Poeta louco

 

 

As palavras fogem do poeta,

perdem-se no branco do papel;

alheio... a alma inquieta,

pensa em sua vida cruel:

 

Um dia foi profeta,

ator de aluguel,

ganhou uma bicicleta,

fez o maior tropel.

 

De repente, virou pateta,

ô público infiel...

Vendeu a bicicleta:

comprou um pincel.

 

Sua ambição secreta

foi morrendo aos poucos.

Sou poeta?

ou... somos loucos?

 

Pezente.

 

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