Séculos XVI e XVII. Copérnico e Galileu. IV.18
"Alguns dos mais instruídos em astronomia serão condenados, punidos por editos, perseguidos como criminosos e mortos onde forem encontrados." VIII.71 "O número de astrônomos aumentará bastante em 1607, apesar das perseguições, banimentos e censura dos seus livros, por bulas, de tal sorte que não terão segurança diante do Santo Ofício." A história: "Galileu ficará célebre entre os astrônomos, por dois motivos: como arauto e mártir da luta do espírito científico contra as forças do obscurantismo, que, na época, estavam muito vivas, pelo menos numa parte da Igreja Católica, e como introdutor, em 1610, do uso da luneta para a observação dos astros..." "Se Galileu se limitou a afirmar, com muita cautela, as semelhanças entre a Terra e a Lua, e as relações recíprocas do intercâmbio luminoso que as aproxima numa mesma situação, distante em relação ao Sol, foi porque o ponto principal das suas teses - a saber a concepção, paradoxal para a Terra, de ter o privilégio de ser o centro do mundo e a propriedade de ser o reino da corrupção e da morte - constituía um grande obstáculo para uma solução razoável. A afirmação da homogeneidade dos astros, incluindo a Terra, era uma parte da acusação, que condenou Giordano Bruno à fogueira em 1604." "No final de 1615, Galileu foi a Roma para tentar alterar essa decisão absurda, e falou abertamente a favor dos instrumentos que permitiam suas observações, mas, apesar do seu talento, não conseguiu convencer um número suficiente de pessoas. No dia 3 de março de 1616, a obra de Copérnico foi colocada no índex... Condenado pelo Santo Ofício no dia 22 de junho de 1633, Galileu, até o dia de sua morte, viveu sempre sob vigilância." Topo
1792: O Fim da Monarquia Carta a Henrique, rei da França, segundo.
"E esta (a monarquia) durará até o ano de 1792, que será tido como uma renovação do século." A história: Nostradamus indicou 1792 e não 1789. Na verdade, o fim do Antigo Regime situa-se em 21 de setembro de 1792, data em que começou o primeiro ano da República. Nostradamus apresenta um julgamento, que pode parecer surpreendente, quando diz que acontecerá, nessa data, a renovação dos séculos. Na verdade, sobrevoando o tempo e o espaço, ele sabe que a monarquia, em 1792, a partir da sagração de Clóvis, em Reims, em 496, terá durado treze séculos, mas sabe também que nenhuma das cinco repúblicas chegará a um século: Primeira República: de 21 de setembro de 1792 a 15 de dezembro de 1799; Segunda República: de fevereiro de 1848 a 2 de dezembro de 1851; Terceira República: de 4 de setembro de 1870 a 22 de junho de 1940 - sessenta e nove anos e nove meses; Quarta República: de outubro de 1946 a setembro de 1958 - onze anos e onze meses; Quinta República: de setembro de 1958 a ... em diante! Daí, a expressão "renovação dos séculos"! Topo
O Fim do Antigo Regime (1792) II.2
"O poder republicano fará tanto mal ao poder monárquico quanto este fez (bem) à França. Morte da flor-de-lis; o rei demonstra uma grande hesitação quando verifica quanto dos seus foram presos." A história: "Se Napoleão não salvou a República, salvou a Revolução, com tudo o que dela podia ser salvo: a mística, o pessoal, a política estrangeira, o cosmopolitismo, a organização social. A tal ponto que a França não concebia outra maneira de voltar à ordem a não ser a restauração da monarquia. Em dez anos, a Revolução havia errado em todos os seus cálculos e destruído todas as esperanças. Esperavam um governo regulamentado e estável, boa situação financeira, leis justas, paz com os outros países e tranquilidade para o povo. O que tinham era a anarquia, a guerra, o terror, a falência, a fome e duas ou três bancarrotas... Os teóricos de 1789 queriam regenerar a humanidade e reconstruir o mundo. Para escapar aos Bourbon, os teóricos de 1789 se viram na contingência de pegar em armas". "Luís XVI e Maria Antonieta, a princípio, tomaram uma atitude enérgica. Mas foram, finalmente, conquistados pelo pânico. No último momento, o rei ainda hesitou..." "Em dez dias, tudo estava pronto: as listas de banidos impressas, os carrascos escolhidos e reunidos... Matava-se na Carmes, na Abbaye, na Force, na Salpêtrière, no Châtelet, em Bicêtre... Em quatro dias foram cometidos mais de cento e dez assassinatos. Entre os mortos, estavam o ministro Montmorim, o arcebispo de Arles, os bispos de Saintes e de Beauvais, os suíços, que tinham escapado do massacre de 10 de agosto." "A comuna insurrecional exigiu a reclusão da família real na prisão do Temple, e a prisão de numerosos suspeitos." Topo
A Execução de Maria Antonieta (16 de outubro de 1793) A Esposa Real No Temple Sextilha 55
"Ante (o povo) pouco depois (da execução de Luís XVI), a rainha será guilhotinada e sua alma subirá ao céu. Será lamentada por muitos. Seus parentes ficarão muito aflitos: as lágrimas e os suspiros de sua filha. Deixará de luto seus dois (cunhados)." A história: "Maria Antonieta, encarcerada no Temple até 1.º de agosto de 1793, sofreu todos os ultrajes, todos os tormentos, como rainha, como esposa, como mãe, e seu cativeiro foi um verdadeiro martírio. Levada diante do Tribunal Revolucionário, foi condenada à morte... Essa infeliz princesa tinha todas as qualidades importantes para ser amada por todos, e em circunstâncias normais isso seria reconhecido, e teria sido julgada sem paixões... Conduzida ao suplício em uma carroça, ela subiu os degraus do patíbulo com bastante firmeza e, como seu marido, morreu perdoando seus inimigos." Topo
O Processo de Maria Antonieta (14 de outubro de 1793) Sua Execução (16 de outubro de 1793) I.86
"Quando a grande rainha (Maria Antonieta) souber que está perdida, demonstrará um excesso de coragem masculina. Passará sobre o rio (o Sena), puxada por um cavalo, malvestida. Depois, morrerá pelo ferro (a guilhotina), e a fé será ultrajada." A história: "O processo da rainha, exigido desde o mês de agosto pelas representações, clubes, deputados das assembléias primárias e sociedades populares, começou no dia 14 de outubro, perante o Tribunal Revolucionário, presidido por Herman; Fouquier-Tinville ocupava a cadeira do promotor público. Fizeram-lhe as mais insidiosas perguntas. Retomam as acusações já engendradas contra ela no tempo da monarquia pelos panfletários hostis à austríaca. Digna em sua simplicidade, a rainha responde que não tinha feito mais do que obedecer ao seu marido. Para reabrir o debate, Hébert lança contra ela a mais ultrajante acusação. Essa mulher abatida encontra ainda força e emoção para responder à imputação infame... Apesar da defesa de Tanson-Ducoudray e Chauveau-Lagarde, a rainha é condenada à morte... Na manhã de 16 de outubro, sobe numa carroça velha e se senta de costas para o cavalo: vestida com um blusão de camponesa, com uma touca branca, as mãos atadas nas costas, os olhos semifechados, impassível e ereta, essa mulher, que tinha sido a mais festejada das rainhas, ouve a massa ululante que a ofende. Maria Antonieta sobe rapidamente os degraus do patíbulo. Alguns momentos mais tarde, seu corpo supliciado vai juntar-se aos restos mortais de Luís XVI, no cemitério da Madeleine." "No dia 14 de outubro de 1793, Maria Antonieta havia comparecido diante do Tribunal Revolucionário, com um vestido preto usado e com uma touca de cambraia com tiras de crepe." "Acabo de ser condenada não a uma morte odiosa, reservada aos piores criminosos, mas a juntar-me ao vosso irmão; como ele, sou inocente, e espero mostrar a mesma firmeza que ele demonstrou em seus últimos momentos." Topo
Nascimento de Bonaparte (15 de agosto de 1769) I.60
"Um imperador nascerá perto da Itália; custará caro ao império. Veremos com quantos ele faz aliança; será julgado menos príncipe do que carniceiro." A história: Quando Bonaparte nasceu, em 15 de agosto de 1769, a Córsega tinha sido comprada por Luís XV há dois anos. Não era, portanto, italiana, mas não era ainda francesa; daí a expressão de Nostradamus, "perto da Itália". "O Congresso de Viena (setembro de 1814-junho de 1815) pretende eliminar do mapa da Europa as modificações provocadas pela Revolução e pelo Império... A França, limitada por Estados-barreiras, não tem possibilidade de chegar às fronteiras naturais." Napoleão custara muito à França em mortes, derrotas e ruínas de todo tipo. "Napoleão reerguera o Grande Exército: setecentos mil homens de todas as nações." A batalha de Eylau, chamada "a carnificina sob a neve", foi uma das mais mortíferas levada a cabo por Napoleão. Observemos que Nostradamus atribui ao imperador um qualitativo que a história conservará! "Pelo Tratado de Paris (1815), a França perdia todas as suas conquistas e tornava-se menor do que antes das guerras e da Revolução." O que custaria um alto preço ao Império! Topo
O Nome Predestinado de Napoleão I.76
"Será conhecido por um nome tão feroz que esse nome será, de modo predestinado, parecido com o das Três Parcas, pois, com seus discursos e ações, ele destruirá muita gente, e, mais do que ninguém, será famoso pelo barulho que fará." A história: O nome de Napoleão deriva, etimologicamente, de duas palavras gregas que querem dizer "novo" e "exterminador". Portanto, "Napoleão" quer dizer "o novo exterminador". Logo, o sentido do verso seguinte concorda perfeitamente com o significado etimológico do nome do imperador. Lembremos os massacres de Eylau, "a carnificina sob a neve"; a retirada da Rússia; Waterloo; e este relato terrível das atrocidades cometidas na Guerra da Espanha: "A partir de então, nossos doentes, os da retaguarda, os oficiais, os ordenanças, foram surpreendidos e cercados, e os mais felizes foram degolados no campo de batalha; muitos outros, atirados em caldeiras de água fervente; outros, ainda, serrados com lâminas, ou cozidos em fogo brando..." "A Guerra da Espanha toma um caráter de fanatismo feroz: as emboscadas incessantes dizimam o exército francês..." Topo
A Ascensão de Bonaparte. Napoleão e a Igreja. VIII.57
"De simples soldado, ele se tornará imperador, de militar, passará a magistrado, tão valente na guerra quanto nocivo à Igreja, e perseguirá os padres como uma esponja absorve a água." A história: "O relacionamento com a Igreja, aparentemente, é bom até 1808. Mas, quando sua política o leva a ocupar os Estados Pontifícios e a encarcerar o papa, que protesta e o declara excomungado, o clero e os católicos tomam o partido do chefe da Igreja; perde, assim, o apoio dos católicos." "Vós vos deixais levar pelos padres e pelos nobres que querem restabelecer o dízimo e os direitos fiscais. Eu farei justiça. Eu os importunarei!" Napoleão falou ao povo, em 1815. "O conflito com a Espanha cada dia se torna mais exacerbado e desvia a atenção do imperador do seu objetivo, que consistia, simplesmente, em se tornar o chefe dos Estados romanos. Começa a demonstrar hostilidade a certa categoria de padres, o que faz com que os outros se afastem." "Os historiadores se admiram de que Pio VII tenha escolhido, para tornar a ruptura definitiva, um incidente político. Em 1810, Pio VII disse a Chabrol: Fui provocado ao máximo; quando comecei a gritar já estava com a água na altura do queixo." Topo
Negociação dos Estados Pontifícios (1807). Retirada da Rússia (1812). II.99
"O território romano, que negociava com o imperador, será muito perturbado pelos franceses, mas a França terá motivos para temer quando soar a hora do frio, porque seu exército terá ido muito longe." A história: "A exemplo de Augusto, Napoleão queria eternizar sua lembrança..." "As dificuldades religiosas são provocadas pelo fato de Napoleão manter o papa prisioneiro (em Savona, depois em Fontnainebleau, desde 1812); o papa tinha se recusado a aplicar o bloqueio nos seus Estados; Napoleão os ocupa." "A 14 de setembro de 1812, Napoleão entra em Moscou, contando instalar nessa cidade seu quartel de inverno. Durante a noite, um incêndio destrói a cidade e todos os seus recursos. Napoleão espera que o czar peça a paz, mas o soberano da Rússia não pensa nisso, pois recebeu reforços. Compreendendo que se enganou, Napoleão ordena a retirada. A marcha de volta foi penosa. O país devastado não oferece recursos, os cossacos atacam constantemente, a fome e um inverno rigoroso e precoce dizimam os soldados." "Perguntei a Napoleão a que ele atribuía o fracasso da expedição. Ao frio prematuro e ao incêndio de Moscou, disse ele, eu estava atrasado alguns dias; havia calculado o frio que fazia durante os últimos cinquenta anos, e que nunca começava antes do dia 20 de dezembro, vinte dias depois do seu começo nesse ano." Topo
A Batalha de Waterloo (18 de junho de 1815) A Queda de Napoleão IV.75
"(O exército) prestes a combater falhará, o chefe inimigo obterá a vitória, a retaguarda se defenderá, os que forem mortos, no território cheio de neve, farão falta." A história: O exército comandado por Grouchy tinha sido encarregado por Napoleão de perseguir o exército de Blucher. Não apenas deixou escapar este último, como se omitiu na Batalha de Waterloo. "Napoleão se dirige para o norte com cento e vinte e cinco mil homens, contra cem mil ingleses e duzentos e cinquenta mil prussianos... Depois da vitória em Ligny (16 de junho) trava-se um combate violento, no planalto de Mont-Saint-Jean, perto de Waterloo, contra os ingleses de Wellington, logo auxiliados pelos prussianos de Blucher (18 de junho). À noite, o pânico e confusão dominam o exército francês: sozinha, a guarda morre mas não se rende." Napoleão tinha perdido grande parte do seu exército na campanha da Rússia: "Napoleão tinha formado o grande exército: setecentos mil homens... A fome e um inverno precoce e rigoroso dizimaram os soldados, O Grande Exército reduzido a trinta mil homens atravessa penosamente o Berezina." Topo
Napoleão Traído pelas Mulheres. Napoleão Prisioneiro dos Ingleses.
Sua Agonia na Noite de 4 para 5 de Maio de 1821. IV.35 "Quando cessar a guerra, as mulheres trairão (Napoleão), assim como a maior parte do novo movimento (monarquista). Napoleão será feito prisioneiro, os ministros guardarão a espada do homem de Toscana e da Córsega, depois ele terá, à noite, o fogo na garganta." A história: "O General Belliard leva a Napoleão a notícia da rendição de Paris, assinada durante a noite, e segundo a qual as tropas inimigas deveriam ocupar a capital... Ele chega às seis horas da manhã em Fontainebleau, onde sua guarda e o resto do seu exército o esperam. Aí começa uma série de intrigas de salão, que levam à Restauração dos Bourbon. Alguns diplomatas, um punhado de monarquistas e de emigrados se agitam em todos os sentidos: suas mulheres, seus parentes se encarregaram de agitar os lenços brancos." "O modo pelo qual os ministros queriam que Napoleão fosse tratado era bem pouco generoso: tinham dado ordem para que tirassem a sua espada." "O dia seguinte foi terrível. Na noite de 4 para 5 de maio de 1821, todos os servidores ficaram ao lado dele. Sua alma se debatia. Os soluços de agonia eram terríveis." Topo
Morte Acidental do Filho Mais Velho de Luís Filipe (13 de julho de 1842) VII.38
"O filho mais velho do rei, correndo a cavalo, cairá bruscamente de cabeça: com a goela ferida, o pé preso, gemendo, arrastado, ele morrerá horrivelmente." A história: "Ferdinando Filipe Luís Carlos Henrique Rosa de Orléans, filho mais velho de Luís Filipe e de Maria Aurélia de Bourbon-Sicília, nasceu em Palermo em 3 de setembro de 1810; em julho de 1842, quando se preparava para partir a fim de inspecionar os regimentos de Saint-Omer, foi primeiro a Neuilly despedir-se do pai; seus cavalos empinaram no caminho da Révolte, ele pulou da carruagem e, caindo no chão, quebrou a cabeça." Topo
A Guerra de 1914-1918. A Gripe Espanhola (1918) IX.55
"A horrível guerra que se prepara no ocidente; no ano seguinte, virá uma epidemia tão terrível, que atingirá os jovens, os velhos, os animais, quando fogo, sangue, pilhagem, guerra, aviação chegarem à França." A história: "A epidemia de 1918 levou à morte quase quinze milhões de pessoas, no mundo inteiro." "O conflito, que começou no dia 2 de agosto de 1914, foi resultado das rivalidades imperialistas entre as grandes potências européias, de há meio século... A guerra se desencadeou em diversos pontos do globo, em terra, no ar, no mar, sendo que os confrontos principais estavam na Europa... Os alemães queriam a destruição completa do adversário e atacaram maciçamente, em 21 de fevereiro de 1916, na zona de Verdun. Foi o início da batalha mais violenta e sangrenta dessa guerra. Seu resultado: mais de setecentos mil mortos e feridos." "Lança-chamas e granadas davam uma característica particularmente cruel aos combates. Mas a arma mais terrível era o gás asfixiante, usado pela primeira vez pelos alemães em 22 de abril de 1915... Outra arma: o aeroplano, que, a princípio, era usado para vigiar as manobras do inimigo. Logo, sua missão foi o domínio do espaço aéreo..." Topo
A Grande Guerra (1914-1918). Perdas em Homens. A Desvalorização da Moeda. VII.25
"Por uma longa guerra, o exército sofrerá tantas perdas, que não haverá dinheiro para os soldados. O couro será usado em lugar do ouro e do dinheiro; a moeda francesa terá a forma da lua crescente." A história: "A guerra exige ininterruptamente mais armas e mais munição. Os beligerantes tinham pensado em uma guerra curta e violenta; porém, viram-se comprometidos com uma guerra de longa duração. Desde setembro de 1914, dos dois lados, começaram a surgir as crises de material e de munição." "Consequências financeiras da guerra: não é fácil precisar as despesas que a guerra impôs aos beligerantes. Mas temos os dados da dívida do Estado: a dívida interna era, em 1919, de quase oito bilhões de libras, na Inglaterra; de duzentos de dezenove bilhões de francos, na França. Quanto ao papel-moeda emitido durante a guerra, em caráter de emergência, não pôde mais ser convertido em ouro. Deveriam reduzir a quantidade em circulação (deflação)? Ou, ao contrário, manter a inflação e desvalorizar a moeda corrente? Deveriam voltar ao padrão ouro? Esses os problemas que, ao lado de muitos outros, se apresentavam ao setor financeiro." "A guerra durou quatro anos e três meses. A França teve um milhão e trezentos e noventa e três mil mortos, quase três milhões de feridos (um morto por vinte habitantes)." Topo
A Revolução Bolchevique (1917) As Intervenções dos Estrangeiros na Rússia (1917-1922)
A Proclamação da URSS (1922) Presságio 62
"As incursões hostis virão de longe, de homens que não estarão preparados para o conflito, por causa de um triste empreendimento (a revolução), que tornará o ar irrespirável e odioso; de todos os lados, chefes de Estado serão afligidos e atacarão (os russos) de 1917 a 1922. A história: "A Revolução Bolchevique determinou um curso completamente diverso para a história da Rússia, uma reviravolta nas estruturas políticas, administrativas, econômicas e sociais... A realidade do novo regime só se tornou evidente em outubro de 1917. Vinte anos de lutas internas constituem um período trágico da história da Rússia, ex-império que, em 1922, transformou-se na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas... A partir de outubro, o novo governo teve de lutar não somente contra a oposição no próprio país, mas também contra a intervenção estrangeira: a Rússia retirou-se da guerra pelo Tratado de Brest-Litovski (3 de março de 1918), os exércitos franceses, ingleses, americanos e japoneses apoiaram a guerra civil até novembro de 1920, com um prolongamento no Extremo Oriente até novembro de 1922." "A Revolução Russa começou sem violência, mas um atentado contra Lênin e a guerra civil desencadearam o terror. De 1919 a 1920, as vítimas de execuções, da fome, das epidemias chegaram a cerca de sete milhões de pessoas. Lênin lançou as palavras de ordem: 'morte ou vitória'." Topo
"A Rússia alcançará tanto poder depois da guerra que mudará seu príncipe por um personagem nascido na província; depois, seu poder chegará até o mar e conduzirá suas tropas para além das montanhas." A história: "Quando, pelo Tratado de Brest-Litovski (3 de março de 1918), a Rússia se retirou da guerra, os exércitos franceses, ingleses, americanos e japoneses apoiaram a guerra civil até novembro de 1920, com um prolongamento no Extremo-Oriente até novembro de 1922. Rejeitando a intervenção estrangeira e os restos dos exércitos brancos, dizimados em solo russo, o governo bolchevique, ainda assim, se econtra em grande dificuldade. Os três primeiros anos da revolução foram caracterizados por um abuso do período do comunismo de guerra." "Iossif (José) Vissarionovitch Djugatchvili nasceu em Gori, na Geórgia, em 1878. Stálin! "Passando da posição defensiva para uma situação de força, a URSS entrou na Segunda Guerra Mundial em setembro de 1939, ao lado da Alemanha, com a qual assinara, em 23 de agosto, um pacto de não-agressão, e participou da partilha da Polônia, que lhe permitiu anexar as províncias polonesas ocidentais, habitadas pelos bielo-russos e ucranianos, reanexados, em novembro, às repúblicas soviéticas da Bielo-Rússia e da Ucrânia. Obrigou a Romênia a lhe ceder a Bessarábia e a Bucovina do Norte (28 de junho de 1940). A 22 de junho de 1941, com o ataque alemão, começou para a Rússia a grande guerra nacional do povo soviético contra os invasores alemães, que, por suas consequências, marcaria uma mudança na sua história." Topo
O Nascimento de Hitler na Áustria-Baviera (1889). Sua Luta Contra a União Soviética.
O Mistério de Sua Morte. III.58 "Perto do Reno nascerá, nos Alpes Nóricos, um grande chefe de homens que nascerão muito tarde; ele se defenderá contra os russos e os húngaros; e não se saberá o que foi feito dele." A história: "Hitler, filho de um fiscal da alfândega, nasceu em Braunau sobre o Inn, cidade da fronteira austro-bávara, em 1889." "Na luta contra a União Soviética, o Terceiro Reich podia contar com o apoio da Romênia, da Hungria e da Eslováquia... A participação do Regente Horthy foi mais modesta, porque Budapeste não tinha nenhuma conta a acertar com Moscou; apenas um esquadrão ligeiro húngaro, composto de uma brigada motorizada e duas brigadas de cavalaria, participou dessa primeira fase da campanha." "Quando souberam que o Marechal Jukov, comandante-em-chefe soviético, daria uma entrevista coletiva à imprensa no dia 9 de junho, todos se dirigiram para lá. Ele abordou a questão que, para todos, era mais importante que qualquer outra: a morte de Hitler. Porém, ele o fez de modo surpreendente: 'As circunstâncias são muito misteriosas' disse ele. 'Não identificamos o corpo de Hitler. Nada posso dizer de definitivo sobre seu destino... Encontramos muitos corpos, entre eles poderia estar o de Hitler, mas não podemos afirmar que esteja morto...' No dia 10, dia seguinte ao da entrevista à imprensa, Jukov encontrou, em Frankfurt, o comandante supremo americano; Eisenhower colocou a questão de forma muito direta: 'O que sabem os russos sobre o cadáver de Hitler?' Jukov respondeu também categoricamente: 'Os soldados russos não encontraram nenhum vestígio do cadáver de Hitler'." Topo
A Áustria, Ponto de Partida das Idéias Nazistas III.67
"Uma nova seita de filósofos que desprezam a morte, o ouro, as honras e as riquezas nascerá nas fronteiras da Alemanha, e os que a seguirem terão apoio e audiências. A história: "A influência de Viena: a mais dura e mais frutífera escola de sua vida, disse Hitler. Ele afirmava dever a Viena os fundamentos de sua concepção geral da sociedade, bem como seu método de análise científica. Na verdade, o jovem Adolf Hitler já tinha recebido o essencial dessas bases em Linz, no curso de história do Dr. Poetsch, pangermanista e anti-semita, violentamente hostil aos Habsburgos. Porém, na capital da Áustria-Hungria, a vida cotidiana trazia uma justificativa concreta às suas teses pangermânicas e anti-semitas." "Goering assume definitivamente o comando das SA na primavera de 1923. Passando cada seção pelo crivo, elimina os elementos menos seguros, aqueles que considera mais prejudiciais ao partido do que aos seus inimigos. Os outros devem jurar fidelidade cega ao partido e fazer uma verdadeira profissão de fé. Goering os faz assinar um documento onde não disfarça o papel que vão desempenhar: 'enquanto for membro da seção de assalto do NSDAP, comprometo-me a estar sempre pronto, em qualquer momento e com o risco de minha vida, se for necessário, a combater pelos objetivos da causa e obedecer totalmente aos meus superiores e so Fuhrer'. Devotados ao seu chefe de corpo e alma, os que assinam esse juramento serão os executantes do NSDAP, seu batalhão de choque. Serão também os elementos principais da força política de Hitler." "Hitler logo nota o jovem Himmler, ss de vinte e cinco anos, e o nomeia diretor dos serviços de propaganda, em 1926, um ano depois de sua entrada para a ss. Parece que esse posto é um excelente trampolim para subir rapidamente na hierarquia nazista." Topo
"Aquele que, como Cláudio, não tem o que é preciso para reinar na Alemanha, fará tanto por meio de sedução, que pequenos discursos ele transformará em longos discursos e realizará uma ação contra o governo. A história: Nostradamus estabelece um paralelo entre Esparta e a Alemanha nazista, de um lado, e o Imperador Cláudio e Hitler, do outro. "Licurgo formou o Estado espartano... Instituiu a Assembléia Popular, que devia se pronunciar somente com 'sim' ou 'não'... Deu ao Estado um caráter militar, mantido por uma severa disciplina, com educação e refeições em comum. Concentrou em suas mãos todo o poder executivo... O Estado espartano foi organizado em função da conquista; assim, a sua história não é mais do que uma sequência interminável de guerras. Colocou contra sua rival (Atenas) quase toda a Grécia..." "Cláudio I, césar romano, doentio, desajeitado e tímido, foi abandonado na infância aos escravos libertos... A Bretanha foi conquistada por ele. Atravessou o Reno e pacificou a margem direita do Danúbio (Áustria). No Oriente, reconquistou a Armênia e a Trácia (os Bálcãs); na África, conquistou a Mauritânia. No interior, Cláudio teve de lutar contra as conspirações republicanas. Ele as afogou em sangue... Cláudio reinou durante treze anos." Como Hitler: 1933-1945. "A 30 de janeiro de 1933, Hitler aceitou a tarefa de formar o governo. Substitui a ditadura em duas etapas. A 1.º de fevereiro, o Reich é dissolvido... O novo Reich vota em Hitler, para quatro anos, dando-lhe os plenos poderes que ele exige. É o fim da República de Weimar... Depois de alguns meses de governo, Hitler é atacado pelas críticas da oposição. Hitler fica preocupado. Na noite de 30 de junho de 1934, Noite dos Longos Punhais, inicia a repressão... Hitler concentra em suas mãos todos os poderes. Nascido na Áustria, em 1889, conheceu a pobreza, esteve em asilos... instável, com crises de euforia e depressão, orador dotado de um extraordinário magnetismo, ele envolve os ouvintes." Topo
As Fases da Vida de Hitler: 1889, 1915, 1921, 1939, 1945. Sextilha 53
"Muitos homens morrerão antes que a Fênix morra (Hitler). Depois de 55 anos e dez meses, ele encontrará sua (última) morada, quando tiverem passado os anos de 1915, 1921, 1939. Em 1915, ele será atacado por uma doença; em 1921, terá uma força guerreira perigosa para sua vida; em 1939, será sujeito a um dilúvio de fogo. A história: "Adolf Hitler nasceu em abril de 1889 em Braunau sobre o Inn... Quando era cabo, foi duas vezes ferido (1915)..." "O ano de 1921 é um ano de sucesso para o partido, que conta, a partir de então, com mais de seis mil membros, dos quais uma grande parte entra para as SA, chamadas pelos jornais de Munique de 'Guarda de Hitler'" "Enquanto percorre a Alemanha para aliciar partidários (são três mil, no fim de 1921), o Capitão Roehm, seu ajudante, funda a organização paramilitar das SA, ou seção de assalto... Ele liquida a oposição de direita na Noite dos Longos Punhais, 30 de junho de 1934. Várias centenas de pessoas são massacradas, entre elas, Schleicher, que tentava reagrupar os militares que permaneciam ainda reticentes quanto a Hitler. Roehm, o muito poderoso e muito independente chefe das SA..." "Durante as últimas semanas, março-abril de 1945, o líder da guerra, perseguido, comete suicídio com um tiro na boca." "Afinal, à tarde, chega uma das últimas notícias do mundo exterior: a captura e execução de Benito Mussolini e de Clara Petacci. O Duce e sua amante são pendurados pelos pés, em Milão... Eva Hitler se apavora: 'Vão nos fazer a mesma coisa?' 'Eles não o farão', responde Hitler, 'nossos corpos serão consumidos pelo fogo até que nada reste deles, nem mesmo as cinzas'." Topo
"O primeiro (personagem) do Terceiro (Reich) fará pior do que Nero. Ele será também valente para derramar o sangue humano; ele mandará construir fornos; a prosperidade terá fim e esse novo chefe será causa de grandes escândalos." A história: "Hitler, chanceler da Alemanha em 1933, legalmente nomeado pelo Presidente Hindenburg, em 1934,, por plebiscito, assume um poder absoluto como Fuhrer e chanceler do novo regime, o Terceiro Reich. Conseguiu eliminar o desemprego (seis milhões e duzentos mil desempregados, em 1932), restabeleceu a prosperidade, conduziu bem a política habitacional, de serviços sociais e de grandes realizações, o que lhe garantiu o apoio popular." "As 'Conversas Francas' do tempo de guerra, cheias de ódio contra os judeus e contra o cristianismo ('Nero'!), prometem aos russos vencidos a pior das servidões, em contraste com a vida paradisíaca que o colono alemão levava." "Em 1945, livros e filmes se intitulavam abertamente Alemanha, ano zero. Porque o país vencido parecia tão destruído, tão desamparado, que tudo tinha de ser feito de novo... Os fornos crematórios permitem que se compreendam certas afirmações de 1945... Em 8 de maio de 1945, a capitulação incondicional da Alemanha marca o resultado do grande massacre ordenado e realizado por Hitler... As cidades estão em ruínas. Os mortos, os prisioneiros, os mutilados eram milhões. São atirados no caos criado pela guerra total feita por Hitler outros milhões de alemães, expulsos dos países da Europa central e dos territórios confiados à Polônia. A Alemanha ocupada estava na miséria." Topo
As Perseguições de Hitler, o Novo Nero. O Atentado de 20 de Julho de 1944. IX.53
"O novo Nero fará jogar nos três fornos (Auschwitz, Dachau e Birkenau) os jovens, para queimá-los vivos. Feliz será aquele que estiver longe desses atos. Três do seu sangue (três alemães) o vigiarão para fazê-lo perecer." A história: "As grandes linhas do plano de exterminação foram determinadas durante uma conferência que teve lugar em 20 de janeiro de 1942, perto de Berlim, sob a presidência de Reinhard Heydrich, ajudante de Himmler. O discurso verbal exato: 'A solução final do problema judeu na Europa será aplicada a onze milhões de pessoas, mais ou menos'. "Desde então, sob a chefia de Rudolph Eichmann, a Europa inteira foi vasculhada, os judeus reunidos pacientemente e enviados, a maior parte, para Auschwitz, onde eram exterminados. Segundo o diretor do campo, três milhões de deportados morreram em Auschwitz. Em todos os campos, os corpos dos torturados eram queimados nos fornos crematórios..." "No fim da guerra existiam vários grupos de oposição, de concepções diversas e, muitas vezes, divergentes. O mais importante foi o que organizou um atentado contra Hitler. Era chefiado por Karl Goerdeler, ex-burgomestre de Leipzig, e pelo General Beck. O Coronel von Stauffenberg colocou no grande quartel-general de Hitler uma bomba de pouco poder, no dia 20 de Julho de 1944. O atentado fracassou: Hitler ficou apenas ligeiramente ferido." Topo
Conferência de Teerã. A ONU. IV.59
"Dois (países) sitiados (Alemanha e Itália), por causa do seu furor violento, terão seus bolsos completamente esvaziados (ruína econômica). O mais forte (Alemanha) será arrasado, assim como o velho sonhador (Pétain). Em Genebra, serão mostrados os pontos (do tratado) de Teerã." A história: "Em 27 de novembro de 1943, o presidente americano, o primeiro-ministro britânico e suas comitivas partiram de avião, de madrugada, para Teerã, onde deveria se realizar a Conferência EUREKA... A primeira sessão da conferência se iniciou num salão da embaixada soviética, em 28 de novembro, às quatro e meia da tarde. Um pouco antes, Stálin tivera um encontro particular com Roosevelt, e este lhe expusera suas idéias de reestruturação a nível mundial... Quanto a modificações na constituição e à instituição de uma nova ordem internacional, as discussões entre Stálin, Churchill e o presidente dos Estados Unidos jamais atingiram um diapasão agudo simplesmente porque o primeiro-ministro britânico e o presidente dos Estados Unidos ratificaram até o menor desejo de seu aliado soviético... O Presidente Roosevelt, a seu pedido, expôs suas idéias sobre a futura organização mundial que, uma vez conquistada a paz, substituiria a antiga Liga das Nações... Seria um engano dissociar Teerã de Yalta e de Potsdam." "A Conferência de Yalta (4 a 11 de fevereiro de 1945) estabeleceu as bases da futura Organização da Nações Unidas." Topo
O Tribunal de Nuremberg (1945-1946). A Guerra Fria. II.38
"Haverá um grande número de condenados quando os chefes de Estado fizerem a conciliação. Mas um entre eles provocará tanto embaraço que aqueles que haviam feito a guerra juntos deixarão de ser aliados." A história: "A 20 de novembro de 1945, teve lugar a primeira audiência do Tribunal Militar Internacional de Nuremberg, encarregado de julgar os dirigentes alemães considerados criminosos de guerra. Esse tribunal, composto de representantes das quatro potências aliadas (EUA, URSS, Grã-Bretanha e França), iria tomar conhecimento dos crimes contra a paz. O Tribunal de Nuremberg julgou vinte e quatro grandes dirigentes políticos, militares e econômicos da Alemanha hitlerista e seis grupos e organizações do Terceiro Reich. As sessões se estenderam até 1.º de outubro de 1946. Numerosos outros processos criminais julgaram os crimes de guerra dos responsáveis de posição menos elevada, na Alemanha..." "Os condenados à morte foram executados em 16 de outubro de 1946, entre uma e três horas da madrugada; os condenados à prisão foram para Spandau, perto de Berlim." "A 2 de fevereiro de 1953, na sua primeira mensagem sobre a conjuntura da União, Eisenhower anunciou que decidira neutralizar Formosa; pretendia também denunciar os Acordos de Yalta concluídos por Roosevelt. A atitude americana causa bastante inquietação." Topo
A Volta dos Judeus à Palestina (1939-1948). As Guerras Árabe-Israelenses. II.19
"Homens recém-chegados atacarão as cidades sem defesa e ocuparão lugares até então inabitados. Tomarão com prazer as casas, os campos e as cidades. Depois de longo tempo (1939) a fome, a doença e a guerra se abaterão sobre essa terra fértil." A história: "Quando a Segunda Guerra Mundial começou, era a seguinte a situação do sionismo: a população judaica passara de oitenta e cinco mil (onze por cento do total) a quatrocentos e dezesseis mil (vinte e nove por cento), e o número de colônias judaicas, de setenta e nove para duzentos. A agricultura estava consideravelmente desenvolvida; assim, a superfície dos laranjais tinha passado de mil a quinze mil hectares." "Fora uma minoria árabe de cerca de dez por cento, a quase totalidade da população era composta de imigrantes judeus ali chegados há menos de um século." "Sejam quais tenham sido as causas determinantes da guerra de junho de 1967, é preciso lembrar o seu efeito psicológico sobre árabes e judeus. Os primeiros afirmavam que o desejo de eliminar os resultados de um fato anteriormente ocorrido (1956-1957) foi considerado pela opinião internacional, influenciada pelo Ocidente, como uma agressão, ao passo que o ataque de surpresa dos israelenses em 1.º de junho de 1967 foi tido como um ato de legítima defesa." Esta quadra de Nostradamus deve ser comparada ao capítulo XXXVIII da profecia de Ezequiel: "Depois de muitos dias, serás visitado; nos últimos anos tu virás ao país que foi antes salvo pela espada, e juntarás muitos povos, e os levarás para as montanhas de Israel, que estiveram desabitadas por muito tempo; quando esse país foi retirado para longe dos outros povos, todos o habitarão com segurança... E tu dirás: construirei nesse país cidades sem muralhas, invadirei aqueles que estão repousando... para pôr a mão sobre os lugares desertos que terão sido feitos habitáveis..." Topo
Revolução, Guerras, Fome no Irã (1979). A Queda do Xá (1978-1979).
O Aiatolá Khomeini em Neauphle-le-Château. I.70
"A revolução, a fome, a guerra não cessarão no Irã; o fanatismo religioso trairá o Xá cujo fim começará na França, por causa de um profeta que estará vivendo num lugar retirado (Neauphle-le-Château)." A história: "Com seus manifestantes fanáticos empunhando o estandarte da sua fé, e aceitando por ele enfrentar de peito aberto as armas de fogo dos soldados do Xá, o Irã deu, durante a semana passada, um exemplo dos mais espetaculares do incrível despertar muçulmano... Mechhed e Qom, no Irã, Al Nadjaf e Karbala, no Iraque: esses são os santuários dos muçulmanos xiitas. A este juntam-se, atualmente, sem mesquitas, nem minaretes de ouro, nem cúpulas turquesa, uma terceira cidade santa, assombrada ainda com esse privilégio: Neauphle-le-Château. Como medersa (seminário corânico), tem apenas uma simples casa no subúrbio. Mas é lá que o Aiatolá Khomeini se prosterna ou se acocora..." "Neste ano (1980), o apelo ao Aiatolá Khomeini lançado na véspera do moárreme, convidando os fiéis a se empenharem numa espécie de guerra santa, levou as paixões ao paroxismo. 'Não hesitem em derramar seu sangue para proteger o Islã e derrubar a tirania', exortou, do seu retiro de Neauphle-le-Château, o profeta exilado dos xiitas." "'O Irã caminha para uma guerra fratricida', predisse o general revolucionário Hadavi. Dirigente religioso dos árabes iranianos, o Aiatolá Khafani profetiza amargas tragédias... O General Rahini fica indignado: 'É odioso ver as regiões iranianas em fogo e sangue, enquanto os exércitos repousam nas casernas.'" Topo
O Aiatolá Khomeini no Iraque (1963-1978). A República Islâmica (1979). VIII.70
"Um personagem terrível, malvado e infame entrará no Iraque para impor sua tirania. Serão todos amigos de uma falsa república (a República Islâmica); a terra ficará horrorizada com essa fisionomia odiosa." A história: "Os mollahs chamam os fiéis para a revolta contra a tirania ímpia. O xá é pessoal e diretamente visado. 'Xá, nós o mataremos!', gritam as multidões fanáticas, em procissão, depois de ouvir os discursos na mesquita. Nem mesmo em 1963, por ocasião da primeira onda de agitação no Irã desencadeada pelo Aiatolá Ruholá Khomeini, exilado depois no Iraque, a atingira tamanha proporção." "A República Islâmica concebida pelo Aiatolá Khomeini demonstrou sua incapacidade para governar o Irã. Impopular na maior parte do país, mantém-se apenas com o apoio do fanatismo ('tirania') da classe mais evoluída da população, completamente submetida ao poder dos akhonds, os membros do clero." Topo
A Derrota do Brasil para a França na Copa do mundo de 1998.
NOTA: Essa quadra foi retirada da própria internet. É a única dessas quadras que não foi fruto de pesquisa minha. Portanto, não respondo pela credibilidade da mesma. 15 "No sétimo mês de 1998, o país onde vários foram julgados pela lâmina vencerá em batalha campal aqueles considerados deuses. O quatro não será cinco. O velho será logrado, e a verdade estará aos pés do jovem." Interpretação: Em julho de 1998, a França (país onde vários foram mortos decapitados na guilhotina) vencerá o Brasil (país dos "deuses do futebol"). O pentacampeonato do Brasil não será conseguido (O quatro não será cinco). Zagallo será engolido pela farsa montada (O velho será logrado) e a verdade sobre a farsa estará relacionada com a Nike, que patrocina o Brasil e que tem como principal garoto propaganda Ronaldinho (a verdade estará aos pés do jovem). Topo Textos retirados do livro "Nostradamus historiador e profeta" de Jean-Charles de Fontbrune. Topo