Tilverton
De manha seguem então para sul, ao meio do dia deparam-se com um grupo de Purple Dragons (soldados da coroa de Cormyr) que patrulham aquela zona (Tilverton encontrasse sob o governo da coroa de Cormyr). O líder dos Purple Hearts fala com o grupo mas sem entrar em detalhes e aceitando facilmente as respostas. No final desse mesmo dia e depois de se separarem da família que tinha nos arredores uma quinta, o grupo chega a Tilverton. Mas como a noite já tinha descido, os portões de Tilverton estavam encerrados, e apesar dos pedidos do grupo ao guardas da muralha, os portões permanecem fechados.
Finalmente o grupo desiste e prepara-se para acampar nas muralhas de Tilverton, mas um deles repara que um grupo de cavaleiros se dirige para os portões e quando chegam perto da luz o grupo repara que era a patrulha com a qual se tinham deparado antes, o grupo dirige-se ao líder e este vendo que estes tinham ajudado aquela família a atravessar as montanhas decide deixar o grupo entrar e passar a noite numa das estalagens da povoação.
O grupo pergunta as direcções de uma estalagem de razoável qualidade porque precisam de descansar bastante e com essas direcções chegam a uma estalagem na parte mais distinta de Tilverton. Pouco tempo depois de entrarem e comerem, um homem com aspecto de vagabundo, de roupas esfarrapadas e cabelos e pele sujos, entra pela estalagem a dentro e começa a gritar a dizer que é o Rei Azoun IV de Cormyr e que exige vassalagem. Os seus olhos estão encovados e o fundo avermelhado, fala com pessoas imaginárias e o suor banha o seu rosto. Um dos “seguranças” da estalagem conhece o velho como sendo um pedinte que vaguei pelas ruas de Tilverton e coloca-o na rua sem grande alarido convencendo-o que a comitiva o espera lá fora.
Curiosos com este facto, os gémeos decidem sair também eles e seguir o velho pedinte que sai da zona mais chique de Tilverton, passa pela zona Burguesa e num bairro menos condigno entra por uma viela. Os gémeos seguem-no pela viela e vêem um cenário degradante de vagabundos, sem teto e pedintes, novos e velhos e muitos deles com sintomas semelhantes ao velho. Uma criança de uns 7 anos e com os mesmos sintomas atravessasse no caminho dos gémeos e diz ser Elminster e apontando um galho de uma arvore que diz ser a sua varinha ameaça desintegrar os gémeos, o mais forte destes agarra nela e coloca-a no ombro e carregam-na de volta para a estalagem. Entretanto o resto do grupo já se tinha retirado para os seus quartos. Os gémeos pedem um banho à estalajadeira e dão banho à criança e tentam baixar-lhe a febre.
De manhã o resto do grupo é informado do
acontecido e decidem levar a criança ao templo de Gond ali
perto, enquanto os gémeos
retornam à viela.
Mas antes de chegarem à viela deparam-se com um bloqueio por parte
dos Purple Dragons que afirmam que aquele quarteirão se
encontra interdito. Apesar do esforço do mais carismático
dos dois para conseguir passar, as tentativas são infrutuosas
e decidem dirigir-se ao templo para onde o resto do grupo tinha
levado a criança.
Enquanto isto o resto do grupo tinha chegado ao templo, e apesar de ao principio serem impedidos de entrar, depois de verem que traziam aquela criança com aqueles sintomas, fizeram-nos entrar. Levaram-nos rapidamente para o interior do templo numa sala isolada onde pediram para que eles bebessem uma poção, apesar de não muito resolutos, lá beberam a poção. Nada pareceu acontecer, mas quando os clérigos fizeram com que a criança bebesse, um brilho esverdeado cobriu a pele da criança.
Os
clérigos de Gond perguntaram se mais alguém esteve
em contacto com a criança, o grupo disse que dois dos constituintes
do grupo que não
estavam ali foram eles que encontraram a criança. Nesse
mesmo momento os gémeos chegam ao templo e conduzem-nos à mesma
sala e bebem a mesma poção, mas nada acontece.
Os clérigos pedem que eles se hospedem novamente na mesma estalagem
e não saiam de lá. Na manhã seguinte um dos clérigos
menores dirige-se à estalagem e informa ao grupo que um
dos irmãos
do templo pede a presença do grupo.
Ao chegarem lá o grupo deparasse com um grande numero de doentes a serem tratados pelos clérigos. O head priest do templo explica que aquela doença é a chamada peste goblin, que já antes atingiu o povo de Tilverton à mais de 60 anos atrás, não é uma peste qualquer, já que resiste a qualquer poder de cura.
O head priest informa que
no centro da cidade na torre da governadora, uma reunião
de poderes vai ser feita e ele gostaria que o grupo estivesse
presente, o grupo concorda.
Nessa tarde então o grupo dirige-se à torre da governadora
no centro de Tilverton e atende a uma reunião onde é explicado
a pretensa origem da doença, que se for semelhante ao que aconteceu, é uma
poderosa peste criada por um poderoso shaman goblin incumbido
pelo próprio
Magubliett, Deus dos Goblins.
Qual o shaman e de que tribo poderá ser e possíveis localizações foram perdidas no tempo e só talvez apenas o filho do clérigo do grupo que conseguiu salvar Tilverton quase 70 anos antes possa aclarar essas duvidas. O clérigo é o high priest de Lathander numa pequena povoação de Griphin’s Nest na encosta da ultima montanha da Cordilheira Desertmouth. A cerca de um dia e meio a cavalo para Oeste.
A party negoceia um pagamento de 2000 gps a cada um para capturar o shaman (1000 gps adiantados). Obtém um salvo conduto para fora da agora fechada cidade de Tilverton. E dirigem-se para Leste.
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