Sessão 5- 7

SESSÂO 5


E mais uma sessão acompanhada de uma estreia, desta vez foi.. um elfo, o primeiro elfo da party, um fighter/wizard que se juntou em busca de fortuna, glória e sabedoria.
Depois de terem derrotado o dragão os novos heróis regressaram ao Hall dos Dwarves de modo a recuperarem não só os seus hps mas também a clérica que tinha sofrido ás mãos do allip.
De regresso á masmorra e já com mais um membro a party decidiu explorar melhor a sala onde tinha enfrentado o dragão e que se revelou cheia de portas.

Entraram logo na primeira junto ao corredor e ai entraram numa sala com vários simbolos, todos em infenal, ninguém percebia portanto seguiram para outra porta dentro da mesma sala, abriram-na e deram de caras com o que parecia um mini-armazém, cheio de várias caixas. Portas duplas indicavam outra saida desta sala. Enquanto revistavam a sala foram atacados por 2 imps surgidos das portas duplas, uma rápida luta se desenrolou e enquanto um imp tombava no chão o outro desaparecia e nada mais aconteceu não obstante a party ficar atenta. Continuaram a revista da sala e seguiram pelas portas duplas, ai foram dar novamente á sala onde enfrentaram o dragão. Tinham várias portas á escolha e fizeram a sua escolha.
Entrando na porta que decidiram deram logo de caras com um já preparado lizardmen que lançou logo um javelin na direçção do... wizard que tinha aberto a porta... mas falhou...

O rogue decide usar outra porta perto daquela deduzindo que dava para a mesma sala e sim dava... de caras com uma lizardwomen que calmamente descarregou a sua mão eléctrica no rogue.
Após um duro combate onde a açção do clerica com os sues healings foi bem preciosa para o fighter se manter de pé... derrotaram o par de lizardmen e saindo de lá voltaram-se para outra porta.
Observando a porta a atenção da party voltou-se para o lado oposto quando o wizard sentiu 2 raios nas costas e deram de caras com uma tiefling wizard que os observava com um imp ao lado, ela brincava com um scroll enquanto na outra mão uma wand estava bem apontada aos pcs. Feridos, estes decidiram falar com a tiefling, muito embora por vontade do rogue e do barbaro teriam antes falado com ela de outra maneira, o bárbaro ainda tentou aproximar-se mas, 2 raios vindos da wand abrandaram o seu impeto e uma conversa começou. Fazendo um acordo com a tiefling de não agressão e depois desta ter abandonado a sala pelo lado oposto aos pcs, estes abriram a porta revelando o que seria o lair do dragão e ai resolveram descansar. De seguida e após uma boa noite de descanso partiram novamente, sempre em busca da jóia perdida. O fighter/wizard decidiu fazer uma exploração sozinho e após descobrir mais 2 portas chamou o resto da party, estes consultando o mapa que tinham construido deduziram que a wizard não podia estar longe. Após uma tentativa de abrir a porta por parte do rogue uma voz se ouviu, a tiefling indicava de maneira bem explicita que eles deviam sair dali.

Não obstante o ouvido o rogue decidiu com calma usar o seu open lock na fechadura e assim fez. E foi então que tudo aconteceu, junto ao wizard apareceu do ar um imp que sem piedade o espetou com o seu ferrão provocando não só feridas mas também afectando a sua agilidade. Por sua vez a porta da sala abriu-se revelando... nada...
A party pensou logo na wizard invisivel á espera deles e o fighter ficou de guarda á espera que algo acontecesse, enquanto isso o resto da party lutava com o imp.
De repente um clarão de luzes surgiu dentro da sala que o fighter vigiava e então ele viu aparecer como do ar a wizard estatelada contra uma parede, os restos de um scroll a fumegarem junto dela. Era o que a party esperava, rapidamente o fighter, o rogue e o fighter/wizard entraram e atacaram a wizard caida no chão.
Lá fora a luta com o imp desenrolava-se...

A wizard ergueu-se, ainda tentou escapar por uma passagem secreta mas não conseguiu, um golpe certeiro do fighter deixou-a tombada no chao, enquanto isso o resto da party tomava conta do imp e derrotava-o.
Revistaram a wizard e todos os spellcasters da party deram um sorriso, por entre spellbooks, scrolls, wand e frascos com liquidos tinha valido a pena... já o barbarian, fighter e rogue mostravam-se decepcionados com a falta de bens mais... materiais.
E agora? Ainda havia um caminho a percorrer. Voltando á sala inicial por onde tinham entrado na dungeon, percorreram um longo corredor. O bárbaro avançando na frente da party descortinou umas teias que impediam a passagem e com uma tocha queimou esse pequeno obstáculo. Com um passo entrou na sala que ficava por detrás das teias, mas onde há teias....
2 aranhas cairam em cima do bárbaro mordendo-o, este resistiu so veneno que escorria daquelas mandibulas e uma rápida luta sucedeu onde a party facilmente derrotou as 2 aranhas.
Olhando em redor na sala viram um casulo com algo dentro a contorcer-se, enquanto o resto da party ponderava o bárbaro resolveu a questão á sua maneira, um golpe certeiro da greatsword e o que estavadentro do casulo deixou de mexer-se.
Aos pés do bárbaro caiu um ghoul, morto de vez...
O rogue inspecionou minuciosamente a sala descobrindo uma passagem secreta que descia mais na escuridão... que mais irá suceder....


SESSÂO 6


E a campanha continua...
Desta vez a party continou na sua exploração pela dungeon em busca da mitica opala grande como um punho. Depois da abertura da passagem secreta, o wizard decidiu verificar se os cavalos estavam seguros e assim passou a sessão (sim, o jogador não pode vir á sessão..), o resto da party seguiu em frente.
Avançando cautelosamente deram com uma parte da dungeon intocada, tirando uma camada de pó que cubria tudo o resto estava intocado, não havia lixo, murais em perfeito estado, tudo óptimo.
Depressa a party deu de caras com a primeira dificuldade, estando num cruzamento foram atacados por um bando de ghouls mas rapidamente os despacharam.. seguindo em frente foram descobrindo salas com murais, qual deles o mais hediondo.... negros eram os rituais feitos naquele antigo mosteiro.
Mas isso não impedia os heróis de avançarem, rapidamente encontraram passagens e perigos, blocos a cairem do tecto numa sala que protegia uma opala... muito pequena....., esqueletos a atacarem os heróis e a serem desfeitos pela fé de uma clerica, zombies que tentavam a todo o custo desfazer a party, mas ora com a força da magia ou das armas a demanda continou.
Salas estranhas encontraram...

Um altar a Wee Jass que ofereceu á party uma luta com adagas animadas, isto enquanto o wizard/fighter assistia impávido e sereno no meio do ataque, não incomodado pelo que acontecia.
Uma sala com uma inscrição numa lingua estranha e com uma plataforma, por muito que tentassem nada saiu dali...
Mas a demanda continuava e os heróis sentiam-se melhores, uma inspecção por parte do wizard revelou que 2 das armas que os heróis acharam na dungeon era mágicas, mesmo sem saber o que faziam seguiram em frente, força renovada.
Em breve encontraram mais perigos, esqueletos que resistiam á clerica sem vacilar, zombies que teimavam em continuar de pé, golpe após golpe... e numa sala um estranho murmurio..... e a party tremeu...
Um allip pensaram...
E era mesmo... enquanto parte da party esperava 2 heróis avançaram, o fighter/wizard com os ouvidos tapados por um pano e o barbarian/fighter com cera nos ouvidos avançaram, armas mágicas na mão para enfrentar o perigo.

Uma luta curta e a abominação undead morreu. Houve um custo, o wizard foi afectado na sua sabedoria e saiu debilitado, no entanto triunfante.
Para a party algo ficou claro, tinham agora ferramentas mais poderosas para os auxiliarem.
Mais investigação achou um tunel, o ultimo que ainda não tinham investigado, e depois de derrotarem um esqueleto, encontraram-se num beco sem saida.
Decidiram fazer uma busca, mas.. uma aparição espectral surgiu de uma parede e a mesma com os dedos esticados pareceu tentar entrar no corpo do barbarian... depois no corpo do wizard/fighter..... e por ultimo conseguiu entrar finalmente no corpo do rogue.
A party assistiu sem saber como reagir ao colega deles a correr em direçção a uma das paredes e a abrir uma porta secreta., com um grito de triunfo ele correu e virou uma esquina,,, mas o barbarian ia no seu encalço...

Deparou com um curto corredor que acabava num beco sem saida, no fundo deste, um simbolo no chão fumegava, o rogue encostado a uma parede tinha a cara vermelha de raiva e ódio no olhar. Num pedestal no canto da sala estava uma única tocha num suporte. Opala.... não... nem vê-la...
O rogue avançou para os companheiros... a sua spiked chain preparada e uma luta começou, a party viu que talvez derrubando o colega conseguissem expulsar a influência do fantasma sobre o mesmo, e assim foi, caindo o rogue a sangrar no chão, o fantasma saiu de dentro do mesmo e de mão esticada avançou para a clerica, mas a fé em Pelor é grande e ela resitiu á intrusão. Mas o fantasma não desistiu, havia mais uma vitima.. e o fighter foi possuido. O fantasma agora dentro do corpo deste e com uma short sword e com um warhammer decidiu atacar a party, novamente esta teve de colocar um colega no chão e assim fizeram. O fantasma então decidiu ele mesmo atacar a party, uma luta se desenrolou e mais uma vez as armas mágicas mostraram-se uteis, o fantasma desvaneu-se após mais um golpe e a party suspirou de alivio por fim.
Dedicando novamente a atenção ao tunel onde estavam, o rogue achou nova passagem secreta.. um corredor curto e ao fundo um pedestal com uma opala do tamanho de um punho.

O rogue avançou pela sala em busca de armadilhas.. e encontrou uma, mas não da maneira como esperava... um simbolo apareceu debaixo dos pés dele e um raio saiu de lá, projectado, o rogue tombou a sangrar no chão... rapidamente a clerica estancou as feridas e mais cautelosamente a party avançou pela sala em busca de mais armadilhas... mas nada mais encontraram, a opala era por fim deles...
Mas o bárbaro queria ainda fazer mais uma coisa... havia um allip q ainda vivia... ou não vivia...
No entanto a party decidiu voltar e entregar rapidamente a opala aos anões...
Saindo da masmorrar verificaram que os cavalos e mula... estavam bem seguros pelo wizard e avançaram para o Hall dos Dwarfs...

Chegados lá o elven fighter/mage decidiu regatear o preço da opala, mas o resto da party não estava interessada, já tinham feito um acordo anterior com os anões e queriam mantê-lo.
E asim foi, depois de verificada a opala, os heróis sorriram, com alguns milhares de moedas de ouro e com armas mágicas o futuro parece prometer....
Veremos...

SESSÂO 7

E ora bem, depois da quest completada e da jóa vendida aos anões o que fazer? Se era este o pensamento que passava pela party cedo este foi respondido, o jovem anão amigos deles estava ansioso por algo, pelos fantásticos jogos gladitoriais que estavam prestes a começar na cidade de Zamora a segunda maior cidade do reino, lá na famosa arena denominada Veins, estaria fama, glória e fortuna.
E ora bem.... lá vão eles a caminho... passando pela aldeola de Fang onde os aldeões se lembram de quem os salvou, passando pela floresta de Darkwood, e a viagem até ia calma, na amena cavaqueira com o anão que deliciado contava histórias de lutas e do que esperava conseguir.... mas em breve isso ia mudar.
Uma música soava pela floresta, os nossos heróis seguiram em frente e depararam-se com uma visão no minimo estranha.
3 guardas de Zamora estavam numa estranha dança, o corpo dançava ao ritmo da música que se ouvia, enquanto as espadas faziam a dança da morte, golpe após golpe eles duelavam-se entre eles, sem expressão nas suas caras, golpe após golpe, a música continuava vinda a flauta empunhada por uma criatura parecida com um satyr mas com algumas alterações, 2 cornos saiam da sua testa e os olhos brilham com um brilho esverdeado...

Os PCs vendo o perigo que envolvia os guardas decidiram actuar, rapidamente Armindo lançou-se na direçção do satyr, resistindo á influência da música, passou pelo meio dos guardas que o tentaram parar e desferindo um golpe na criatura, de seguida John rapidamente lançou um sleep para o meio dos guardas
e 2 deles tombaram, tudo parecia correr bem para a party, mas... eis que tudo muda,, quando o resto da party decide ajudar Armindo.. começam todos um a um a cair sob a influência da música.. Oskar, John, Ravhin, Elatar e por fim Linna. Até o amigo deles, Liff cede ao encanto daquela flauta...

As coisas não parecem correr bem para os nossos heróis, o satyr perante a ameaça de Armindo deixa-o de repente rodeado de escuridão, e apressa-se a a ir para junto do resto da party, ai delicia-se a ver os Pcs duelarem entre eles enquanto Armindo está perdido na escuridão... mas encontra o caminho para a luz. .
Sim, encontra o caminho para a luz.. para ser atacado pela maioria da própria party, incapaz de resistir ao charme do satyr...
Resistindo ao ataque da própria party, Armindo desarma Oskar e perante um forte ataque decide efectuar uma retirada estratégica e embrenha-se na floresta de modo a poder usar uma certa poção reservada para momentos de apuro...

Depois volta á cena onde decorre a luta fraticida entre a party, mesmo sem arma Oskar continua a desferir murro após murro em John. Armindo decide actuar, aproveitando a cobertura das árvores apanha o satyr de surpresa e lança-lhe um dardo certeiro, de seguida e aproveitando a própria escuridão criada pelo satyr volta a surpreênde-lo desferindo novo golpe certeiro, enraivecido por estes golpes o satyr abandona toda a precaução e empunhando a sua cimitarra decide acabar ele mesmo com Armindo. Enquanto isso a party continua a dança macabra, Oskar á força do murro põe inconscientes John e Liff enquanto que o único guarda de pé cai a esvair-se em sangue, Linna derruba com a sua maça Eladar que tomba ferido no chão...

Mas.. Armindo continuava a lutar e finalmente derruba o satyr, este tomba no chão e as cordas soltam-se das suas marionetes, o resto da party acorda, saida de um longo pesadelo.
Falando com os guardas de zamora descobrem que os mesmos deixaram os seus postos na cidade, e vieram para a floreste em busca de matarem o monstro que estava a atrair viajantes para a morte na ultima semana. Pedem á party para eles ficarem com o crédito da recompensa e assim não manterem o emprego deles e oferecem-se para dar a recompensa á party, estes aceitam prontamente e é assim que entram na cidade de Zamora, os guardas em triunfo com a cabeça do monstro nas mãos enquanto a party vai guiada pelo amigo Liff até uma estalagem. Ai arranjam quartos para pernoitar a noite e todos passeiam pela cidade, compram equipamento já a pensar nas provas gladitoriais, ouvem rumores, boatos e todo o tipo de conversa em volta da Arena, do seu campeão e das 2 guildas que disputam a supremcia, e passam depois uma merecida noite de descanso, ou quase todos passam.. Armindo passou uma noite mais activa....

No dia seguinte é a altura das provas de acesso á Arena, mas decidamente mesmo uma simples viagem pela cidade traz problemas, dão de caras com 6 membros de uma guilda de gladiadores (Achilla) a levarem dentro de uma jaula uma Manticora, mais um monstro para ser usado nos jogos, e o desastre acontece, após um desentendimento entre 2 membros da guilda de Sand Net, os membros de Achilla vêm a porta da jaula abrir-se e a manticora voar em liberdade, ou quase,, uma corrente ainda a prende á jaula.... Oskar age rapidamente e agarra a corrente tentando puxar o monstro, a party corre em auxilio do seu do seu membro e uma luta feroz mas rápida se desenrolou... num um minuto passa e o monstro tomba morto no chão do mercado. Passando cerca de um minuto chega a guarda da cidade.... ouvindo as criticas dos mercadores por não terem vindo rapidamente, a guarda nada mais faz do que ver a party ser indicada como heróis e a receberem uma recompensa por impedirem destruição no mercado.

Ainda mal refeitos da luta os heróis são abordados por um jovem rapaz, Rufilius de seu nome que se apressa a vir na direçção deles, quase caindo vitima de um cinto que usa que notoriamente é grande demais para o corpo dele... apresenta-se como sendo de Achilla e convence os pcs a seguirem-no, por entre ruelas afastam-se do mercado e em breve têm a primeira visão da arena, The Veins... uma estrutura magnificada feita na sua maioria por mármore branco, com linhas vermelhas que passam pela pedra, dando assim o nome a esta estrutura.
A party entra dentro da arena dando de caras com um sitio pejado de actividade, gladiadores que treinam,
tratadores de volta com monstros, amas pelo chão....

São apresentados a Thel, chefe da guilda de Achilia que lhe fala do que têm que saber dentro da arena e que lhes informa dos riscos (muitos) e recompensas (poucas) que são a vida de um gladiator. Fala ainda de uma recompensa de 1000 moedas de ouro a ser dada em caso de descobrirem o que passa com mortes misteriosas que andam a dizimar gladiadores fora da arena. Depois disso é a altura dos testes, os heróis passam primeiro por uma prova de que são capazes de chamar a atenção do publico, um a um assim o vão conseguindo... mas, tanto Elatar como Liff falham a prova. Com secura o comissário da arena expulsa Liff dizendo que 2 falhanços seguidos e decidamente ele nunca será material de gladiador, para Elatar resta a segunda prova, a ser feita juntamente com o resto da party. Numa jaula pequena irão enfrentar um Dire Lion e um Dire Boar. Ambas as bestas atacam mas a party consegue ferir as feras de modo a que o combate rapidamente acaba, com o Dire Boar no chão morto e o Dire Lion a ser levado para tratamento das feridas, a party recebe da boca do comissário a certeza de que são agora gladiadores.
A arena espera-os....

 
 
   
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