Eu
sou um sapo encantado
com
o saco amassado,
procurando
por todo o lado
um
amigo desmiolado.
Caiu
no mato da estrada
no
meio da caminhada
quando
naquela parada
fugi
de uma pedrada.
Era
um amigo atrevido
de
um colorido todo tremido;
Seu
nome?Sei não! Só o apelido,
era
um ‘baita’ sapo fervido.
Amigo
de uma brincadeira
que
acabou em bebedeira,
fizemos
muitas besteiras,
demos
uma trabalheira.
Cansei
de procurar o amigo;
enjoei
de ser sapo, também.
Agora
não sei se consigo
dar
um passo ou ir mais além.
Pezente.