Tu... Jane, eu...Tarzan!

 

 

Cantando nosso amor,

pelos galhos envergados,

vôo como o con dor

sem olhar para os lados.

 

A chita não desgruda,

quase provoca um acidente,

pois, tentando dar ajuda,

quase quebrou meu dente.

 

Sou o rei do lugar,

todas as feras me temem,

e, sabem, que se for para brigar:

não tem para ninguém.

 

Meu amor me abandonou,

não teve pena, nem dó;

em vez de pegar no cipó,

foi em outro lugar que segurou.

 

Ai meu potente grito

a floresta atravessou,

parece um enorme negrito

que alguém rabiscou.

 

Hoje não tenho mais fã,

vivo na floresta sozinho.

sem essa de: tu.. Jane, eu... Tarzan,

o aperto me deixou doidinho!

 

Pezente.

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